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Nissan: comitê não vê necessidade de revisar acordo com Renault


Tóquio — O comitê externo encarregado de melhorar a governança na Nissan Motor acredita que a empresa pode aprofundar os laços com a Renault sem reformular a ampla aliança fechada há quase duas décadas, disse uma pessoa a par do assunto.

Na última reunião do comitê, realizada no final da semana passada, os membros estavam “perto de um consenso” para recomendar papéis mais fortes para diretores externos e estabelecer comitês para nomeação de conselheiros, auditoria e determinação de remuneração de executivos, disse a pessoa que tem conhecimento direto do assunto.

A pessoa estava falando sob condição de anonimato, uma vez que as recomendações finais ainda não foram anunciadas. Uma porta-voz do comitê se recusou a comentar as discussões.

As duas montadoras estão reorganizando sua parceria para criar uma posição mais igualitária e evitar o poder abrangente que o ex-presidente Carlos Ghosn tinha antes de sua prisão em novembro no Japão por acusações de má conduta financeira.

Na semana passada, a Nissan, a Renault e a parceira júnior Mitsubishi estabeleceram uma nova diretoria composta por executivos separados das três montadoras para supervisionar as operações e a governança, desmantelando a estrutura anterior que, na prática, colocava o controle da aliança com Ghosn.

O comitê externo encarregado pela Nissan de propor formas de reforçar a governança corporativa da empresa informou no domingo que anunciaria suas recomendações finais em 27 de março.



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Pirelli não entende falta de ritmo de Vettel – Fórmula 1


A Pirelli diz que não entende porque Sebastian Vettel não teve tanto ritmo durante o Grande Prêmio da Austrália. O próprio Vettel questionou no rádio da equipe por que ele estava tão lento, mas o time não conseguiu dar uma resposta.

Depois dos testes de inverno terem sido concluídos, parecia que a Ferrari iria dominar a temporada, com a Mercedes e a Red Bull afirmando que esperavam estar atrás dos carros vermelhos em Melbourne.

Apesar da conversa, a Ferrari teve um final de semana ruim, terminando em quarto e quinto. As sugestões de um problema com os pneus Pirelli, no entanto, foram negadas pelo fabricante de pneus italiano, com o chefe da Pirelli F1, Mario Isola, sem ideia do porquê da falta de ritmo na Ferrari.

“Não sei se eles não entenderam o uso dos pneus, a parada de Vettel foi estranha e imprevista”, disse Isola à imprensa depois da corrida.

“O pneu médio teve bom desempenho em vários outros carros, como Toro Rosso e Red Bull. Na verdade, Gasly e Kvyat fizeram um longo período com o carro pesado. Bottas marcou a melhor volta da prova, a duas voltas do final com o mesmo composto. Não me parece que o pneu amarelo não funcionou bem, talvez tenha havido algo errado com o carro”.

“A partir do composto branco, esperávamos um bom desempenho e um desempenho estável, como foi então. Porque ninguém considera o composto duro? Boa pergunta. Quando as equipes selecionam os compostos, nunca escolhem o mais duro”, completou.

 

Confira os últimos vídeos do canal da F1MANIA no YouTube – ePRIX DE HONG KONG | Melhores Momentos | FÓRMULA E 2018/19 – 5ª etapa

 

F1 2019 | Ferrari apresenta SF90 vermelha e preta fosco:

 

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F1 2019 | Red Bull apresenta RB15 ‘roxo, preto e vermelho’:

 

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FÉRIAS F1MANIA | Pilotamos uma FERRARI 488 GTB no SPEEDVEGAS:

 

 





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Dilma lidera gastos de ex-presidentes com servidores


Brasília – Cassada há quase três anos, a ex-presidente Dilma Rousseff apresentou uma fatura de mais de meio milhão de reais em 2018 ao Palácio do Planalto. O dinheiro pagou viagens de assessores mantidos à sua disposição pelo governo. A petista gastou mais do que a soma de despesas dos ex-presidentes José Sarney, Fernando Collor, Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva – que também têm direito ao benefício.

As despesas com os servidores que acompanham Dilma consumiram, no ano passado, R$ 632,2 mil, sem contar os salários. Deste total, R$ 586,8 mil foram utilizados no pagamento de diárias e passagens. Houve desembolso de outros R$ 45,4 mil com manutenção, seguro e combustível para veículos utilizados pela ex-presidente. Boa parte desses deslocamentos ocorreu em Minas Gerais, durante a campanha de Dilma a uma cadeira no Senado, nas eleições do ano passado. Apesar dos gastos, ela amargou o quarto lugar na disputa e não se elegeu para o cargo.

A média de desembolsos não tem mudado mesmo em períodos sem eleição. Em 2017, por exemplo, a presidente cassada gastou R$ 520 mil com servidores – de novo, mais do que seus antecessores.

