domingo, janeiro 19, 2020
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Startup brasileira faz sucesso na Estônia

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20191023080908_860_645_-_estonian_mafia Startup brasileira faz sucesso na Estônia

A OriginalMy é uma startup brasileira que se estabeleceu em Talin, a capital da Estônia. Um dos motivos foi o fato de a tecnologia desenvolvida pela companhia ser extremamente avançada e pouco compreendida no Brasil. A empresa usa blockchain para autenticar documentos, o que causou controvérsia nos órgãos reguladores nacionais. Na Estônia, a tecnologia blockchain é usada pelo governo para confirmar a autenticidade de registros e dados.

A startup existe desde 2015, mas ainda não faz um ano que Edilson Osório Júnior, seu fundador, chegou a Talin para fazer da cidade sua base. A instalação no norte europeu começou com a adesão ao programa e-residency, que permite que qualquer um seja um cidadão digital da Estônia e possa ter uma empresa que opere legalmente por lá.

Depois, veio a ideia de fixar a companhia na capital estoniana. Assim que se mudou para Talin, Osório Júnior tratou de procurar tornar a companhia legal: organizou os papéis necessários e os apresentou ao governo local. Cerca de dois meses depois, recebeu a confirmação de que estava tudo em ordem.

E, assim, ele obteve um visto de trabalho para a startup e uma permissão para morar no país pelos próximos cinco anos. De quebra, tornou-se um caso de sucesso e passou a representar o governo estoniano frequentemente em diferentes eventos ao redor da Europa. Hoje, a OriginalMy funciona no Lift99, um coworking no bairro de Telliskivi que tem como parceiras muitas das startups unicórnio do país.

O combate às fake news é uma das frentes em que a OriginalMy atua mais fortemente. A tecnologia da companhia foi usada nas eleições de 2018 pelo candidato Fernando Haddad: ele registrou seu plano de governo na blockchain para evitar que suas propostas fossem modificadas. A OriginalMy ainda mantém um escritório comercial no Brasil, mas transformou a unidade da Estônia em sua matriz.



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Computação quântica vai mudar todos os paradigmas

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20191227100929_860_645_-_computacao_quantica Computação quântica vai mudar todos os paradigmas

Uma computação totalmente nova. É assim que deve ser a computação quântica. O tema tem estado cada vez mais presente e levantado especulações de como isso pode mudar o cenário tecnológico. Mas o que, exatamente, significa o termo quântico?

O conceito vem da física. Diferentemente da física clássica, aquela que vivenciamos no dia a dia, a física quântica é a que rege os elementos cujas dimensões são próximas ou abaixo da escala atômica, como moléculas, átomos, elétrons, prótons e outras partículas.

As interações entre eles são diferentes das que ocorrem na vida cotidiana — onde é possível descrever os estados de movimento dos corpos. No universo quântico, não é possível determinar, por exemplo, exatamente onde um objeto se encontra ou em que velocidade.

A física quântica surgiu em 1900, dos estudos de Max Planck. Depois, Albert Einstein os confirmou em 1905. Em 1924, Louis De Broglie também contribuiu para o tema. E houve ainda outros físicos se sucederam na descrição desses fenômenos.

Um dos grandes expoentes é Richard Feynman, que desenvolveu a teoria que permite entender as bases da eletricidade, dos raios-X e do magnetismo. Por isso, ganhou o Prêmio Nobel de Física em 1965.

Todos esses estudos foram essenciais para o desenvolvimento da informática quântica nos anos 1980. Essa nova computação se apoia em um dos princípios fundamentais da física quântica: o da superposição.

Segundo ela, um objeto pode ter dois estados ao mesmo tempo. É como se uma moeda pudesse ser, simultaneamente, cara E coroa. Nas situações do dia a dia, ao contrário, ela só pode ser uma coisa — nunca as duas ao mesmo tempo.

E isso muda tudo. Como essa nova computação usa a superposição, ela se afasta do sistema binário, que é usado atualmente. Então, em vez de ligado ou desligado, vai ser possível ter um ‘meio ligado’, por exemplo. Assim, os processos internos da máquina serão mais fluidos e mais próximos do raciocínio humano.

Nesse contexto toda a arquitetura computacional atual não servirá mais. Serão necessárias novas máquinas, novas linguagens de programação e novos algoritmos. É o estabelecimento de um novo paradigma.

