quarta-feira, junho 26, 2019
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Instagram não possui nenhuma política contra deepfakes

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Em uma entrevista para o programa da CBS, This Morning, o chefe do Instagram, Adam Mosseri falou sobre algumas polêmicas que rodam o aplicativo de fotos. Quando o apresentador, Gayle King, falou sobre o vídeo de Mark Zuckerberg que circulou semana passada, usando a tecnologia de deepfake, Mosseri explicou porque eles não tiraram o vídeo de circulação.

“Nós não temos nenhuma política contra deepfakes atualmente”, ele explicou. “Nós estamos tentando avaliar se queremos isso, e se quisermos, como vamos identificá-las”.

Deepfakes são vídeos forjados que fazem pessoas aparecer falando ou fazendo coisas que nunca aconteceram. Segundo Mosseri, seria inapropriado derrubar o vídeo de Zuckerberg simplesmente porque ele é o fundador do Facebook, que é dono do Instagram.

“Precisamos ter princípios definidos e precisamos ser transparentes sobre esses princípios”, disse ele na entrevista. “Neste momento, tentamos equilibrar a segurança e a liberdade, e esse equilíbrio é muito, muito complicado. Agora, a coisa mais importante a se concentrar é chegar ao conteúdo mais rápido. Uma vez que podemos fazer isso, podemos ter o próximo debate se devemos derrubá-lo quando o encontramos. “

O chefe do Instagram também respondeu algumas perguntas do entrevistador sobre a plataforma gravar conversas para gerar anúncios com base nos que as pessoas estavam falando. E a resposta foi curta: não, isso não acontece.

“Há duas maneiras que podem acontecer. Uma é a sorte”, disse ele a King. “A segunda é que você pode estar falando sobre algo porque é o ‘top of mind’, porque é o que um item que mais tem interagido recentemente. Então talvez você realmente goste de comida e restaurante. Você vê um restaurante no Facebook ou no Instagram e você realmente gosta disso. É o seu ‘top of mind’, talvez seja inconsciente e ele aflora mais tarde”, finalizou Mosseri. 

A entrevista completa vai ao ar quarta-feira, no canal americano, CBS. 

Fonte: CNET



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CVM multa Eike Batista em mais de R$ 550 mil por omissão de informações

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Rio – A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) multou nesta terça-feira, 25, o empresário Eike Batista em mais R$ 550 mil por omitir informações sobre incertezas em relação à viabilidade econômica da exploração de petróleo pela OGX nos balanços do primeiro trimestre de 2013 tanto da petroleira, hoje rebatizada de Dommo Energia, quanto da OSX, braço de logística e estaleiro do antigo Grupo EBX. Com isso, o total de multas aplicadas pela CVM a Eike chega a R$ 559,5 milhões.

Em maio, o empresário havia sido multado em R$ 536,5 milhões por uso de informação privilegiada com ações da petroleira OGX. O empresário também foi proibido de atuar como administrador ou conselheiro de companhia aberta por sete anos, por manipulação de preços. Somando multas aplicadas em 2015 e 2017, até o julgamento desta terça-feira, Eike havia sido condenado a pagar R$ 558,9 milhões.

Em sessão de julgamento nesta terça-feira, Eike foi condenado em dois processos. Um deles apurou a eventual responsabilidade de ex-membros do Conselho de Administração da OGX por não terem tomado as providências necessárias para que as demonstrações financeiras do primeiro trimestre de 2013 evidenciassem informações relevantes. Eike foi multado em R$ 350 mil.

Além do empresário, Luiz Eduardo Guimarães Carneiro (ex-presidente OGX e OSX) e Roberto Bernardes Monteiro (ex-diretor de Relações com Investidores da OGX) foram multados, cada um, em R$ 400 mil e R$ 500 mil, respectivamente.

Em outro processo, envolvendo a divulgação das demonstrações financeiras da OSX, que era contratada pela OGX para construir e operar sondas e plataformas de exploração de petróleo e gás, cujos resultados dependiam da demanda da antiga petroleira de Eike, o ex-bilionário foi multado em mais R$ 200 mil. Nesse caso, Carneiro, que além de presidente da OGX era membro do Conselho de Administração da OSX, foi multado em R$ 250 mil.

