sábado, setembro 21, 2019
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Flamengo estuda pedir adiamento de jogos sem convocados, e ídolos do clube criticam Tite

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A rodada de convocações para a data-fifa do mês de outubro causou um
verdadeiro estrago no Flamengo, que já pensa na sua lista de desfalques para as
rodadas 24 e 25 do Brasileiro. Nela estão Arrascaeta, com o Uruguai, Rodrigo
Caio e Gabigol, com…

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Review do Zenfone Max Pro M2: smartphone alia desempenho e autonomia

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20190920024459_860_645_-_zenfone_max_pro Review do Zenfone Max Pro M2: smartphone alia desempenho e autonomia

A linha Zenfone da Asus tem diferentes aparelhos para atender as mais diversas necessidades. O último deles a ser lançado no Brasil se trata do Zenfone Max Pro, um aparelho intermediário com uma bateria de 5 mil miliamperes hora e duas câmeras traseiras com inteligência artificial. Veja o que nós achamos dele.

Design e acabamento

O Zenfone Max Pro está disponível nas cores Titanium e Black Sapphire, adotando o plástico como material para a sua parte traseira, tendo nela as câmeras bem rentes ao corpo e um discreto leitor de impressões digitais. O acabamento dele acaba sendo bem bonito e abusa do reflexo da luz dos ambientes, sem apresentar marcas de dedo com tanta facilidade.

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Já para a tela, o Zenfone Max Pro traz um display LCD de 6,26 polegadas com resolução de 2280 por 1080 pixels na proporção 19 por 9, que conta com a proteção do Corning Gorilla Glass 6 contra trincos e arranhões. No geral o aparelho consegue entregar uma boa imagem, mas o seu nível de brilho é um pouco baixo, a não ser quando utilizado no máximo, o que não deixa as suas cores tão vivas.

20190920024459_860_645_-_zenfone_max_pro Review do Zenfone Max Pro M2: smartphone alia desempenho e autonomia

Por sua vez, a sua câmera frontal fica disposta em um pequeno notch e, no corpo do aparelho, ainda estão os botões de volume, power, uma entrada para fones de ouvido e uma porta micro USB.

20190920024459_860_645_-_zenfone_max_pro Review do Zenfone Max Pro M2: smartphone alia desempenho e autonomia

Especificações técnicas e performance

Para a questão técnica, o Zenfone Max Pro traz um processador Octa-core Snapdragon 660, GPU Adreno 512, 4 GB de memória RAM no modelo brasileiro e 64 ou 128 GB espaço para armazenamento expansível com cartão microSD. O sistema instalado por padrão no aparelho é o Android 8, mas ele já tem disponível a atualização para o Android 9 Pie.

Algo positivo a ser ressaltado, é que a Asus adotou uma interface bem limpa para o sistema do Google, que o deixa bem leve e quase com uma experiência pura, além de trazer poucos apps pré-instalados além de suas ferramentas como é o caso do Facebook, Messenger e Instagram.

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Na questão de desempenho, o aparelho não decepciona para rodar aplicativos e mostra um bom tempo de resposta para ações realizadas neles. Já para jogos, o Zenfone Max Pro consegue rodar bem os jogos mais leves, mas os games mais pesados apresentam uma ou outra lentidão, que não chegam a estragar a experiência num todo.

Ainda nas especificações, o ponto mais positivo do aparelho vai para a sua bateria, que é de 5.000 miliamperes hora. Graças a ela, é possível usar o aparelho longe do carregador por mais de um dia sem problemas com uma utilização comum de aplicativos. O seu tempo de carregamento também não é grande, levando um pouco menos de duas horas para efetuar uma carga completa.

O único ponto negativo nas especificações técnicas fica para a questão do aparelho não trabalhar bem com redes de 5 GHz devido a adotar o padrão b/g/n.

