sexta-feira, julho 3, 2020
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Prefeitura confirma volta de bares e restaurantes na segunda (6)

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O governo de São Paulo confirmou, nesta sexta-feira (3), que bares e restaurantes poderão reabrir a partir da próxima segunda-feira (6) em cidades que estejam na Fase Amarela do Plano São Paulo. A capital paulista, porém, está na etapa desde o dia 26 de junho.

Esse retardamento temporal em São Paulo, foi feito a pedido do prefeito Bruno Covas. O mandatário máximo do município propôs aguardar mais uma semana para permitir a volta da operação, seguindo uma recomendação do Centro de Contingência do Coronavírus do governo estadual.

Nesta sexta (3) ao confirmar a autorização, Covas falou sobre as medidas de segurança nos estabelecimentos. As regras são válidas também para salões de beleza e barbearias, também inclusos na reabertura.

Além do uso de máscaras, os bares e restaurantes poderão funcionar apenas das 11h às 17h quando localizados na rua. Em shopping centers, o horário é das 16h às 22h. A ocupação dentro dos endereços deve ser limitada a 40% do capacidade, com a distância mínima de 1,5 metro entre as mesas. Confira aqui mais detalhes de como alguns dos principais nomes do setor estão se preparando para a reabertura, como apurou o editor sênior Arnaldo Lorençato.

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O protocolo oficial será assinado neste sábado (4) pelo prefeito. O governo afirmou que as medidas de segurança devem ser seguidas à risca. “Ainda temos uma pandemia para controlar”, afirmou a secretária estadual de Desenvolvimento Econômico, Patrícia Ellen.

 

 



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Governo quer recriar TV Brasil Internacional para melhorar imagem lá fora

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Com a imagem do Brasil desgastada no exterior pela política ambiental e por passos em falso no enfrentamento à pandemia do coronavírus, o governo Jair Bolsonaro planeja recriar a TV Brasil Internacional. A programação do canal será voltada para o público estrangeiro no momento em que o país enfrenta uma crise de credibilidade que ultrapassa a fronteira doméstica.

Uma das ideias do ministro das Comunicações, Fábio Faria, é tornar disponível o conteúdo da TV Brasil Internacional pelo serviço de streaming, para ser acessado por smartphones, tablets e televisões ligados à internet, além de usar programas já realizados pela Empresa Brasileira de Comunicação (EBC).

As críticas da imprensa e organismos estrangeiros incomodam o governo, para quem as notícias não correspondem à realidade. No encontro da Cúpula do Mercosul, realizado ontem por videoconferência, Bolsonaro afirmou que buscará um esforço para “desfazer opiniões distorcidas” sobre a política ambiental do Brasil no exterior.

A proposta de usar o streaming é uma das alternativas para executar o projeto sem aumentar os custos para a emissora pública. Fábio Faria se comprometeu com o presidente Bolsonaro — que diversas vezes já defendeu a privatização da EBC — a tornar o conglomerado de emissoras de TV, rádio e agência de notícias mais eficiente. Embora a EBC esteja na lista das empresas que devem ser privatizadas, a venda não ocorrerá agora porque antes será necessário “enxugar” a companhia.

A preocupação do Palácio do Planalto com o impacto das turbulências no exterior tem aumentado por motivos bem pragmáticos. Recentemente, por exemplo, um grupo de 29 instituições financeiras internacionais fez um alerta ao governo brasileiro sobre os riscos de saída dos investimentos do país, após a constatação de falhas no combate ao desmatamento. Com fundos de aproximadamente 3,7 trilhões de dólares, o grupo exigiu que o Brasil barrasse o desmatamento, que assume proporções cada vez maiores.

Resposta

O governo prepara agora uma resposta direta aos bancos, como mostrou o Estadão, detalhando dados das áreas do Meio Ambiente, Agricultura, Defesa, Justiça e Itamaraty. Sob pressão, o Palácio do Planalto também pediu ao chanceler Ernesto Araújo uma prestação de contas da política externa brasileira, com relatório de gestão de todas as representações diplomáticas.

Araújo e o titular do Meio Ambiente, Ricardo Salles, estão no centro de um tiroteio que envolve a imagem do Brasil no exterior. Os dois ministros são considerados problemáticos por integrantes do próprio governo e Bolsonaro tem sido aconselhado a substituí-los, como revelou o Estadão.