Nos dois processos, houve divergência entre os diretores do Colegiado da CVM. O presidente do órgão, Marcelo Barbosa, divergiu do voto do diretor relator, Henrique Machado, e votou pela absolvição de Eike e Carneiro em ambos os casos. Os demais diretores da CVM presentes ao julgamento, Flávia Perlingeiro, Gustavo Gonzalez e Carlos Rebello, discordaram de Barbosa e votaram integralmente com o relator.



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Clássico da internet brasileira, Flogão é descontinuado após 15 anos

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Mais um capítulo da internet brasileira chega ao seu fim. O Flogão, serviço fundado em 2004 que era a versão nacional do Fotolog, ultrapopular em parte da década passada, resistiu por 15 anos até ter sido oficialmente encerrado nesta semana.

Quem tinha uma conta no serviço ainda tem algum tempo para fazer um backup de suas fotos antes que elas sejam eliminadas para sempre. Isso poderá ser feito até o dia 15 de julho de 2019.

O Flogão foi fundado apenas dois anos após o surgimento do Fotolog, introduzido ao mundo em 2002, e é interessante notar como o serviço acabou durando mais do que o serviço que se propôs a copiar. Apesar de ter ganhado uma nova versão recente, o Fotolog foi aposentado em 2016, após 14 anos, enquanto o Flogão durou 15.

Também é interessante notar que o Flogão resistiu mais que outros serviços populares da época como foi o Orkut, que foi a primeira grande rede social entre os brasileiros. A plataforma também havia sido lançada em 2004, mas não conseguiu completar seu 11º aniversário, já que foi descontinuada em setembro de 2014.

O Flogão resistiu tanto tempo diante da pressão de redes sociais muito maiores como Facebook e Instagram graças a um nicho: caminhoneiros e entusiastas de caminhões. Esse grupo de pessoas escolheu o principal fotolog brasileiro como plataforma para publicar suas fotos, o que permitiu que o site se mantivesse por mais um tempo enquanto o resto do público debandava.

Agora, o Flogão conta apenas com uma mensagem de despedida e uma sugestão para quem ainda se mantém interessado em fotologs:

“Depois de 15 anos online, chegou a hora de dizer adeus… foi uma longa jornada. 
Para quem ainda curte fotologs sugerimos que criem uma conta no Meadd.com 
Muito obrigado as milhões de pessoas que passaram por aqui compartilhando suas vidas.”



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Taesa mira aquisições e parcerias por ativos de grande porte, diz CEO

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São Paulo — A transmissora de energia Taesa está de olho em oportunidades de aquisição, em uma estratégia que pode envolver até parcerias para a disputa por ativos de grande porte, disseram à Reuters executivos da companhia.

A elétrica, controlada pela estatal mineira Cemig e pela colombiana Isa, quer aproveitar para ir às compras antes de 2021, quando projetos que conquistou em licitações recentes deverão começar a exigir maiores desembolsos.

“Até recebermos as licenças para começar a obra desses projetos, não vemos nenhum problema de alavancagem para a empresa… Ainda tem um espaço, até 2021, para fazer operações de fusões e aquisições”, afirmou o presidente-executivo da Taesa, Raul Lycurgo Leite.

A transmissora fechou o primeiro trimestre com uma alavancagem medida pela relação entre dívida líquida e geração operacional de caixa (Ebitda) de 1,7 vez, considerada baixa para uma empresa de infraestrutura.

O compromisso da Taesa é manter o indicador abaixo de 4 vezes nos próximos anos ao mesmo tempo em que mantém sua generosa política de distribuição de dividendos, afirmou Leite, acrescentando que por isso a empresa pode avaliar parcerias para eventuais oportunidades de aquisição de ativos de grande porte.

“A depender do ativo, pode ser que não ‘caiba’, então poderíamos arrumar um parceiro ou ir com um sócio financeiro”, explicou.

Mas também estão no radar ativos menores, como lotes de projetos arrematados em leilões recentes por empresas de construção ou fundos de investimento, dada a tendência de que esses agentes não mantenham os ativos por longo prazo.

