quarta-feira, junho 26, 2019
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Você pagaria R$ 134 por mês para navegar por uma internet sem publicidade?

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Nós já sabemos que nada é de graça, especialmente na internet. Ou em outras palavras, quando um serviço online é de graça, isso significa que o produto é você. 

Companhias de Internet coletam dados sobre você – quais sites você visitou, o que você comprou, em qual tipo de público você se encaixa – em troca de serviços “gratuitos”, como Gmail, Google Maps ou Facebook e Instagram, por exemplo. Eles usam essas informações para melhorar suas experiências nessas plataformas, e claro, fazer com que você receba os anúncios segmentados e pague por produtos/serviços.

O problema é que, normalmente, os usuários não sabem a quantidade de dados coletados sobre eles, não sabem para que elas estão sendo usados e se eles estão protegidos. Às vezes, essas informações podem chegar nas mãos de hackers ou serem usadas para outros fins, que não a publicidade.

O Google Chrome é basicamente uma ferramenta de vigilância para o gigante das buscas, além de inúmeras outras empresas de coleta de dados, de acordo com o Washington Post. O Facebook está sendo processado por não proteger o login e informações de 30 milhões de usuários. E no topo dessa confusão está a Cambridge Analytica, gerando debates sobre o que as empresas de tecnologia estão fazendo com os dados de seus visitantes.

É por isso que dois senadores, Mark Warner (Partido Democrata) e Josh Hawley (Partido Republicano), lançaram um projeto que exigiria que empresas como Facebook, Amazon e Google divulgassem qual a importância dos seus dados para elas.

Para a jornalista do portal Vox, Rani Molla, isso deve nos fazer pensar sobre o quanto da internet – e dos produtos e conteúdos que consumimos nela – é pago pela publicidade e por quais informações os anunciantes pagam mais. Segundo ela, se as empresas de tecnologia não tivessem publicidade, com certeza teriam menos incentivo para pegar nossos dados de forma tão intensa. Mas então, eles teriam que encontrar outra maneira de ganhar dinheiro, o que provavelmente significa que eles passariam a cobrar pelos serviços.

Quanto exatamente? Bem, esse não é um cálculo simples. Por isso é um resultado aproximado de como as maiores plataformas da internet poderiam, teoricamente, funcionar sem depender quase que totalmente de nossos dados pessoais.

Os donos de mídias digitais nos Estados Unidos – uma empresa que vende espaço publicitário ou tempo online para anunciantes, como Facebook ou Google – devem receber US$106 bilhões (aproximadamente R$408,02 bilhões) em gastos com publicidade só em 2019, segundo a empresa de mediação de anúncios Zenith.

Quando dividido pelo número de adultos nos EUA – cerca de 250 milhões de pessoas – o resultado é de US$420 (R$1616,66) por ano, ou seja, cerca de US$34 (R$134,72) mensalmente, por pessoa.

Portanto, em teoria, você precisaria pagar US$34 por mês para substituir todo valor faturado com a publicidade e fazer com que seus dados sejam deletados pelas empresas.  Essa seria uma versão sem anúncio.

“Muitas pessoas estão bem pagando por uma ou duas assinaturas de plataformas que usam muito, mas querem os anúncios subsidiem o resto”, disse ao portal Recode, David Pickes, co-fundador e diretor técnico da empresa The Trade Desk.

A Recode entrou em contato com algumas dessas principais empresas. A Amazon e o Google se recusaram a comentar se eles considerariam oferecer serviços sem anúncio e o Facebook não respondeu à solicitação.

O Facebook receberia uma grande parte desses US$35 – cerca de US$10 por mês, com base em sua receita média de anúncios por pessoas nos EUA e Canadá no último trimestre. Obviamente, o Google receberia a maior parte, já que é a empresa que mais ganha dinheiro com anúncios digitais – mas seus negócios e usuários são variados, por isso é difícil presumir o número exato de dólares que pertence “à Big G”. O resto do dinheiro seria distribuído entre outros gigantes do mundo do anúncio, e talvez, sobresse uma parte – ínfima, como sempre – para os sites de notícia.