Na outra ponta, o enfrentamento da pandemia do coronavírus também pôs o Brasil no rumo das críticas estrangeiras. Com mais de 61.000 mortes e quase 1,5 milhão de casos confirmados, o país teve dois titulares da Saúde demitidos durante a crise e a pasta continua sob comando de um ministro interino, o general Eduardo Pazuello.

A alta comissária das Nações Unidas (ONU) para Direitos Humanos, Michelle Bachelet, criticou o Brasil e outros países que negam o contágio viral, na última terça-feira, sob o argumento de que isso pode ampliar a crise sanitária.

O jornal americano The New York Times, por sua vez, dedicou seu podcast de ontem à discussão sobre o que deu errado na condução da pandemia no Brasil, o segundo país em número de mortes e casos, ficando atrás apenas dos Estados Unidos. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Indicado para Educação é sócio de gigante que faz de tablet a brinquedo

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Renato Feder, atual secretário da Educação do Paraná escolhido como novo ministro da Educação do governo Jair Bolsonaro, foi um executivo de sucesso antes de mergulhar na política. Co-presidiu, entre 2003 e 2018, a paulista Multilaser, e ajudou na guinada de estratégia da companhia que nasceu em 1987 no ramo de reciclagem de cartuchos de impressoras e hoje produz de tablets a brinquedos.

No fim de 2018, Feder decidiu deixar a gestão da Multilaser para construir uma carreira no setor público. Desde então, não tem cargo na administração da companhia, mas permanece como acionista minoritário.

A Multilaser foi fundada pelo polonês Israel Ostrowiecki, que migrou ao Brasil com os pais fugindo da Segunda Guerra Mundial e é pai do atual presidente, Alexandre Ostrowiecki. Alexandre assumiu a empresa após a morte do pai, em 2003, e dividiu o comando com o amigo de infância e sócio Renato Feder.

A empresa percebeu que o negócio de cartuchos tinha um limite para expansão e muitos concorrentes. Pensando nisso, a empresa lançou uma nova linha de produtos de informática, setor que tornaria a Multilaser conhecida em todo o Brasil.

A expansão do portfólio da Multilaser se acelerou em 2013, com o lançamento da linha Multikids, com produtos como mochilas, brinquedos e jogos para crianças. A partir daí, a companhia não parou mais: vieram nos anos seguintes marcas como a Atrio, de artigos esportivos, a Pulse, de equipamentos de som, ou a MultilaserPro, de equipamentos para sistemas de internet, como cabos de fibra óptica.

O mais recente lançamento foi a Warrior, marca de equipamentos para jogos, como cadeiras e mouses e teclados especializados. A empresa também tem uma linha de brinquedos sob a marca Multikids.

Novas apostas

No final de 2019, a empresa lançou , sua primeira loja física em São Paulo, localizada no piso térreo do Shopping Pátio Paulista. Na ocasião, a empresa também lançou o smartphone chamado Multilaser H, que tem tela de 6,3 polegadas com resolução Full HD (1080p), câmera traseira tripla e processador Snapdragon 710, o mesmo usado pela Motorola no celular com tela flexível Razr.

A nova loja vende cerca de 400 produtos, dentre os mais de 3 mil do portfólio da companhia brasileira. Alguns exemplos são celulares, notebooks, tablets, patinetes, alto-falantes com Bluetooth e acessórios para computadores. A Multilaser não tem plano de criar franquias de suas lojas pelo país, mas irá testar, em breve, lojas dentro de redes de varejo parceiras.

Em 2020, a aposta da empresa brasileira é oferecer produtos para a casa conectada. A linha Liv chegou ao mercado em maio e conta com 14 dispositivos, como tomada inteligente, controle remoto universal, câmera com detecção de movimento, fechadura biométrica e sensor de presença. Os dispositivos são compatíveis com inteligências artificiais que obedecem a comandos de voz, como a Amazon Alexa e o Google Assistente. Os produtos poderão ser controlados por meio do aplicativo chamado Multilaser Liv, que está disponível para smartphones com sistema operacional Android e iPhones.