Câmeras

Para tirar fotos, o aparelho da Asus apresenta resultados interessantes, mas nem sempre constantes. O Zenfone Max Pro traz duas câmeras traseiras, sendo a primeira de 12 megapixels com abertura f/1.8 e a segunda de 5 megapixels com abertura f/2.4, fazendo o uso de inteligência artificial para aprimorar as imagens capturadas. No geral, as fotos tiradas com o Zenfone Max Pro mantêm uma boa qualidade e com bastante detalhes, mas nem sempre ele acerta o seu nível de contraste, o que pode resultar fotos com cores menos vivas.

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Um de seus destaques são os filtros pré-definidos, que contam com diversas opções e para o modo de embelezamento, que arruma imperfeições na pele de pessoas de forma automática. Já para quem gosta de dar ênfase em alguém ou em algum objeto, o Zenfone Max Pro ainda traz o modo retrato, que também usa a inteligência artificial para aprimorar seu resultado, que é interessante e tem diversos níveis de desfoque.

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O aparelho ainda conta com um modo noturno, que até ajuda em algumas situações, mas depende de um nível mínimo de iluminação no ambiente para fazer um bom trabalho. Nas fotos abaixo, que foram redimensionadas, você vê uma mesma imagem capturada sem e com o modo noturno ativado.

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Para vídeos, o Zenfone Max Pro realiza gravações na resolução máxima de 4K a 30 quadros por segundo, tendo direito a estabilização óptica, que amenizam tremidas para vídeos capturados em Full HD.

Para quem está mais interessado nas selfies, o smartphone conta com uma câmera de 12 megapixels e abertura de f/1.8 com um flash LED. Os resultados dela em ambientes claros são bem eficientes e, um ponto positivo, é que ela consegue usar praticamente todos os recursos de fotos e efeitos vistos nas câmeras traseiras do aparelho.

Conclusão

O Zenfone Max Pro é um smartphone intermediário que traz um bom desempenho para aplicativo e jogos pequenos aliado a uma bateria capaz de deixá-lo com uma grande autonomia. O seu acabamento chama a atenção, assim como ter a proteção do Corning Gorilla Glass 6 para a sua tela.

Já para fotos, apesar de não trazer um resultado ruim, ainda existe espaço para algumas melhorias, como para o seu modo noturno que não se adapta bem a todos ambientes. O Zenfone Max Pro foi lançado no mês de setembro de 2019 no Brasil e pode ser adquirido na loja online da marca por 1699 reais.



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Greve Global pelo Clima: cidades brasileiras aderem a protestos

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Em defesa do meio ambiente, jovens e ativistas de diversas partes do mundo se unem na greve mundial pelo clima, nesta sexta-feira, 20, para cobrar medidas emergenciais contra o aquecimento global. As manifestações ocorrem em mais de 150 países, entre eles Estados Unidos, Alemanha, Grécia, Japão, Austrália e Brasil.

Em São Paulo, centenas de manifestantes também se reúnem, em frente ao Museu de Arte de São Paulo (Masp) na Avenida Paulista, desde o fim da tarde desta sexta.

Puxando a marcha, na avenida, um cordão com dezenas de crianças segurando cartazes e faixas com desenhos que remetiam ao meio ambiente. Em alguns deles, era possível ler frases como “estão destruindo o planeta” e “luta como uma criança”. Luiza Cavalcante Oliveira, de 11 anos, disse estar “indignada” com o que tem visto na televisão sobre as queimadas da Amazônia. Desde abril, ela participa do Conselho Mirim da Câmara Municipal. “Fiquei triste, revoltada. Queria viajar para lá (a floresta) ajudar, mas não dava né? Decidi fazer algo aqui mesmo” disse, acompanhada por outras crianças do Conselho.


O estudante Arthur Prado, de 14 anos, disse que, para ajudar o meio ambiente, ele não usa mais canudo plástico, tenta produzir a menor quantidade de lixo possível e usar transporte público. Uma de suas inspirações é a ativista sueca Greta Thunberg, que viajou para os Estados Unidos com o objetivo de participar da reunião das Nações Unidas sobre as mudanças climáticas.