Embora os estudos tenham avançado muito recentemente, ainda estamos longe de ter um computador ou um celular quântico em casa. Todos os desenvolvimentos da tecnologia requerem muito investimento e, ainda, muita pesquisa.

Os primeiros passos, entretanto, já estão sendo dados por grandes empresas e até governos. Nos EUA, a Lei Nacional da Iniciativa Quântica, aprovada em dezembro de 2018, destina US$ 1,2 bilhão para o desenvolvimento da computação quântica no país.

O Google, por sua vez, criou o processador Sycamore. O sistema é capaz de fazer, em menos de três minutos e meio, um cálculo que levaria 10 mil anos se fosse executado por uma supercalculadora.

Empresas como IBM e Microsoft também têm atuado nesse segmento. A IBM, por exemplo, abriu, em setembro, seu primeiro Centro de Computação Quântica, nos EUA. Lá, ela desenvolve o IBM Q System One. Já a Microsoft criou a linguagem Q# (lê-se Q Sharp) e tem um kit de desenvolvimento quântico gratuito que pode ser adquirido por qualquer interessado.



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Provedores de internet de pequeno porte ampliam a conectividade no Brasil

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20191025091806_860_645_-_internet Provedores de internet de pequeno porte ampliam a conectividade no Brasil

Ter internet em casa hoje em dia, não é nenhum luxo, e sim, uma necessidade. Números divulgados pela Agência Nacional de Telecomunicações informam que mais de um milhão de domicílios brasileiros passaram a contar com o serviço de banda larga fixa nos últimos 12 meses. Cerca de 60% da população brasileira já conta com internet dentro de casa. Esse crescimento foi sustentado pelas Prestadoras de Pequeno Porte, as PPPs, que são pequenos provedores de internet com no máximo mil funcionários e menos de um milhão e meio de assinantes. Elas concorrem diretamente com as grandes concessionárias, e são responsáveis por levar tecnologia principalmente à lugares mais afastados dos grandes centros, como bairros periféricos e cidades pequenas.

Há 3 anos, o empresário Marcelo Corradini, abriu um provedor de internet em Caieiras, interior de São Paulo. Antes, a cidade de 95 mil habitantes era abastecida apenas por uma grande concessionária. Para entrar no mercado, a proximidade com a população foi um diferencial.  

Dona Yvelise, moradora de um bairro afastado em Caieiras, optou por trocar o provedor de internet da sua casa por um provedor regional.

Se em Caieiras havia a necessidade de novos provedores, imagina no resto do Brasil. Para se ter uma ideia, esse mercado cresce de 20 a 25% ao ano. São mais de 11.000 mil provedores espalhados pelo país, principalmente na região nordeste. Além de chegar à lugares distantes, outro fator influenciou para a proliferação de pequenos provedores pelo Brasil. Em 1995, quando foi aberto o mercado de internet em terras brasileiras, as grandes concessionárias foram proibidas pelo Ministério das Telecomunicações de ter acesso discado, e apenas empresas privadas tiveram esse direito. Com o tempo, as operadoras de telefonia também puderam concorrer ao mercado de internet, mas, sem dúvida, isso ajudou a aumentar o número das PPPs.

O valor pela internet nos pequenos provedores acaba sendo equivalente ao valor cobrado pelas gigantes do meio como a Oi, a Vivo, Net e a Claro. Já a tecnologia de fibra óptica também está presente nessas empresas. Hoje, são os pequenos provedores que são os responsáveis por 54% de todos os clientes no país que têm fibra óptica chegando em casa.

Para o ano que vem, os pequenos provedores já estão mirando o 5G. Eles estão negociando com a Anatel e o Ministério das Telecomunicações para participar do leilão do 5G, que está previsto para acontecer em março de 2020. O objetivo é achar um modelo de leilão que tenha espaço eles participarem.



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Entenda como a luz azul emitida pelo seu celular afeta sua vida

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20190405070719_860_645_-_luz_azul Entenda como a luz azul emitida pelo seu celular afeta sua vida

Não importa a cor da imagem, a intensidade do brilho, saturação e tudo mais. A luz que sai das telas – seja do seu computador ou do smartphone – é conhecida sempre como “luz azul”. A gente aprendeu na escola: a luz é formada por espectros de infinitas cores. A chamada “luz azul” é só um intervalo visível da luz que nossos olhos enxergam.