Em junho, a Nokia se aliou à brasileira para trazer ao país seu novo smart­phone, o Nokia 2.3. “Trabalhar com uma empresa local séria e bem estabelecida é uma estratégia interessante para distribuir produtos de forma eficiente e evitar armadilhas”, disse Alexandre Ostrowiecki, presidente da Multilaser, à EXAME na ocasião.

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A maior preocupação de Guedes: os beneficiários do auxílio emergencial

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O pior já passou. Para o ministro da Economia, Paulo Guedes, o momento mais nefasto da crise causada pela pandemia de Covid-19 aconteceu em abril e, agora, é hora de começar a olhar para frente. Até o momento todo o foco da equipe econômica, ampliada para além das fronteiras do ministério — o que incluiu o Banco Central, os Ministérios da Cidadania e do Desenvolvimento Regional, além da Casa Civil —, estava na criação de medidas que sustentassem um mínimo de atividade econômica. O diagnóstico é que uma catástrofe foi impedida, principalmente, por causa da implementação do auxílio emergencial. Com os olhos no futuro, sabe-se que não será possível manter o programa, que custa 50 bilhões de reais ao mês. A prioridade do ministro é encontrar uma maneira para tirar milhões de beneficiários do programa e trazê-los de volta para o mercado de trabalho.

Segundo um assessor direto do ministro, o social é a prioridade número 1 de Guedes. Mas como arrancar 64,9 milhões de brasileiros da dependência do governo e colocá-los no mercado de trabalho em tempos de lenta recuperação?

Os planos não estão fechados ainda, mas os alicerces dessa construção já foram planejados. Guedes, mesmo que seja um bastião da escola econômica liberal, entende que no Brasil o desenvolvimento virá pelo crescimento do poder de consumo das classes mais baixas. Portanto, a palavra de ordem do ministro é emprego. Nas análises internas do Ministério da Economia, os programas de redistribuição de renda ajudaram a reduzir a miséria no país, mas também mantiveram congelados 38 milhões de brasileiros, entre eles os que viviam do Bolsa Família. Por tanto, eles serão a base dos estudos técnicos para permitir que todo o contingente de dependentes do governo ascenda ao mercado de trabalho e voltem a consumir com vigor.

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CAPA-DE-VEJA-2694-V-1 A maior preocupação de Guedes: os beneficiários do auxílio emergencial
Governo Bolsonaro: Sinais de paz Leia nesta edição: a pacificação do Executivo nas relações com o Congresso e ao Supremo, os diferentes números da Covid-19 nos estados brasileiros e novas revelações sobre o caso Queiroz

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Os alicerces passam pela implementação da carteira de trabalho verde-amarela, que será ampliada. Guedes acredita que a costumeira carteira azul é um mal a ser combatido, pois ela é a maior responsável pelo gigantesco número de trabalhadores informais. Segundo o IBGE, eram mais de 42 milhões até o início da pandemia. A crise sanitária fez esse volume despencar para 37 milhões, fruto da dispensa de 5 milhões de brasileiros que não possuem acesso à rede de proteção social que é fornecida aos trabalhadores que estão sob o regime da CLT. Entre o máximo de proteção e nenhuma proteção, Guedes quer criar um meio termo. Dependerá de uma excelente articulação no Congresso, uma vez que a primeira tentativa de passar a implantação deste novo regime foi rechaçada pelos parlamentares e, com medo da não aprovação da medida, o governo revogou a Medida Provisória que instituiu o programa.

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A reforma tributária é o segundo foco da ação governamental. Guedes não cansa de dizer que é preciso desonerar a folha de pagamentos das empresas privadas. Por isso, vai enviar, na proposta de reforma tributária do governo, a previsão de criação do Imposto sobre Transação Financeira (ITF), que lembra em muito a CPMF — ao menos na forma de sua cobrança. A despeito dos economistas críticos ao imposto, o ministro não vê alternativa melhor para permitir uma ruptura na onerosa relação de trabalho no país.

Por último, mas não menos importante, quer ampliar os serviços de qualificação profissional. Apesar de já existirem programas, como o famigerado Pronatec, internamente, entende-se que a baixa escolaridade do brasileiro é o principal motivo para a baixa produtividade da indústria e da economia, de forma geral. Assim como a carteira verde-amarela, esse programa não estará voltado apenas para jovens em busca do primeiro emprego, mas para toda a população adulta que busca uma recolocação profissional. É uma mudança de pensamento forçada pela pandemia, que obrigou Guedes a olhar com mais carinho para o social.