Os dados foram obtidos pelo jornal O Estado de S. Paulo por meio da Lei de Acesso à Informação. A Secretaria-Geral da Presidência informou à reportagem que o dinheiro é destinado ao custeio dos assessores, e não dos ex-presidentes diretamente. Dilma foi procurada para comentar as despesas, mas não quis se pronunciar.

Estrutura

A União põe à disposição dos cinco ex-presidentes um total de 40 funcionários, oito para cada um, além de dez veículos oficiais. A estrutura, que tem um custo total de R$ 5,5 milhões, pode ser reduzida pelo Congresso – há projetos já protocolados com essa finalidade.

A proposta do senador Lasier Martins (Podemos-RS), por exemplo, cria um limitador temporal de 20 anos para concessão dos benefícios, que ainda seriam diminuídos para dois servidores de apoio pessoal, dois motoristas e apenas um veículo oficial. O texto ainda impede que ex-presidentes que praticaram ilícitos penais e crimes de responsabilidade tenham acesso aos serviços.

A ex-presidente tem direito a usar assessores em qualquer evento de que participa, mesmo em campanha eleitoral. Os gastos dela, porém, ficaram bem acima dos registrados por seus antecessores.

O senador Fernando Collor (PROS-AL), que em 1992 sofreu impeachment como Dilma, apresentou uma despesa de R$ 306,9 mil. José Sarney gastou R$ 158,5 mil e Lula, R$ 119, 8 mil – valor computado até 7 de abril do ano passado, quando foi preso pela Polícia Federal depois de condenado no âmbito da Lava Jato. A partir daí, a equipe de assessores dele não registrou gastos. Fernando Henrique Cardoso, por sua vez, consumiu R$ 41,3 mil em 2018.

Os gastos de Dilma irritaram o núcleo militar do Planalto, com cargos no Gabinete de Segurança Institucional (GSI) e na Secretaria-Geral da Presidência. Além de queixas ao tratamento que teria sido dispensado pela então presidente a seguranças e ajudantes de ordem das Forças Armadas no exercício do mandato, eles alegam que Dilma percorreu Minas em eventos nos quais fez ataques ao então candidato Jair Bolsonaro (PSL).

Levantamento com dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em setembro, já mostrava que a campanha de Dilma era a mais cara entre os candidatos ao Senado, superando até mesmo a de presidenciáveis como Bolsonaro, Ciro Gomes (PDT) e Marina Silva (Rede).

Histórico

Em maio de 1986, Sarney assinou a Lei 7.474, que estabeleceu o direito de um ex-presidente contar com uma equipe de cinco seguranças e dois carros oficiais para seus deslocamentos. Depois de sofrer impeachment em 1992, Collor só conseguiu o benefício em 2006. Isso ocorreu porque a Justiça Federal, em Brasília, aceitou em 1993, em caráter de liminar, uma ação popular para suspender o direito dele. O ex-presidente venceu a disputa judicial 13 anos depois.

Em 2008, o decreto 6.381 do então presidente Lula, mudou a regulamentação da lei assinada por Sarney e aumentou para oito o número de servidores à disposição de um ex-presidente. Pela norma, o grupo pode ser formado por quatro servidores para atividades de segurança e apoio pessoal, dois motoristas e dois assessores com cargos de comissão. O governo ainda manteve os dois veículos oficias para deslocamentos.

Os servidores são escolhidos pelo ex-presidente e nomeados pela Casa Civil. A nomeação se dá para cargos do grupo Direção e Assessoramento Superiores, os conhecidos DAS. São quatro categorias, cujos salários são de R$ 2,7 mil, R$ 3,4 mil, R$ 10,3 mil e R$ 13,6 mil.



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Dona da Claro compra a Nextel



Haverá uma mudança nos serviços de telecomucação no Brasil. Isso porque a empresa América Móvil, responsável pela Claro no Brasil, adquiriu a Nextel Brasil. A empresa será comprada por US$905 milhões, o equivalente a R$3,47 bilhões na cotação atual. O grupo vai adquirir todo o controle sobre a Nextel, que hoje pertence 70% para a NII Holdings e 30% para a AI Brazil Holdins.

A operação ainda não foi formalizada junto à Anatel, isso deve ocorrer ainda hoje, 18. A compra já foi aprovada pelo conselho de administração da NII Holdings. Além da Anatel, os acionistas da companhia também deverão aprovar a transação. O órgão regulador brasileiro deverá realizar a análise baseada na concentração de espectro, e se ele ultrapassará o permitido por uma mesma operadora. A Claro é a operadora com maior concentração de espectro nas regiões brasileiras.

Com essa compra, a Claro passará a ser a segunda empresa com maior número de usuários, ficando atrás apenas da Vivo, que conta com pouco mais de 73 milhões de clientes. Até então, havia uma disputa entre Claro e TIM em relação ao segundo lugar, agora, a empresa soma 3,3 milhões de assinantes aos seus 56,6 milhões atuais, ultrapassando com folga os 56 milhões de clientes da TIM.