Algumas ressalvas:

  • Uma versão por assinatura de todas as plataformas que integram a Internet seria impossível. Distribuir US$35 por todas elas seria uma tarefa gigantesca e não é o que o portal Recode está propondo.
  • Seus dados podem valer mais do que o calculado, pois a medição foi feita com base no que as empresas estão obtendo com vendas de anúncios.
  • Nem todo mundo consome tudo, então o preço desse modelo de assinatura sem anúncio seria muito variado. E vale ressaltar que nem todo mundo usa internet. Mais precisamente metade da população mundial, algo em torno de pouco mais de 3 bilhões de pessoas.
  • Se as empresas não coletassem dados, seriam menos úteis. Por exemplo: a sua localização no Google Maps ajuda a plataforma a escolher a melhor rota para você e os produtos comprados na Amazon ajuda a descobrir as melhores sugestões de compra no futuro.
  • Os anúncios segmentados podem não ser tão eficazes no final das contas, então talvez toda a coleta seja em vão.
  • Já existem concorrentes que utilizam da assinatura sem anúncios, mas ainda assim, os consumidores preferem os modelos tradicionais, com publicidade.
  • Por fim, a Internet seria completamente diferente do que conhecemos. Muitas das nossas empresas favoritas ficariam totalmente irreconhecíveis.

De acordo com Jonathan Barnard, chefe de previsões da Zenith, “se os anúncios acabassem completamente, o Google com certeza não existiria da forma que conhecemos”. “Mas você ainda poderia fazer pesquisas na Internet. O Facebook também não existiria dessa forma, mas você ainda poderia entrar em contato com seus amigos e familiares”.

Como citado anteriormente, é bem pouco provável que as companhias de tecnologia como Google e Facebook mudem totalmente – ou até ofereçam – modelos sem anúncios. E é quase inimaginável que eles parem de coletar seus dados. Mas propostas de legislação com a de Warner e Hawley nos Estados Unidos, são mais um sinal de como a regulamentação está chegando e, provavelmente, em algum ponto, eles terão que reavaliar essa coleta de dados.

  

Fonte: Recode



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FedEx surpreende com lucro, mas alerta para impacto da guerra comercial

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Bangalore, Índia — A companhia de entrega de encomendas FedEx divulgou nesta terça-feira resultado trimestral acima do esperado por Wall Street, mas alertou que a guerra comercial travada pelos Estados Unidos contra a China e a não renovação de contrato com a Amazon.com vão impactar sua performance em 2020.

As ações da companhia se recuperaram de perdas iniciais e operavam em alta de 1,4 por cento no pregão estendido. A companhia, que obtém um terço de sua receita fora dos EUA, está na mira do governo chinês depois que duas encomendas enviadas via FedEx para endereços da Huawei na Ásia foram desviados para os EUA. A FedEx afirmou que o encaminhamento dos pacotes sofreu um erro.

“Nossa performance em 2020 está sendo negativamente afetada pela continuação da fraqueza no comércio global e produção industrial”, afirmou o vice-presidente financeiro da companhia, Alan Graf.

A FedEx previu queda de meio dígito no lucro ajustado do ano fiscal de 2020.

No início deste mês, a FedEx decidiu não renovar contrato com a Amazon para entrega de carga norte-americana por meio da FedEx Express, a unidade que despacha encomendas por via aérea.

“Se testemunharmos as tarifas (de importação) subirem para os 25 por cento que o governo Trump está falando…uma das maiores perdedoras na economia americana será a FedEx”, disse Matthew White, especialista em logística.

No quarto trimestre fiscal encerrado em 31 de maio, a Fedex teve lucro líquido ajustado de 1,32 bilhão de dólares, ou 5,01 dólares por ação, ante 1,60 bilhão, ou 5,91 dólares por papel, um ano antes.

Analistas, em média, esperavam lucro de 4,85 dólares por ação, segundo dados da IBES Refinitiv.



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Apple compra Drive.ai, empresa especializada em carros autônomos

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Não é de hoje que se sabe que a Apple está de olho no mercado de veículos autônomos e, nesta terça-feira, 25, a empresa deu um novo passo nesta direção. A companhia confirmou a compra de uma startup chamada Drive.ai, especializada justamente em tecnologia para carros autônomos.

A informação surgiu primeiro com uma publicação do jornal San Francisco Chronicle, que informava uma negociação estava em andamento há pelo menos três semanas, e que alguns engenheiros da Drive.ai já estavam trabalhando na Apple. Posteriormente, a Apple confirmou a aquisição.