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'Festas Covid' para ver quem se infecta primeiro nos EUA são Fake News

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Esta semana, a mídia americana noticiou que estudantes universitários de Tuscaloosa, no Alabama, estavam dando festas com convidados infectados pela Covid-19 e apostando para ver quem se contaminava primeiro. No entanto, a história não passa de um rumor.

Na quarta-feira (1º), um membro do Conselho da cidade chegou a afirmar à ABC News que estavam rolando as chamadas “Festas Covid”. Já a vereadora de Tuscaloosa, Sonya McKinstry, também confirmou as festas, mas com um pé atrás. “Eles colocam dinheiro em um pote e quem pegar a doença primeiro ganha o pote. Isso não faz sentido”, disse. 

A veracidade da história ganhava força, ainda mais com a declaração do chefe dos bombeiros de Tuscaloosa, Randy Smith. “Achamos que isso era um boato a princípio”, declarou aos membros do Conselho da cidade. “Fizemos algumas pesquisas. Não apenas os consultórios médicos confirmam, mas o estado confirmou que eles também tinham a mesma informação”.

No entanto, o chefe dos bombeiros não disse o que estava sendo feito para conter o comportamento ou de quais escolas eram os alunos envolvidos.

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Reprodução

Chefe dos bombeiros de Tuscaloosa dá declaração ao Conselho da cidade. Foto: Governo de Tuscaloosa/Facebook

Entenda o desenrolar do caso

Esta não é a primeira vez que se espalham Fake News sobre a disseminação de “Festas Covid” que, de fato, não estão acontecendo. Em março, o governador do Kentucky, Andy Beshear, anunciou durante uma atualização diária de saúde pública que um caso no estado havia sido vinculado a uma dessas festas. Sua declaração foi respeitosamente transmitida como notícia pela CNN, NPR, The Washington Post e outros meios de comunicação.

Então, em abril, o New York Times publicou um artigo da epidemiologista Greta Bauer, abordando “sete razões pelas quais sua ‘Festa Covid’ é uma má idéia”.Na época, ela se baseou em rumores de que esses eventos estavam acontecendo.

Esses rumores ganharam força no início de maio, quando um oficial de saúde pública em Walla Walla, Washington, alegou ter descoberto, por meio de contatos, que pelo menos dois pacientes haviam participado deste tipo de festa. Dois dias depois, a mesma autoridade de saúde pública admitiu que estava enganada.

Apesar de não existirem festas para apostar quem se infecta primeiro com o coronavírus, muita gente tem se reunido, muitas vezes sem proteção, principalmente no Brasil. Lembre-se, todo cuidado é pouco!

Via: Wired/ABC News

 



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José Serra é denunciado pela Lava-Jato por lavagem de dinheiro

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O senador e ex-governador de São Paulo José Serra (PSDB), 78, foi denunciado pelo Ministério Público Federal (MPF) por lavagem de dinheiro. Sua filha, Verônica Serra, também foi acusada pelos mesmos crimes. Nesta sexta-feira (3), policiais federais bateram à porta do tucano, na capital paulista, para uma operação de busca e apreensão da Operação Lava-Jato. Outros sete mandados estão sendo executados em São Paulo e no Rio de Janeiro.

Segundo a denúncia do MPF,  Serra “valeu-se de seu cargo e de sua influência política para receber, da Odebrecht, pagamentos indevidos em troca de benefícios relacionados às obras do Rodoanel Sul“, nos anos de 2006 e 2007. “Milhões de reais foram pagos pela empreiteira por meio de uma sofisticada rede de offshores no exterior, para que o real beneficiário dos valores não fosse detectado pelos órgãos de controle”, afirmam os procuradores no documento protocolado na Justiça Federal.

Segundo as denúncias, um lobista chamado José Amaro Pinto Ramos, juntamente com Verônica, constituiu empresas ocultas no exterior para poder receber as propinas. “Neste contexto, realizaram numerosas transferências para dissimular a origem dos valores, e os mantiveram em uma conta de offshore controlada, de maneira oculta, por Verônica Serra até o final de 2014, quando foram transferidos para outra conta de titularidade oculta, na Suíça.”, ainda segundo a denúncia do MPF.