“A atitude dela me interessou muito. Quando o professor pediu para escrever a biografia de alguém, fiz a dela. Genial a atitude dela de parar um dia na escola para fazer um protesto pelo planeta”, contou.

No Rio de Janeiro e várias outras cidades do País, jovens manifestantes também saíram às ruas em protesto pela causa ambiental.

Fridays for Future

As mobilizações são inspiradas no movimento Fridays for Future (Sextas-feiras pelo Futuro), greve estudantil em favor da defesa do meio ambiente criada no ano passado por Greta Thunberg, uma jovem ativista sueca de 16 anos.

Em 2018, ela passou a protestar em frente ao parlamento de seu país contra as mudanças climáticas. E suas ações vêm conquistando o apoio de jovens de diversos países europeus.

12 Greve Global pelo Clima: cidades brasileiras aderem a protestos
<p>Manifestantes fizeram ato em São Paulo contra as mudanças climáticas</p>(João Pedro GarciaEXAME)
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<p>Manifestantes fizeram ato em São Paulo contra as mudanças climáticas</p>(João Pedro GarciaEXAME)
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<p>Manifestantes fizeram ato em São Paulo contra as mudanças climáticas</p>(João Pedro GarciaEXAME)
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<p>Manifestantes fizeram ato em São Paulo contra as mudanças climáticas</p>(João Pedro GarciaEXAME)
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<p>Manifestantes fizeram ato em São Paulo contra as mudanças climáticas</p>(João Pedro GarciaEXAME)
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<p>Manifestantes fizeram ato em São Paulo contra as mudanças climáticas</p>(João Pedro GarciaEXAME)
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<p>Manifestantes fizeram ato em São Paulo contra as mudanças climáticas</p>(João Pedro GarciaEXAME)
12 Greve Global pelo Clima: cidades brasileiras aderem a protestos
<p>Manifestantes fizeram ato em São Paulo contra as mudanças climáticas</p>(João Pedro GarciaEXAME)
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<p>Manifestantes fizeram ato em São Paulo contra as mudanças climáticas</p>(João Pedro GarciaEXAME)
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<p>Manifestantes fizeram ato em São Paulo contra as mudanças climáticas</p>(João Pedro GarciaEXAME)
12 Greve Global pelo Clima: cidades brasileiras aderem a protestos
<p>Manifestantes fizeram ato em São Paulo contra as mudanças climáticas</p>(João Pedro GarciaEXAME)

Pelo Twitter, Greta acompanha as mobilizações mundiais realizadas nesta sexta-feira. Os eventos estão previstos para ocorrer até o dia 27.

Nas redes sociais, outra jovem ativista também chama a atenção para a urgência de ações em prol do meio ambiente. Katie Eder, de 19 anos, é diretora executiva da Future Coalition (Coligação Futura), organização norte-americana que promove mudanças sociais e ambientais.

Esta é a terceira mobilização mundial pelo clima que conta com a participação brasileira. A primeira ocorreu em 15 de março e a segunda, em 24 de maio.

 



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Árabes de Israel podem fazer história e liderar oposição parlamentar

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Por Rami AyyubHAIFA, Israel (Reuters) – Os partidos árabes de Israel devem ser o maior bloco não governista do Parlamento –e até liderar a oposição– se um governo de união nacional surgir das eleições de terça-feira.Um…

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Mesmo sem Google, Huawei espera vender 20 milhões de Mate 30

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20190916093603_860_645_-_mate_30_pro Mesmo sem Google, Huawei espera vender 20 milhões de Mate 30

A Huawei finalmente revelou a linha Mate 30, que não tem aplicativos nem serviços do Google. Em razão da proibição comercial dos EUA contra a empresa chinesa, os usuários dos aparelhos da série terão de usar a Huawei App Gallery e o ecossistema Huawei Mobile Services (HMS). Apesar desse desafio, a marca espera vender até 20 milhões de unidades da linha Mate 30.