Ainda não se sabe a data para que a compra seja fechada, mas, ao que tudo indica, só depende da aprovação da Anatel e de alguns outros trâmites internos para que tudo seja concluído.

Fonte: Assessoria de Imprensa



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Bolsa sobe com bom humor no exterior e Previdência no foco


São Paulo – O principal índice acionário da bolsa paulista subia levemente na manhã desta segunda-feira, alinhado ao sentimento de maior apetite a risco no exterior, enquanto investidores monitoram o noticiário envolvendo mudanças nas regras de aposentadoria e a viagem do presidente Jair Bolsonaro aos Estados Unidos.

Às 10:15, o Ibovespa subia 0,18 por cento, a 99.312,13 pontos.



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Em Petrópolis, Museu Imperial ganha nova recepção



RIO — O Museu Imperial vai ganhar um novo pavilhão de recepção do público. A construção de um espaço moderno na lateral direita do terreno foi uma doação da Sociedade de Amigos do Museu Imperial (Sami). O presidente da sociedade acredita que a…



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Caxumba: sintomas e como se pega



A caxumba é uma doença infecciosa causada pelo vírus da família Paramyxoviridae, que pode ser transmitido de pessoa para pessoa por via aérea e que se instala nas glândulas…



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Como transformar imóveis em capital para investir em seu negócio


Ter recursos para investir no crescimento do negócio sem precisar recorrer a financiamentos e empréstimos é o objetivo de boa parte dos empresários no Brasil. Uma opção bastante viável que vem crescendo no mercado são as operações de sale-leaseback. Trata-se de uma transação imobiliária que transforma o capital imobilizado da empresa em recursos para aplicar no próprio negócio. Na prática, é bastante simples. Uma companhia, proprietária do imóvel, vende a propriedade para um investidor, que vai alugá-la de volta para o antigo dono.  Dessa maneira, ela continua operando o imóvel normalmente, mas agora com dinheiro em caixa para novos investimentos em seu core business, além de uma série de benefícios financeiros e operacionais.

Justamente por ser uma forma barata e rápida de se obter capital, a adoção do modelo tem se expandido muito rapidamente no país. A Bresco, especializada em terceirização imobiliária e com vários cases de sucesso nesse modelo, registrou o fechamento de contratos importantes nos últimos 12 meses. Danilo Biajoli, da área de desenvolvimento de negócios da empresa, lembra que já tem na sua carteira clientes como GPA, DHL Logistic, Whirlpool, FM Logistic, entre outros. “São companhias que optaram por não alterar o dia a dia de suas operações, se tornando locatárias de suas instalações com a vantagem de ter dinheiro em caixa para reinvestir em seu core business”, diz. Além disso, há benefícios fiscais, já que a locação é despesa dedutível da base do imposto de renda, e há possibilidade de modernização e expansão da estrutura por parte do novo proprietário.

Entenda melhor, no vídeo a seguir, como funciona a operação de sale-leaseback da Bresco e quais as suas vantagens:



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Luiz Felipe não cria polêmica sobre salários atrasados: ‘Não é problema’



O zagueiro Luiz Felipe evitou criar polêmica em relação ao atraso do pagamento de salários deste mês. Além disso, acredita que o Santos acertará as contas com os jogadores no início desta semana.

No último sábado, a ‘Gazeta Esportiva’ informou que o Santos não realizou o pagamento de salários e direitos de imagens de alguns jogadores deste mês.

– Desde que cheguei foram poucos meses que atrasou. Esse mês atrasou alguns dias por conta dos feriados. Não considero um problema, a diretoria já deve estar acertando neste início de semana – disse o zagueiro, em entrevista coletiva, nesta segunda-feira, no CT Rei Pelé.

O Santos treina na manhã desta segunda-feira, visando o duelo contra o Botafogo-SP, nesta quarta, às 21h30, no estádio Santa Cruz, pela última rodada do Paulistão.





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Bolsonaro faz visita à CIA em evento fora da agenda oficial


Washington – O presidente Jair Bolsonaro programou uma visita na manhã desta segunda-feira à sede da Agência Central de Inteligência norte-americana (CIA), em Washington, um evento que não constava da agenda oficial da viagem à capital norte-americana.

A visita foi revelada pelo filho do presidente, deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), em sua conta no Twitter.

“Indo agora com o PR @jairbolsonaro e ministros para a CIA, uma das agências de inteligência mais respeitadas do mundo. Será uma excelente oportunidade de conversar sobre temas internacionais da região com técnicos e peritos do mais alto gabarito”, escreveu Eduardo.

Até a noite de domingo, quando questionados sobre a agenda do presidente na manhã desta segunda-feira, assessores da Presidência –inclusive o porta-voz, general Otávio Rego Barros– alegavam se tratar de agenda privada. Ao conversar com jornalistas na noite de domingo, Rego Barros afirmou que a agenda era privada e seria informada quando fosse possível.





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