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Claro lança primeiro 5G comercial no Brasil

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20191219025106_860_645_-_claro Claro lança primeiro 5G comercial no Brasil

A Claro anunciou nesta quinta-feira a chegada da tecnologia 5G DSS a sua rede. Assim, a operadora promete ser a primeira a ativar uma rede comercial 5G no país – antes mesmo da realização do leilão do espectro de frequências destinado à conexão de quinta geração.

Segundo a Claro, a tecnologia fornece conexões doze vezes mais velozes que o 4G convencional. A novidade chega ao país simultaneamente ao Motorola Edge, o primeiro aparelho compatível com a tecnologia de quinta geração a ser lançado por aqui.

Nossa equipe conversou com o vice-presidente da 5G Americas, Jose Otero, e produziu uma reportagem para explicar todos os detalhes dessa tecnologia. Quer entender melhor o que significa a chegada do 5G DSS antes mesmo do leilão das faixas de frequências específicas? Acesse nosso portal, www.olhardigital.com.br.



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“Do pastel à degustação, muito freguês não se cuida”, conta feirante

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“Quando tudo isso começou, as pessoas não levaram a sério. Ninguém de máscara, e a feira continuou normalmente. Passados os primeiros quinze dias de quarentena, e com o número de mortos aparecendo, as pessoas começaram a se cuidar mais. Nós, os feirantes aqui da Zona Leste, entramos em comum acordo de oferecer álcool em gel em toda barraca, além de máscaras. Cortamos a degustação também, tudo pensando em não sofrer restrições da prefeitura.

Nosso movimento caiu em torno de 40%. As pessoas ainda vêm à feira, mas não compram quase nada. Mantivemos todos os nossos funcionários, claro, mas tivemos de cortar despesas em casa: nada de compras parceladas ou gastos supérfluos. Meu pai estava com um projeto de construir algumas casas para alugar, mas cancelamos. Quem sabe em 2021.

Ainda que a gente tome todos os cuidados, nossa maior dificuldade tem sido os clientes. Veja bem: instalamos pias de inox perto de várias barracas, principalmente da do pastel e do caldo de cana, para as pessoas higienizarem as mãos. Muitas se recusam, dizem que não precisa. Fora as que continuam comendo na frente da barraca, desrespeitando a norma de “pastéis, só para viagem”. Com medo de perderem o freguês, os donos das tendas de comida não falam nada, e o problema fica por isso mesmo.

A barraca da minha família vende queijos. Meu pai, com mais de trinta anos de feira, gosta de oferecer degustações aos clientes, mas cortamos essa prática logo no início da quarentena. Mesmo assim, tem gente que chega aqui e pede para provar. Alguns, quando ouvem a nossa recusa, ainda falam “mas não tem ninguém olhando”. A questão não é essa, estamos em pandemia, os casos estão aumentando, então precisamos ter consciência. Você oferece álcool em gel à pessoa e ela se recusa a passar, diz que já se higienizou no carro. Oferecemos máscaras, com custo que sai do nosso bolso, mas mesmo assim tem cliente que só diz não, que é bobeira. Meu pai tem 64 anos, é cardíaco e precisa continuar trabalhando. Fico com medo de ele se contaminar, de eu pegar. Recentemente perdemos um parente, que também trabalhava com queijos, para a Covid-19. No começo achou que não tinha nada, continuou indo trabalhar. Depois de um tempo foi internado e não durou uma semana, já veio a óbito.

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ROP_3650 “Do pastel à degustação, muito freguês não se cuida”, conta feirante
“Nosso movimento caiu em torno de 40%. As pessoas ainda vêm à feira, mas não compram quase nada.”, conta o comercianteRogério Pallatta/Veja SP

Querendo ou não, é uma linha de frente, né? Atendemos de 500 a 600 pessoas por dia de feira. Eu sei que estou me cuidando, mas e o próximo? Já presenciei pessoas de idade falando “essa porcaria não vai me pegar, não”. É difícil lidar com isso. Eu não me sinto deprimido nem nada, acho que por estar saindo de casa não me afetou dessa forma, mas eu vivo com um constante medo de me contaminar.