Em entrevista ao Android Authority, Richard Yu, CEO da companhia, afirma que a proibição comprometerá os negócios da empresa fora da China. “Já na China, as vendas aumentarão muito porque esse é o smartphone 5G top de linha mais competitivo do mundo.”

Quando as tensões comerciais entre EUA e China aumentaram no início do ano, a Huawei teve de redirecionar muitos de seus recursos para a China e estabelecer mais canais de distribuição no país, afirma o IDC. Isso ajudou a empresa a melhorar suas vendas na região e registrar a marca histórica de 36,4 milhões de unidades comercializadas no último trimestre.

Agora, Yu aposta no gigante asiático para tornar a linha Mate 30 um sucesso. Após as proibições, as vendas de smartphones da Huawei na China aumentaram 31% (no segundo trimestre de 2019), de acordo com a Canalys. De fato, a empresa tem a maior participação de mercado no país nos últimos oito anos. Os números contrastam com o leve declínio nos volumes globais no mesmo período.

Huawei resiste ao bloqueio

No lançamento do Mate 30, a empresa anunciou que havia comercializado mais de 17 milhões de smartphones P30 e mais de 16 milhões de aparelhos da linha Mate 20. A grande diferença é que esses modelos ainda incluíam serviços do Google.

Embora não haja um fim visível para os problemas da Huawei com os EUA, Yu espera que a empresa possa lançar aplicativos e serviços do Google para o Mate 30 da noite para o dia após a suspensão da proibição. Mesmo que a fabricante não possa vender os telefones nos EUA no momento, Yu diz que eles serão comercializados na Europa e na China já em outubro. “Não podemos parar nossos negócios. Continuaremos vendendo.”

Por mais positivo que seja o executivo da Huawei, é preciso esperar. Ainda é cedo para dizer se a linha Mate 30 pode ser bem-sucedida apenas com base na demanda chinesa. Porém, uma coisa é certa: a Huawei não terá notícias tão agradáveis em relação às vendas do celular fora da China.

Fonte: Android Authority



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Bolsonaro diz que participará de jantar com Trump nos EUA

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O presidente Jair Bolsonaro (PSL) disse nesta sexta-feira, 20, que participará de jantar com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante passagem no país para participar da Assembleia Geral da ONU, que será em Nova York.

“A previsão é sair daqui na segunda e na madrugada de quarta estar de volta. Tem um jantar que devemos comparecer. Estaremos ao lado do Trump, motivo de honra. Tenho conversado muito com ele. Sobre os mais variados assuntos”, disse Bolsonaro ao chegar no Palácio do Alvorada, no fim da tarde.

Bolsonaro afirmou que não responderá, em seu discurso na ONU, a fundos de investidores que pediram em carta “ação urgente” para conter os “incêndios devastadores” na Amazônia. “Não vamos fulanizar nem apontar o dedo para nenhum chefe de Estado”, acrescentou.

 

O presidente voltou a dizer que, em gestões passadas, terras no Brasil eram demarcadas quando um governante voltava de eventos internacionais. “Todas as vezes que chefes do Brasil foram para fora em eventos como Osaka, Davos, voltavam pra cá demarcando mais terras indígenas, criando parques nacionais e inviabilizando o Brasil”. Segundo Bolsonaro, a pressão internacional visa minar o agronegócio e derrubar a economia do País.

A comitiva do presidente partirá de Brasília às 7h da próxima segunda-feira, 23. O presidente deve discursar na abertura da Assembleia Geral da ONU na terça-feira e retorna ao Brasil na próxima quarta-feira, 25.

Bolsonaro disse ainda que “é impressionante a falta de patriotismo”. “Como agora a gente vê ‘gabinete do ódio‘. O que é isso?”, disse. O jornal O Estado de S. Paulo publicou na quinta-feira, 19, que o Planalto abriga um núcleo de assessores que tem forte influência sobre o presidente Bolsonaro, conhecido como “gabinete do ódio”. Essa ala ideológica responsável por mídias digitais afasta os irmãos Flávio Bolsonaro e Carlos Bolsonaro.