O ser humano está exposto à luz azul desde sempre, afinal o Sol é uma das principais fontes dela. Mas o que chama atenção e até preocupa é que mais recentemente nossos olhos estão cada vez mais pregados em fontes artificiais dessa luz azul; as telas! E isso não é muito interessante…

Alguns estudos com animais apontam que a luz azul dos LEDs foi capaz de causar danos nas células da retina. A exposição exagerada provocou perda de células fotorreceptoras em macacos. E, pior: em ratos de laboratório, a iluminação LED foi prejudicial aos olhos até mesmo em níveis de exposição normais. Pouco se sabe ainda sobre os efeitos sobre nós, seres humanos. Mas pesquisadores da Universidade de Toledo, nos Estados Unidos, publicaram um estudo dizendo que, sim, a exposição crônica à luz azul pode aumentar o risco de desenvolvimento de degeneração macular e outros problemas relacionados à visão.

Curioso é que esses danos variam de acordo com o horário. A intensidade dos efeitos nocivos é de três a quatro vezes maior durante a noite do que durante o dia – isso explica porque o Sol nunca foi assim tão vilão nessa história.

Além de nos permitir enxergar, a exposição à luz regula nosso relógio biológico. Hoje em dia, muita gente reclama de dificuldade de dormir e mal sabe que esse problema pode estar diretamente ligado ao uso do celular; mais especificamente à luz azul emitida pela tela do aparelho. Isso mesmo, a luz azul é capaz de bloquear a produção da melatonina pelo organismo, o hormônio do sono. Durante o dia, tudo bem, a luz até nos ajuda a ficar acordados. Mas o uso durante a noite pode fazer com que o usuário perca o sono ou ainda durma mais leve e sem o devido descanso.

A preocupação com a luz azul não é motivo para desespero de ninguém. Até porque, além dos problemas com o sono, nada é certo. Mas é bom estar sempre alerta. Exageros não são bons, nunca. Para garantir uma noite de sono melhor, principalmente para aqueles que não conseguem desgrudar do telefone até na hora de ir pra cama, muitos aparelhos já trazem a função de ativar um filtro que impede a emissão da luz azul de forma nativa. Se não for o caso do seu smartphone, já existe alguns aplicativos que oferecem a mesma função…



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Regina Duarte pede mais tempo para decidir se assume Cultura, diz jornal

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A atriz Regina Duarte ainda não decidiu se aceitará o cargo de secretária especial da Cultura oferecido a ela pelo presidente Jair Bolsonaro na sexta-feira 17.

Mas, segundo a coluna Monica Bergamo, do jornal Folha de S.Paulo, a atriz pediu neste sábado 18 a membros da equipe do presidente para anunciar sua decisão somente na segunda-feira 20. Quando a oferta de Bolsonaro veio à tona, a atriz disse que decidiria até a manhã de hoje.

Assumidamente de direita e aliada do presidente Jair Bolsonaro desde que o político se candidatou à Presidência, Duarte já havia sido cotada para cargos no passado.

O jornal O Estado de S.Paulo também afirmou que o governo estuda recriar o Ministério da Cultura (extinto no ano passado, primeiro ano do governo Bolsonaro) para abrigar Duarte. A avaliação, segundo fontes ouvidas pelo jornal, seria de que o nome dela é forte demais para apenas uma secretaria.

A atriz ainda não se pronunciou publicamente desde o convite de Bolsonaro. Os dois devem se encontrar pessoalmente na segunda-feira, no Rio.

Em entrevista ao apresentador Pedro Bial no ano passado, a atriz disse ser chamada de “fascista” por pessoas de oposição ao governo, e disse que sente certa censura por parte de quem discorda de Bolsonaro. “E eu achando que vivia em uma democracia, onde eu tenho o direito de pensar de acordo com o que eu quero. Eu respeito todo mundo que pensa diferente de mim. Não saio xingando as pessoas por aí”, disse.

Referências nazistas

Duarte foi convidada para assumir a secretaria depois da demissão do então secretário, Ricardo Alvim. Em vídeo divulgado na quinta-feira 16, Alvim parafraseou trechos de um discurso de Joseph Goebbels, ministro da Propaganda da Alemanha nazista entre 1933 e 1945 e braço-direito do ditador Adolf Hitler. O governo nazista de Hitler matou mais de seis milhões de judeus antes e durante a Segunda Guerra Mundial. 

Com a repercussão negativa de suas declarações, Alvim foi demitido nesta sexta-feira 17.