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Nós, feirantes, temos feito todo o possível para evitar o contágio. Além das medidas básicas, suspendemos a xepa, por acumular muitas pessoas em busca dos preços mais baixos. Estamos trabalhando com os valores numa média entre o que custa no começo da feira e no final, assim nem cliente nem feirante são prejudicados. Mas sempre tem os que não cooperam. Tivemos o caso de um comerciante aqui da Zona Leste que pegou o coronavírus e continuou vindo para a feira, disse que iria trabalhar de qualquer jeito. Quem nos avisou foi a própria esposa dele, que não queria que ele saísse de casa. Fomos até a sua barraca e dissemos que aqui ele não iria vender nada, fizemos ele ir embora. Não tem como deixar uma coisa assim acontecer.

Muitos clientes de mais idade gostam de vir aqui conversar, temos amizade com eles. Durante todo esse tempo, eles se mantiveram em casa, mas depois de três meses já não aguentam mais ficar isolados, sentem falta de sair, de colocar a conversa em dia. Temos orientado que venham de manhã bem cedo, assim não tem aglomeração e eles não correm tanto risco. E mantemos a distância, claro.

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Em casa somos eu, meu pai, minha tia, meu tio e meu primo. Quando nós voltamos do trabalho, tiramos toda a roupa, deixamos em um cesto separado só para isso e lavamos as peças em máquinas diferentes: uma para as roupas da feira e outra para as que não usamos para sair. Dentro de casa passamos álcool nas superfícies toda hora, e uma vez por semana nosso quintal, que é grande, é higienizado com cloro junto com o caminhão que leva os produtos.

É importante ressaltar que tem muito feirante fazendo trabalho voluntário em meio a esse caos. Temos doado caixas de frutas e verduras a comunidades como a da Brasilândia, muito afetada pela doença. Outros têm contratado moradores de rua, ex-presidiários, pessoas que encontram dificuldade para conseguir emprego. Temos de nos unir.”

Publicado em VEJA SÃO PAULO de 8 de julho de 2020, edição nº 2694. 



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Nasa testa foguete que levará astronautas à Lua

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20200702041858_860_645_-_eclipse_penumbral_da_lua Nasa testa foguete que levará astronautas à Lua

Depois dos atrasos provocados pela pandemia de covid-19, o desenvolvimento do Sistema de Lançamento Espacial da Nasa finalmente foi retomado. O foguete do estágio principal da missão Artemis I foi ligado e passou por uma verificação completa dos sistemas.

O teste avaliou o hardware de voo do estágio principal, que controla os primeiros oito minutos de lançamento. O foguete fornecerá quase uma tonelada de empuxo para ajudar a lançar Artemis I. Ela deve ser a primeira de uma série de missões que pretende levar a primeira mulher à Lua até 2024.



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“Enem deveria ser transferido para o meio do ano que vem”, diz Schneider

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Como as escolas de Nova York têm lidado com o coronavírus?

A pandemia chegou aqui com dois terços do ano letivo cumpridos (o calendário vai de setembro a junho). O último terço foi de maneira remota, tanto nas escolas particulares quanto nas públicas. Agora estão todos de férias, mas a retomada das escolas, a princípio marcada para o mês de setembro, ainda é incerta. Há universidades dizendo que só voltarão a ter aulas presenciais em janeiro do ano que vem.

Assim como São Paulo, Nova York é uma cidade desigual. Qual o impacto disso na educação pública durante a quarentena?

A prefeitura de Nova York entregou 300 000 tablets com internet para os alunos que não dispunham de equipamentos em casa. Fizeram censo muito rápido e mapearam os que não tinham acesso. A rede municipal aqui tem 1,1 milhão de alunos, praticamente o mesmo número da paulistana.

A diferença de aprendizado entre estudantes pobres e ricos no Brasil pode ganhar novos degraus por causa da pandemia?

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Sem dúvida alguma. No Brasil, há muita gente que não tem sequer equipamento suficiente nem lugar adequado para estudar. Há famílias de cinco pessoas morando em um, dois cômodos. Das cinco, duas ou três são crianças. Como acompanhar o aprendizado dessas pessoas nessas condições?

Repetir todo mundo ou aprovar todos seriam duas possibilidades?