O presidente não quis falar sobre a situação de Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), líder do governo no Senado, alvo de operação da Polícia Federal realizada na quinta-feira, 19.

Comitiva do Brasil na ONU

O presidente viajará com alguns dos ministros mais próximos. Entre eles, o ministro do Gabinete de Segurança Institucional, Augusto Heleno, e da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos. A primeira-dama Michelle Bolsonaro também integrará a comitiva, além do deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente e cotado para assumir a embaixada do Brasil em Washington. O senador Nelsinho Trad (PSD-MS) também estará na viagem.

O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, já está nos Estados Unidos e acompanhará o presidente na ONU. Também estará presente o ministro de Relações Exteriores, Ernesto Araújo, que se encontrará com a comitiva em Nova York.



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Criança de 8 anos é baleada nas costas no Complexo do Alemão

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Uma menina de 8 anos foi atingida nas costas por um tiro de fuzil, na noite desta sexta-feira, na Fazendinha, no Complexo do Alemão, Zona Norte do Rio. Ela estava dentro de uma Kombi no momento em que foi baleada. A criança foi levada para o…

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YouTube cancela nova política de verificação após reação negativa

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20190611085523_860_645_-_youtube YouTube cancela nova política de verificação após reação negativa

Na última quinta-feira (19), o YouTube anunciou mudanças no sistema de verificação de autenticidade de canais. Nesta sexta-feira (20), a empresa decidiu repensar sua decisão e anunciou o cancelamento de quase todas as medidas reveladas previamente diante de reação negativa da comunidade.

Anteriormente, o YouTube previa que muitos canais poderiam perder seu selo de verificação, o que causou a maior parte da revolta. Atualmente, o sistema requer que um produtor de conteúdo tenha no mínimo 100 mil assinantes como único requisito para ser analisado e ganhar o selo. A ideia do YouTube era passar a distribuir o selo apenas para canais que atendessem o critério dos 100 mil e apresentassem “necessidade clara de prova de autenticidade”, o que abrangeria apenas artistas, celebridades e empresas de grande porte, além dos criadores mais populares da plataforma. Quem não atendesse a esses novos requisitos poderia ter seu selo revogado.

Com isso, o YouTube gerou a ira de boa parte da comunidade, já que o selo é mais do que apenas um status. O ícone também coloca maior peso nos vídeos do canal na hora quando um usuário faz uma busca na plataforma e dá maior destaque a publicações feitas na área de comentários dos vídeos. Ao tirar o símbolo, o YouTube também impediria que canais novos ganhassem a oportunidade de prosperar, na visão dos afetados.

Como resultado, Susan Wojcicki, CEO do YouTube, chegou a publicar um texto pedindo desculpas pelas ações da empresa após a clara reação negativa dos criadores de conteúdo. “Lamento pela frustração que causamos com nossa nova abordagem para a verificação. Passamos do ponto ao tentar fazer melhorias”, disse ela pelo seu perfil no Twitter.

O YouTube ainda tem algumas medidas novas em vigor, mas elas são consideravelmente mais brandas. Os únicos critérios serão a quantidade de seguidores do canal, que ainda precisa ter pelo menos 100 mil inscritos, a autenticidade, de forma que o canal precisa representar quem ele diz representar (criador de conteúdo, artista ou empresa), e o canal deve estar completo, com descrição, ícone e conteúdo, além de ter atividade constante na plataforma.





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Delatora da Lava Jato Nelma Kodama vira ré por falso testemunho

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O juiz federal Luiz Antonio Bonat, da 13.ª Vara Federal Criminal de Curitiba, recebeu denúncia contra a doleira Nelma Kodama, a “Dama do Mercado”, por suposto falso testemunho em 2015.

A denúncia foi apresentada pela força-tarefa do Ministério Público Federal, no âmbito de uma investigação de policiais que teriam fabricado dossiê com dados funcionais sigilosos e inverídicos sobre a Operação Lava Jato.