Um levantamento feito pela Taesa mostra que ativos de transmissão em operação ou construção que somam uma receita anual total de 5,5 bilhões de reais estão espalhados pelas mãos de 82 diferentes empresas que não fazem parte do grupo de investidores tradicionais em transmissão.

“Isso vai gerar grande número de oportunidades ‘brownfield’ no futuro”, disse o diretor financeiro da Taesa, Marcus Pereira Aucélio.

“A Taesa tem uma presença no mapa que faz com que quase qualquer ativo para nós faça sentido, à exceção da região ali mais pela Amazônia”, apontou.

Eletrobras

Uma oportunidade que desde já está na mira da empresa é a aquisição de fatias minoritárias detidas pela estatal Furnas, da Eletrobras, em duas concessões de transmissão recém-adquiridas pela Taesa junto à Âmbar Energia, braço do grupo J&F para negócios no setor elétrico.

Furnas é sócia minoritária de dois dos projetos comprados da Âmbar, com fatias de 49% e 39%, e recentes desinvestimentos da Eletrobras sinalizam que eventualmente a empresa poderia ter interesse em sair dos ativos, apontou o CEO da Taesa.

“Num futuro próximo, a Eletrobras pode vender, e aí teríamos direito de preferência”, disse Leite.

No ano passado, a Taesa anunciou a compra de 51% dos empreendimentos, situados em Minas Gerais, São Paulo e Goiás.

Ele afirmou ainda que decisão recente do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre desestatizações, ao avaliar a venda da empresa de gasodutos TAG pela Petrobras, poderia inclusive abrir caminho para uma venda direta desses ativos, sem necessidade de um processo formal de licitação ou aprovação de lei.

Leilões

Apesar do interesse em aquisições, a Taesa também mantém apetite por leilões do governo federal para a viabilização de novos projetos de transmissão.

O próximo certame está agendado para 19 de dezembro e deverá oferecer 13 lotes de empreendimentos que totalizam necessidade de cerca de 4 bilhões de reais em investimentos.

“Olhamos também o crescimento orgânico. Onde houver oportunidades, vamos atrás. Já estamos analisando todos os lotes do próximo leilão”, disse Leite.

Segundo ele, isso não significa que a empresa fará propostas por todos os lances, mas possibilitará que a Taesa avalie aqueles lotes que têm maior sinergia com suas operações e em quais pode ser mais competitiva na disputa.



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Relançamento de Vingadores: Ultimato já tem data para chegar

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Há mais de dois meses Vingadores: Ultimato estreou nas telonas e, mesmo assim, a Marvel planeja voltar aos cinemas por um período limitado trazendo imagens inéditas. Temos certeza de que, não importa se você viu o último Vingadores uma, duas, três ou sete vezes. Novidades te aguardam.

O retorno do filme acontecerá a partir do dia 28 de junho, em todo o mundo. Ele incluirá uma cena eliminada da versão original que, segundo vazamentos, envolve o Hulk. Além disso, uma nova prévia de Homem Aranha: Longe de Casa, o próximo filme da Marvel, também estará presente, bem como uma justíssima homenagem à Stan Lee, criador dos personagens, morto em novembro do ano passado. 

Em alguns países, como os Estados Unidos, a Marvel também vai vender um pôster fantástico com o manopla desenvolvida pelo Homem de Ferro para comportar as Joias do Infinito. Junto dela, com a frase nostálgica “We love you 3000”.

Reprodução

Caso o suposto vazamento da cena seja confirmado, isso significará que não veremos, pelo menos por enquanto, a cena que mostrava Morgan Stark, filha de Tony, já adolescente e interpretada por Katherine Langford (“13 Reasons Why”). Pode ser isso que ela apareça no Blu-ray De qualquer forma, mais momentos com o professor Hulk são bem-vindos.

Finalmente, com este relançamento, Vingadores: Ultimato poderá ultrapassar integralmente a bilheteria recorde de Avatar. O longa da Marvel precisa de cerca de 38 milhões de dólares para fazê-lo. Atualmente, Ultimato acumulou pouco mais de 2.750 milhões de dólares, enquanto Avatar somou 2.787 milhões de dólares. 