“A arte brasileira da próxima década será heroica e será nacional, será dotada de grande capacidade de envolvimento emocional, e será igualmente imperativa, posto que profundamente vinculada às aspirações urgentes do nosso povo – ou então não será nada”, disse o ex-secretário no vídeo, com o objetivo de divulgar um novo prêmio nacional para as artes.

A fala é parecida a um pronunciamento de Goebbels direcionado à diretores de teatro que consta da obra “Joseph Goebbels: Uma biografia”, do historiador alemão Peter Longerich. “A arte alemã da próxima década será heroica, será ferreamente romântica, será objetiva e livre de sentimentalismo, será nacional com grande pathos e igualmente imperativa e vinculante, ou então não será nada.”



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Mandato compartilhado deve continuar nestas eleições, mostra estudo

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Dinâmica crescente no Brasil, a candidatura mediante a formação de chapas coletivas e a proposição de mandato compartilhado deve se manter nas eleições deste ano. Assim avalia o administrador e professor universitário Leonardo Secchi, que coordenou um estudo sobre o assunto, divulgado pela Rede de Ação Política pela Sustentabilidade (Raps).

No volume intitulado “Mandatos Coletivos e Compartilhados: Desafios e possibilidades para a representação legislativa no século 21”, o grupo de pesquisadores pontua que, no Brasil, há um aceno para esse estilo de governar desde a década de 1990. Um mapeamento da equipe identificou um total de 110 candidaturas no Brasil, entre os anos de 1994 e 2018.

Os agrupamentos tinham origem em 17 estados da federação, com vinculação a 22 partidos. Ao todo, as chapas angariaram 1.233.234 votos, sendo que 32 delas derrotaram seus adversários nas urnas.

Em São Paulo, a Bancada Ativista foi a primeira candidatura coletiva a se eleger, em 2018. Como o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) admite tal participação somente quando representada nas urnas por um dos membros, indicou-se a jornalista Mônica Seixas (PSOL) para responder em nome de todos.

Segundo Leonardo Secci, hoje os brasileiros endereçam muitas contestações àqueles que chegam ao poder, por sentir que não há representatividade. A população, diz ele, tem reclamado que os eleitos não seguem a “vontade das ruas” nos mandatos. Por isso, a projeção é de que haja um incremento na parcela de candidatos que pretendem governar com essa qualidade.

No pleito de outubro, serão eleitos prefeitos e vereadores. De acordo com o TSE, o eleitorado do país somava mais de 147 milhões de pessoas, nas últimas eleições, em 2018.

“Isso tem gerado essa tal de crise em dois sentidos: a de criar novas estratégias ou, então, a da radicalização de discursos de uma retomada de ideologia”, afirma o acadêmico, que leciona na Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), instituição de ensino que também apoiou o projeto, em companhia do Instituto Arapyaú. “Essas duas tendências vão ser sentidas, agora em 2020, no mundo e no Brasil também.”

Em entrevista concedida à Agência Brasil, Secchi pontuou ainda que, em oposição à ideologia, se encontra outra forma que os governantes podem assumir: definir ações e politicas públicas com base em “evidências, análise, dados”, mensuração de “custo-benefício e impacto social” e, por conseguinte, accountability, termo em inglês que tem relação com a prestação de contas e a transparência dos atos tomados pelos gestores públicos. “Acredito que o Brasil esteja muito avesso a tudo para que se tenha que pensar demais. As pessoas têm respostas rápidas, muito contundentes e veem a análise como cortina de fumaça”, argumenta.

Associações no exterior

A obra editada pela Raps também lista exemplos de iniciativas observadas em outros pontos do globo. Um deles é o partido político Demoex, que foi fundado em 2002, por alunos e por um professor de filosofia chamado Per Norbäck, em uma escola secundária na cidade de Vallentuna (Suécia). Desacreditando no sistema político então existente, decidiram lançar suas próprias propostas a partir de um partido local composto por eles, já que a Suécia reconhece esse tipo de agremiação política.

“O Demoex/Direktdemokraterna chegou a ter 273 membros ativos e utilizou uma ferramenta de incentivo à participação, compartilhando parte do salário parlamentar com aqueles que fossem mais assíduos nos debates e nas votações on-line”, diz trecho dos pesquisadores, que adicionam que essa pode ser considerada a primeira experimentação contemporânea de sucesso de mandato compartilhado.