Ao acolher a denúncia e tornar Nelma ré, o juiz Bonat ponderou que “a denúncia funda-se, basicamente, em informações constantes das declarações prestadas pela denunciada e pelas testemunhas, como antes indicado, o que permite concluir pela presença de indícios da existência de crime e de sua autoria.”

Em 15 de abril de 2015, Nelma teria feito o reconhecimento fotográfico do delegado de Polícia Federal Rivaldo Venâncio e teria prestado declarações falsas, ocasião em que declarou que “por volta de abril/maio de 2013 até a transferência da depoente em 11 de junho de 2014, referida pessoa constantemente frequentava o corredor em frente às celas de Alberto Youssef (cela 3), mantendo contato com o mesmo, sem conseguir ouvir o teor da conversa (pelo tom de voz baixo, exceto quanto às risadas e palavras de cumprimento rotineiro)”.

Ela ainda teria dito que “referido sujeito não trajava terno, mas roupa social ou traje informal, sendo que estava lá em diferentes horários, desde períodos noturnos, diurnos e às vezes aos finais de semana.”

Em depoimento, o delegado Rivaldo Venâncio informou que apenas comparecera uma vez ao presídio, em inspeção do Ministério Público Federal. Outras testemunhas corroboraram sua versão, como o responsável pela carceragem Paulo Romildo Rossa Filho.

Nelma teria mentido, também, sobre a participação do escrivão Cleverson Ricardo Hartmann no esquema que pretendia atrapalhar a Lava Jato, a partir de uma conversa que teve com uma delegada de polícia.

Questionada, Nelma ressaltou que “estava em um estado de nervosismo muito grande, sob grande pressão, e novamente ressalva que fez o referido depoimento como forma de precaução e não pretendia em nenhum momento denegrir a imagem profissional do escrivão Hartmann.”

Seguiu dizendo que “não foi induzida nem pressionada a dar o referido depoimento em relação a Hartmann, que também acrescenta que não pretendia denegrir a imagem profissional do delegado Rivaldo, apenas informar as pessoas que frequentavam a carceragem como um todo e que não possui nenhuma prova ou conhecimento do envolvimento dos referidos policiais em atividades contra a Operação Lava Jato.”

Euros na calcinha

A doleira foi presa no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos/Cumbica, na madrugada de 15 de março de 2014, quando tentava embarcar para Milão, na Itália, com 200 mil euros escondidos na calcinha.

Em julho último, Nelma publicou uma foto em seu perfil no Instagram com vestido vermelho, sapato Chanel e a tornozeleira eletrônica.

Ela teve extinta sua pena de 15 anos de prisão decretada na Operação Lava Jato, graças ao indulto natalino concedido no final de 2017 pelo ex-presidente Michel Temer.



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Da tequila à vida eterna: a WeWork tem o CEO mais bizarro do mundo

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A empresa de escritórios compartilhados WeWork era até semanas atrás uma das mais incensadas startups de tecnologia do planeta. Havia revolucionado o mercado de escritórios corporativos com espaços modernos, baratos e sob medida para a demanda dos profissionais do século 21. Em três anos, a WeWork recebeu 8,6 bilhões de dólares de investimentos — juntando os compromissos futuros, apenas o fundo de investimentos japonês Softbank tem 10,6 bilhões comprometidos com a companhia. O WeWork caminhava para fazer em setembro uma das maiores aberturas de capital do ano, com valor de mercado estimado em 47 bilhões de dólares.

Mas o escrutínio de investidores fez com que a carruagem do WeWork virasse abóbora. De uma hora para outra as qualidades da empresa evaporaram e seu modelo de negócios passou a ser contestado. A companhia, afinal, teve 1,6 bilhões de dólares de prejuízo para um faturamento de 1,8 bilhão de dólares em 2018. E não conseguiu mostrar aos investidores um plano consistente para sair do vermelho. A estratégia da companhia começou a ser resumida como alugar imóveis e sublocá-los por valores menores para outros inquilinos. Um negócio impossível de parar de pé.