As duas alternativas são ruins e penalizam os mais pobres duas vezes. O ideal seria flexibilizar o currículo e entender este e o próximo ciclos como um só. O que não for possível ensinar nesses meses, por causa da ausência de aulas, poderia ser distribuído ao longo do ano que vem. Outros países estão fazendo isso. Qualquer alternativa diferente vai provocar uma barbárie educacional.

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E o ensino em tempo integral na retomada das aulas poderia ser uma saída para suprir o tempo perdido?

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O ensino integral depende de espaço. Mais escolas teriam de ser construídas. E também há uma questão de investimento, não sei se estados e municípios dispõem de condições no momento. Mas é possível reduzir as desigualdades procurando apoiar quem mais precisa, a partir da própria avaliação do professor, estruturando reforços, acompanhando a aprendizagem e, eventualmente, até com um programa que promova a conectividade das pessoas, não só das escolas.

Na prática seria levar internet junto com a luz?

Isso. Não é uma questão simples nem barata. Mas o Brasil precisa começar a pensar em garantir que as pessoas tenham conexão com a internet. Aliás, isso deveria ser um direito e poderia ser um programa público. É caro, mas está na hora de começar.

Como deverá ser o retorno de alunos e professores aqui?

A principal política deve ser de acolhimento de todos. A pandemia, com isolamento, cria uma série de problemas mentais. Antes de começarem com a recuperação da aprendizagem, as escolas precisam construir um plano para que todos possam se conectar novamente e reconstruir laços de afeto. Ninguém aprende ou ensina com a cabeça ruim.

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Os professores sairão mais valorizados desta pandemia?

Vai ser importante a retomada do respeito pela profissão, da autoridade do professor na sala. Obviamente, quando os pais participam, a escola fica melhor. Mas a participação deles tem de ser na melhora no coletivo. Mas muitos atravessam a fronteira e entendem que eles têm de dizer como o professor deve exercer seu ofício. Ou, o mais grave, entendem que o professor não tem direito de chamar a atenção de um estudante. Talvez este seja um bom momento de reflexão. Estamos vendo com nossos filhos como é difícil colocá-los na frente de um computador ou tablet.

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“A quarentena é um período curto diante da vida escolar de crianças e adolescentes. Se o trabalho for benfeito, a pandemia passa e eles não terão perdas ao longo da vida”

Este período de quarentena vai fazer falta no total dos anos escolares dos nossos alunos?

Estamos falando de um período curto diante da vida escolar de crianças e de adolescentes. Mas, como eu disse, o desafio não será pequeno, principalmente com os mais vulneráveis. Se o trabalho for benfeito, a pandemia passa e as crianças não terão perdas ao longo da vida.

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Mas para quem vai prestar o vestibular ou o Enem as perdas já estão aparecendo.

O Ministério da Educação deveria transferir a prova do Enem para meados do ano que vem. Deveria também fazer acordo com universidades para os alunos que entrarem no 1º ano começarem logo depois da prova. Ou seja, atrasar a entrada do 1º semestre. E nesse período os secretários estaduais e municipais, a quem está vinculado o ensino médio, e mesmo as escolas particulares, podem fazer um reforço. Vamos ver como o próximo ministro vai se sair (Carlos Alberto Decotelli pediu demissão na terça 30).

Como o senhor avalia a política educacional do governo federal?

Infelizmente eles patinaram nesse período todo de governo, olhando mais para questões ideológicas do que para a educação em si. É importante que o ministro da Educação, seja ele quem for, tenha uma conduta diametralmente oposta à dos anteriores. A educação no Brasil andou para trás.

O que o senhor foi estudar nos Estados Unidos?

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Vim fazer duas pesquisas na área de primeira infância na Universidade Columbia, onde atuo como professor-adjunto. Uma delas é sobre o impacto do não acesso à creche no emprego das mulheres. A outra é sobre desempenho escolar. Mas vou embora no meio de julho. Em agosto eu assumo o Instituto Singularidades, que atua na formação de professores.

Vida pública nunca mais?

Escolhi seguir carreira fora da área pública. Por isso considero minha desfiliação ao PSD (quando saiu da prefeitura, em janeiro de 2019) uma questão importante.

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Publicado em VEJA SÃO PAULO de 8 de julho de 2020, edição nº 2694.  





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