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Polícias modificam procedimentos para se adequar a abuso de autoridade

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Em vigor desde o último dia 3, a chamada Lei de Abuso de Autoridade (Lei 13.869/2019) já surtiu ao menos um efeito prático: uma consulta às páginas de instituições de segurança pública na internet revela que, para se ajustar às novas regras, as corporações estão deixando de divulgar fotos e nomes de pessoas detidas que ainda não tenham sido condenadas pela Justiça.

Além de tipificar os crimes de abuso de autoridade, a lei estabelece as penas a que estão sujeitos os agentes públicos que a descumprirem. O Artigo 13, por exemplo, veta o uso da força, da violência ou de grave ameaça para obrigar o detento a exibir-se, mesmo que parcialmente, “à curiosidade pública”. Já o Artigo 38 prevê pena de seis meses a dois anos, mais multa, para o agente público responsável por investigação que, antes de decisão judicial, atribuir culpa a qualquer investigado ou denunciado.

A lei se aplica a todo servidor público, incluindo promotores e procuradores. E também prevê sanções para o responsável que deixar de comunicar a detenção de alguém ao juiz ou à família do preso; prolongar a prisão sem motivo justificado; decretar a condução coercitiva de suspeito sem tê-lo antes intimado a comparecer para depor; mantiver, em uma mesma cela, presos de sexos diferentes ou crianças e adolescentes com maiores de idade; além de prolongar, indefinidamente, qualquer investigação.

Adaptação

Em todo o país, forças de segurança pública estão procurando se ajustar à lei. Na última quarta-feira (15), a Polícia Militar do Pará iniciou um ciclo de palestras para capacitar os policiais sobre as implicações da Lei de Abuso de Autoridade. A proposta da corporação é, em conjunto com o Ministério Público do Estado do Pará (MPPA), percorrer todas as unidades militares do estado. As guardas civis de Contagem (MG) e de Paulo Afonso (BA), entre outras, também já reuniram seus integrantes ou divulgaram orientações sobre os novos procedimentos.

Já a Secretaria de Segurança Pública da Bahia determinou que as polícias Militar e Civil deixem de apresentar presos e de divulgar seus nomes e fotos. “Nos casos de procurados pela Justiça com mandados de prisão, a SSP entende que a divulgação das imagens atende a um bem maior, o direito constitucional do cidadão à segurança pública”, informa a pasta, que vai disponibilizar, em seu site, uma cartilha para orientar policiais militares e civis.

Chefe da divisão de comunicação da Polícia Militar de Goiás, o tenente-coronel Sandro Mendonça confirmou à Agência Brasil que a entrada em vigor da lei aprovada em agosto do ano passado já trouxe mudanças para o dia a dia da corporação.

“Houve sim um impacto. Suspendemos, em definitivo, a divulgação de qualquer foto e de nomes, para não corrermos o risco de sermos enquadrados por suposto constrangimento. Estamos orientando todos a evitar comentar detalhes de processos disciplinares em andamento, principalmente em fase inicial. E já pedimos à Corregedoria para preparar um documento para os oficiais saberem como orientar seus subordinados”, detalhou Mendonça.

Para o tenente-coronel, a insegurança inicial que a lei vem despertando é natural e típica de novidades que acarretam mudanças práticas. “Muitos operadores da área estão inseguros, mas isto se deve ao fato deste ser um assunto muito novo, sobre o qual ainda não há uma jurisprudência [conjunto de decisões dos tribunais que representa a interpretação jurídica majoritária sobre o assunto]”, comentou Mendonça, citando a divulgação da foto de procurados pela Justiça como um dos exemplos em que a Polícia Militar goiana ainda tem dúvidas sobre a melhor forma de agir.

“Antes divulgávamos a foto destas pessoas para pedir o auxílio da população, que nos ajudava com informações. Agora, por receio, estamos evitando fazer isto. Pelo menos até que a interpretação da lei esteja pacificada”, acrescentou Mendonça.

Para o tenente-coronel Orlandino Lima, chefe da assessoria de comunicação da PM paraense, é cedo para julgar o mérito da lei. “Será preciso algum tempo até conseguirmos avaliar seu real impacto. No nosso caso, estamos tomando mais cuidado não só com a divulgação de nomes e fotos, mas também com as abordagens policiais, que precisam ser feitas, mas não podem resultar em constrangimento desnecessário ou coação”, disse Lima.