Pior: o estilo de gestão de seu excêntrico fundador Adam Neumann passou a ser analisado com lupa. Até então, ele encarnava o típico empreendedor visionário: ambicioso, excêntrico, mestre em narrativas e em inspirar funcionários. Mas o que veio à tona em reportagens nos últimos dias foi um dos mais surreais apanhados de assédio moral e falta de escrúpulos da história do capitalismo americano. A soma das deficiências fez com que o WeWork passasse a valer no máximo 10 bilhões de dólares segundo as mais recentes estimativas.

A companhia pode até conseguir levar adiante sua abertura de capital nas próximas semanas. Mas já entrou para a história como símbolo de uma era em que o crédito barato turbinou negócios e empreendedores imaturos. A empresa de transportes Uber foi à bolsa com problemas semelhantes ao WeWork em maio e, desde então, perdeu 22% de seu valor de mercado. Após o fracasso da gigante de escritórios, quem se habilitará? A seguir, um apanhado das mais surreais histórias de uma empresa que, no melhor e no pior, virou símbolo de 2019.

Milhões pela palavra “We”

O fundador do WeWork, Adam Neumann, recebeu incríveis 5,9 milhões de dólares da companhia pelos direitos de uso da palavra “we” (nós, em português). O pagamento foi feito quando a companhia mudou sua marca de WeWork para The We Company, como preparativos para o IPO. A marca We pertence a uma companhia de propriedade de Neumann. Depois de revelado, o acordo de pagamento foi desfeito.

Prédios alugados

Adam Neumann construía e alugava edifícios para o WeWork, o que levava a um grande conflito de interesses. Entre 2016 e 2017 ele faturou 12 milhões de dólares com a estratégia. Segundo a empresa, ele tinha participação em apenas quatro dos 400 endereços utilizados. O problema: as obrigações de leasing futuras com os quatro empreendimentos chegam a 236 milhões de dólares. Ele também criou um estrutura organizacional em que pagaria menos impostos que outros acionistas, além de ter pego resgatado algo como 700 milhões de dólares tendo suas ações como garantia.

Sonhos presidenciais

Israelense de nascimento, Neumann chegou a cogitar fazer lobby para mudar a constituição dos Estados Unidos de modo que no futuro ela pudesse concorrer à presidência. Um interlocutor lhe sugeriu concorrer a prefeito ou governador, segundo o site Business Insider. Neumann respondeu que, uma vez atingido seu grau de sucesso, só a presidência interessava. Um plano B seria ser eleito primeiro-ministro de Israel. Neumann também pretende, segundo o Wall Street Journal, viver para sempre e ser o primeiro trilionário do planeta.

Demissão sem aviso

Richard Markel, ex-vice-presidente de construção na costa leste dos Estados Unidos, contou ao site Business Insider que um dia chegou para trabalhar e descobriu que todas suas reuniões haviam sido canceladas. Quem participaria delas era outro executivo, 20 anos mais jovem, Lincoln Wood. Dois meses depois, e 20 dias antes de que seu primeiro pacote de ações passasse a valer, ele foi demitido — por Wood, claro.

Demissão com tequila

Rebekah Neumann, executiva da companhia e mulher de Adam, exigiu a demissão de funcionários após apenas alguns minutos de conversa por não ter gostado de sua “energia”, segundo o Wall Street Journal. Ela também teria exigido a demissão anual de 20% da equipe. Para atenuar o clima, Adam Neumann levava bebidas tequila para compartilhar com os demitidos. Em um episódio, também organizou um show de hip hop para os ex-funcionários.

Festa obrigatória

Os funcionários do WeWork eram obrigados a participar de uma festa de vários dias, em que podiam levar seus acompanhantes. A ideia era aumentar o espírito de equipe. Mas ex-funcionários dizem que o evento era uma grande orgia. Em meio a poucas apresentações havia atividades como degustação de uísque, yoga e escalada. Bebidas alcóolicas eram liberadas 24 horas por dia, e os empregados dormiam em tendas e assistiam a shows de noite. O acampamento não foi mais realizado desde 2018.

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