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Cade aprova venda de fatia da Petrobras no RJ à Petronas

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Brasília — O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou sem restrições a aquisição, pela Petronas, de 50% dos direitos de exploração e produção da Petrobras no Campo de Tartaruga Verde (Concessão BM-C-36) e no Módulo III do Campo de Espadarte. A decisão consta de despacho publicado no Diário Oficial da União (DOU).

 

Segundo as empresas informaram ao Cade, “a operação, da perspectiva da Petrobras, se insere como parte de seu Programa de Parcerias e Desinvestimentos e está alinhada a seu Plano de Negócios e Gestão 2019-2023, que prevê a otimização do portfólio do Sistema Petrobras”. “Do lado da Petronas, representa uma oportunidade para investir na indústria de E&P no Brasil e para expandir sua presença no mercado global”.



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Facebook está entregando dados de usuários à França

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O Facebook está entregando informações de identificação de suspeitos de promover discurso de ódio aos tribunais franceses. “Essa é uma grande notícia: significa que o processo judicial pode continuar normalmente”, diz Cédric O, ministro do setor digital da França.

A empresa já forneceu aos juízes franceses dados relacionados a pessoas suspeitas de terrorismo e atos violentos. O chefe de relações globais do Facebook, Nick Clegg, se reuniu com Cédric para selar um acordo de expansão de suas práticas de compartilhamento de dados de usuários que promovem o discurso de ódio na rede social.

Essa decisão veio após uma reunião entre Mark Zuckerberg, fundador da rede social, e Emmanuel Macron, presidente da França, no ano passado. O partido de Macron, que detém a maior parte do parlamento francês, estuda medidas para punir empresas que não forem eficazes em combater o discurso de ódio.

Até então, o Facebook se recusava a fornecer detalhes sobre esses suspeitos, uma vez que não eram obrigados a fazê-lo. A rede social diz que cooperaria com uma investigação francesa sobre suas políticas e sistemas de moderação de conteúdo, com foco em como abordar o discurso de ódio.

Enquanto isso, Cédric afirma que apresentará um plano que exige que plataformas removam conteúdo perigoso ou ilegal da internet em u24 horas. Um documento será criado para fornecer orientações sobre o que deve ser considerado ofensivo. Segundo ele, deve haver um equilíbrio entre a liberdade de expressão e a proteção dos cidadãos.

Via: Engadget



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Bombardier vende filial de aviões regionais a Mitsubishi por US$ 550 mi

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A fabricante de aviões canadense Bombardier anunciou nesta terça-feira um “acordo definitivo” com o grupo japonês Mitsubishi Heavy Industries (MHI) para a venda do programa de aviões regionais CRJ por 550 milhões de dólares.

Depois de vender para a Airbus o programa de média distância CSeries, rebatizado como A220, caso a operação com a MHI seja concretizada no segundo semestre de 2020, o braço da aviação da Bombardier deixará de produzir aviões de porte médio, que representaram um grande sucesso para a empresa.

Além dos 550 milhões de dólares para a compra do CRJ, o grupo japonês também desembolsará outros 200 milhões para cobrir os passivos ligados ao programa, informa um comunicado.

Após a conclusão da transação, a empresa japonesa assumirá as atividades de manutenção, suporte, atualização, comercialização e venda” do programa CRJ, que tem presença no Canadá (Montreal, Quebec, Toronto) e Estados Unidos (Bridgeport, Virginia Ocidental e Tucson, no Arizona).

“As atividades adquiridas são complementares às atividades existentes da MHI ligadas aos aviões comerciais, principalmente ao desenvolvimento, à produção, às vendas e ao suporte de aviões comerciais da linha Mitsubishi SpaceJet”, afirmou a Bombardier.

“A venda marca a transformação de nosso setor aeronáutico”, afirmou o presidente e diretor executivo da Bombardier, Alain Bellemare.



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Novo bug no Windows 10 faz com que PC demore mais para desligar

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A nova falha no Windows 10 não é um problema sério, mas ela afeta um pouco a usabilidade do computador e ainda não foi resolvida. Philip Froese , funcionário da Microsoft Tech Community, explica que o bug afeta a atualização, versão 1809, do Windows 10 e faz com que o equipamento demore mais para desligar se ele estiver um dispositivo conectado, via cabo, à entrada USB tipo-C.