Repórter policial há quase 30 anos, advogado e autor do livro Reportagem Policial – Um Jornalismo Peculiar (ed. Realejo), Eduardo Velozo Fuccia também notou “uma certa preocupação” de parte de suas fontes. “Ainda não recebi nenhuma manifestação oficial, mas a preocupação é perceptível”. Para Velozo, a Lei 13.869 não prejudicará o trabalho jornalístico ético e cuidadoso, nem a divulgação de informações de real interesse da sociedade.

“A lei apenas consolida o que a legislação brasileira já prescrevia e que nem sempre era cumprido. É um freio aos desmandos, aos excessos que, eventualmente, eram praticados – em alguns casos, com a anuência da imprensa, que divulgava o nome e a imagem de pessoas que não passavam de suspeitas, sem o devido cuidado para evitar danos morais ou materiais. Inclusive para empresas, que também podem ser injustamente prejudicadas”, declarou o jornalista, discordando dos que consideram que o objetivo da lei é proteger figuras poderosas alvo de investigações.

“Quantitativamente, o abuso afetava mais aos chamados peixes pequenos. No caso de graúdos, os que detém poder político e econômico, os órgãos oficiais sempre tiveram uma cautela maior. Justamente por saberem que podiam ser responsabilizados mais facilmente. Quando não havia esta cautela, na maioria das vezes, era porque o vazamento atendia a algum interesse”, afirmou Velozo, defendendo a discricionariedade, ou seja, a margem de liberdade para o agente público agir sem ferir a legislação.

“Qualquer lei que engesse a ação do agente público [ao prescrever uma única forma de agir juridicamente] pode prejudicar o interesse da sociedade. A divulgação das fotos de pessoas procuradas, por exemplo. Há casos de grande clamor, e se partirmos da premissa de que, quando a instituição policial veicula estas informações, é porque já tem, contra o investigado, um mandado de prisão em aberto, provas, a não divulgação seria um exagero contrário ao interesse da sociedade”, acrescentou o jornalista.

Críticas

Apesar de ser fruto de um debate de dois anos no Congresso Nacional, e de substituir a Lei 4.898, de 1965, a Lei de Abuso de Autoridade não é unanimidade. Criticada nas redes sociais, inclusive por uma suposta “subjetividade”, a nova lei mobilizou associações de magistrados, de membros do Ministério Público, de policiais e de auditores fiscais, além do partido Podemos, que recorreram ao Supremo Tribunal Federal (STF) para tentar suspender sua entrada em vigor. No total, há sete ações questionando a constitucionalidade da nova norma, mas não há prazo definido para que o assunto seja julgado. O relator das ações é o ministro Celso de Mello.



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Mega-Sena deve pagar R$ 27 milhões neste sábado (18)

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O concurso nº 2.225 da Mega-Sena deste sábado (18) pode pagar R$ 27 milhões para a aposta que acertar as seis dezenas. Segundo a Caixa, a probabilidade de acerto com apenas um bilhete é de 1 para cada 50.063.860.

As apostas podem ser feitas até às 19h (horário de Brasília) de hoje em qualquer casa lotérica credenciada pela Caixa em todo o país e também pela internet. A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 4,50.



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Toffoli equipara teto salarial de universidades federal e estadual

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O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, decidiu neste sábado 18 que o pagamento de salários de professores e pesquisadores de universidades estaduais deve seguir o teto remuneratório do serviço federal.

A decisão garante que o valor máximo das remunerações deve ser de R$ 39,2 mil. Antes da decisão, os estados aplicavam um subteto, que reduzia os salários dos docentes locais.

A liminar do ministro foi proferida na Ação Direta da Inconstitucionalidade (ADI) 6.257, protocolada na Corte pelo PSD. Para o partido, o subteto para servidores públicos estaduais criou “injustificável distinção” remuneratória entre instituições universitárias estaduais e federais.

Ao analisar o caso, Toffoli entendeu que deve ser observado o princípio constitucional da igualdade para pagamento dos salários dos professores de universidades do país.

“Ante o quadro revelado, defiro a medida cautelar pleiteada para dar interpretação conforme ao Inciso XI do art. 37, da Constituição Federal, no tópico em que a norma estabelece subteto, para suspender qualquer interpretação e aplicação do subteto aos professores e pesquisadores das universidades estaduais, prevalecendo, assim, como teto único das universidades no país, os subsídios dos ministros do Supremo Tribunal Federal”, decidiu Toffoli.

A decisão do ministro foi tomada liminarmente e será discutida novamente pelo plenário no julgamento de mérito, que ainda não tem data para ocorrer.



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Para se afastar de Trump, Disney tira o nome “Fox” do estúdio 20th Century

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Uma das marcas mais renomadas do mundo do entretenimento deixou de existir. A Disney anunciou nesta sexta-feira 17 que vai deixar de usar o nome “Fox” no estúdio 20th Century Fox, que a companhia comprou em 2017. O estúdio agora passará a se chamar somente 20th Century Studios.

O estúdio fazia parte do grupo 21st Century Fox (cujo nome está um século adiante). O conglomerado de mídia inclui de séries como Os Simpsons e canais como National Geographic. O nome geral do grupo, 21st Century Fox, já havia deixado de existir com a fusão, quando seus departamentos foram incorporados à outros braços da Disney. Agora, chegou a vez do estúdio 20th Century Fox. 

A mesma mudança anunciada nesta semana valerá também para o estúdio Fox Searchlight, que passará a se chamar Searchlight Pictures.

A aquisição do grupo 21st Century Fox custou à Disney 71,3 bilhões de dólares e só foi finalizada em 2019, após aprovação de órgãos reguladores em diversas partes do mundo.

Segundo o jornal The New York Times, boa parte da motivação para abolir o nome “Fox” das empresas vem do desejo de se afastar das polêmicas do canal de notícias Fox News, que pertence ao empresário Rupert Murdoch e é grande apoiador do presidente americano, Donald Trump.

O movimento acontece sobretudo em um cenário em que a comunidade cinematográfica vem se unindo em torno de movimentos como o “Me Too” (que pede a valorização das mulheres no cinema e fim do assédio), que tem declarações anti-feministas de Trump como alguns dos alvos. A mudança de nomes feita pela Disney acontece também no mês em que estreou no mundo inteiro o filme “O escândalo”, sobre um ex-executivo da Fox acusado de assédio.

A Fox News fazia parte do grupo 21st Century Fox, mas não foi comprado pela Disney e hoje faz parte do grupo de empresas que continuou com Murdoch após a venda. O atual grupo de Murdoch passou a ser chamado de Fox Corporation.

A história da Fox

Murdoch tomou controle da 21st Century na década de 80. O estúdio 20th Century Fox, um dos seis maiores produtores de sucessos de Hollywood, era um dos principais ativos do conglomerado de mídia.

O estúdio surgiu oficialmente em 1935, mas o nome “Fox” passou a ser presença constante em filmes de Hollywood já em 1915. Na ocasião, o imigrante húngaro William Fox fundou um estúdio que levava seu nome, batizado de Fox Film Corporation. A crise de 1929 fez a empresa ter de se juntar a uma concorrente, a Twentieth Century Pictures, o que levou à criação do 20th Century Fox em 1935.

A mudança no nome feita pela Disney veio para valer, e o e-mail dos funcionários do estúdio já foi alterado. O nome “Fox” também vai sair dos logos das empresas, mas a imagem do logo, já clássica no mundo do cinema, vai permanecer.

A nova cara da empresa vai ser mostrada ao público pela primeira vez em fevereiro, quando estreiam os filmes “Downhill”, pela Searchlight Pictures, e “The Call of the Wild”, com participação do ator Harrison Ford, pela 20th Century (os filmes ainda não possuem nome em português).

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O ano de 2020 tende a ser de consolidação para a Disney. Além de fazer a digestão de todos os produtos da 21st Century comprados há dois anos, a empresa verá os primeiros resultados do Disney+, serviço de streaming que foi ao ar em novembro e juntou todo o imenso portfólio da empresa para brigar com concorrentes como Netflix, HBO e Amazon Prime Video.

Com a fusão, o Disney+ conta tanto com clássicos da Disney (e de suas empresas, como a Pixar) quanto com produtos da 21st Century, como a série de desenhos “Os Simpsons”. Em dois meses no ar em países como Estados Unidos e Canadá — e ainda sem chegar à Europa e ao Brasil –, o Disney+ já teve mais de 40 milhões de downloads somente em celulares.

Streaming à parte, a produção de conteúdo também teve cifras recordes na Disney nos últimos meses: com sucessos como O Rei Leão Aladdin refeitos, e sequências como Frozen 2, a empresa superou 11 bilhões de dólares em bilheteria.

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