A falha apenas acontece se este cabo estiver conectado a um dispositivo. Digamos, por exemplo, que você esteja carregando seu celular com o USB-C. Nesse caso, você terá um atraso de um minuto durante o desligamento do PC. Isso ocorre porque o software está ocupado, manuseando outra conexão ou desconexão, no caso desse exemplo é seu telefone.

A Microsoft afirma que o bug não afeta a usabilidade do computador ou o funcionamento da porta USB-C. Contudo, o mais problemático é a revelação de mais uma falha no Windows 10. Existe uma lista de problemas conhecidos depois da atualização de Outubro de 2018.

Este bug, por enquanto, não foi resolvido e não há informações sobre quando um patch será incluído em qualquer atualização futura. A versão de 1903 não parece ser afetada pelo mesmo problema.

Via: Genbeta



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A pergunta matadora que o maior investidor do mundo faz às startups

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São Paulo — Em duas semanas, na virada do mês de junho, o japonês Masayoshi Son apresentou seu cartão de visitas ao mercado brasileiro, com dois cheques que somaram meio bilhão de dólares. Seu fundo de investimentos em negócios inovadores, o Vision Fund, virou sócio da rede de academias Gympass e do serviço de logística Loggi.

O SoftBank separou 5 bilhões de dólares para investir na América Latina, com prioridade para o Brasil. Ao longo dos próximos meses, deverá revolucionar o ambiente de empreendedorismo por aqui, assim como tem feito em países como China e Estados Unidos nos últimos três anos.

Son já arrecadou 100 bilhões de dólares para aportar em companhias inovadoras, um volume sem precedentes na história. Em dois anos, torrou 80% do dinheiro, com uma estratégia de investimentos única na história do capitalismo. Megainvestidores, como o americano Warren Buffett e o brasileiro Jorge Paulo Lemann, miram negócios estáveis e com oportunidades de cortes de custos. “Masa”, como é conhecido, mira empreendedores com faca nos dentes para mudar o mundo.

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Para isso, busca sonhos grandes, enormes. Suas conversas de centenas para prospectar startups são breves e podem ser interrompidas por uma pergunta matadora: “Se dinheiro não fosse um obstáculo, até onde você iria?” Antes de o empreendedor ter tempo de pensar, vem o complemento: “E se sua concorrente tivesse esse mesmo tanto de recursos?”

David Wei, ex-diretor do gigante de comércio eletrônico Alibaba, apelidou Son de “Mr. Ten Times”, ou “Senhor Dez Vezes”. “Toda vez que eu explicava um plano ou modelo de negócios, a primeira reação de Masayoshi era perguntar se poderia ser dez vezes maior”, afirmou à agência de notícias Reuters.

Entre as principais empresas de seu portfólio estão negócios conhecidos, como o aplicativo de mobilidade urbana Uber, os prédios de coworking da imobiliária WeWork e o Alibaba. “Nos próximos anos, não veremos algumas companhias valendo 1 trilhão de dólares. Veremos, sim, várias empresas de 10 trilhões de dólares”, disse Son a EXAME em sua primeira entrevista a um veículo de imprensa brasileiro.

Alguma delas pode, por que não, sair da América Latina. O SoftBank não deve poupar recursos para turbinar a ambição. “Os donos de negócios da América Latina foram condicionados a ter menos ambições por uma histórica escassez de recursos. Um de nossos desafios é encontrar empreendedores promissores, mas com números ainda pequenos para o tamanho do mercado latino-americano”, diz Claure, líder do Innovation Fund e presidente do SoftBank International, divisão que cuida dos investimentos globais do grupo.

Um exemplo do tipo de ambição buscado pelo SoftBank está na Loggi, empresa de logística criada em São Paulo pelo francês Fabien Mendes. A loggi realiza 3 milhões de entregas mensais. Com 250 milhões de dólares do SoftBank na conta, projeta chegar a 150 milhões em três anos.

A reportagem completa com o investidor japonês está na capa da edição 1188 de EXAME, nas bancas, tablets e smartphones.



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