De acordo com o site Axios, a aquisição envolveu trazer “dúzias” de engenheiros da Drive.ai para o guarda-chuva da Apple, que estarão voltados para as áreas de engenharia e design de produto. Os valores não foram revelados, mas a Apple também levou os veículos da startup e outros bens.

Ao que tudo indica, as coisas não iam bem na Drive.ai, que buscava compradores pelo menos desde fevereiro, mas apenas a Apple manifestou o interesse. A operação da startup já havia se encerrado há duas semanas e, com sua extinção, pelo menos 90 pessoas tiveram sua demissão confirmada na Califórnia.

O que será interessante observar é como essa tecnologia será usada. Há vários anos já se sabe sobre o “Project Titan”, um projeto da Apple que direcionava esforços para os veículos autônomos. No entanto, apesar de o nome circular pelo menos desde 2016, pouco se sabe sobre o projeto. Um carro totalmente autônomo com a marca da Apple parece pouco provável, mas não impossível; o que se espera é que a empresa desenvolva e forneça o software para outras montadoras. A única certeza é que, com a aquisição da Drive.ai, fica evidente que a Apple ainda não desistiu desse mercado.



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FedEx vai processar governo americano por guerra comercial

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São Paulo – Não são apenas as empresas asiáticas que estão sob fogo cruzado. Por causa da guerra comercial entre Estados Unidos e China, a americana FedEx, conhecida por fazer entregas rápidas, está em um beco sem saída por não poder entregar produtos da companhia chinesa de tecnologia Huawei. Só que a gigante de serviço postal continua recebendo encomendas dos clientes.

Com medo de entrar para a lista negra do governo de Xi Jinping, a FedEx acabou por tomar uma decisão inusitada: vai processar a administração de Donald Trump.

“Não podemos ser os policiais do departamento de comércio exterior dos Estados Unidos”, afirmou Smith, em entrevista à Fox News. Segundo ele, a nova regulamentação criou um peso impossível para a FedEx de ter de saber a origem e o conteúdo de todos os envios.

Para se ter ideia, a gigante americana entrega cerca de 15 mil encomendas por dia em mais de 220 países e territórios.

“Achamos que essa regulamentação não tem base jurídica e esperamos que o departamento de comércio exterior chegue a uma solução que nos desobrigue a ser policiais das entregas”, acrescentou. “Se cometermos um erro, podemos ser processados em 250.000 dólares por encomenda.”

A concorrente americana United Parcel Service (mais conhecida como UPS) disse que não vai se juntar à rival no processo contra o governo americano, segundo a Reuters.

Resultados

Nesta terça-feira (25), a FedEx divulgou balanço do quarto trimestre fiscal encerrado em 31 de maio. A receita foi de 17,8 bilhões de dólares, ante os 17,3 bilhões no mesmo período do ano passado. Mas o resultado líquido foi negativo, de 1,97 bilhão.



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Apple registra patente de smartwatch com câmera na pulseira

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Nesta terça-feira (25/6), o Escritório de Marcas e Patentes dos Estados Unidos concedeu à Apple a patente de um smartwatch que, ao que tudo indica, terá uma câmera embutida.

A Apple não seria a primeira a colocar uma câmera em um smartwatch, mas, por enquanto, todos eles exigem uma posição desconfortável para conseguir tirar uma foto. No entanto, segundo o registro, a empresa norte-americana inovou e pensou em colocar a câmera na pulseira, o que permite registrar as imagens de qualquer ângulo, sem perder a visão da tela.

Uma possível barreira para a adoção deste formato é sua capacidade mínima de capturar imagens. Alguns projetos descritos neste documento incluem um smartwatch com a funcionalidade de uma câmera que pode ser posicionada independentemente da posição do corpo no relógio. Isso permite que o dispositivo capture imagens e vídeos em ângulos e orientações que não dependem diretamente do do resto do relógio, incluindo o corpo. Essa funcionalidade pode substituir ou, pelo menos, otimizar significativamente uma câmera ou um dispositivo habilitado para essa função – por exemplo, um smartphone ou um tablet). O dispositivo portátil consegue capturar imagens e vídeos através de uma lente ótica integrada em uma parte da extremidade da pulseira.

No documento, a Apple explica que a câmera pode ser ativada com um botão na caixa do dispositivo e na pulseira, com comandos específicos, como apertar uma ponta da mesma ou através de um comando de voz da Siri.

O relógio também pode ter uma segunda câmera do outro lado da alça, o que daria a capacidade de tirar fotos com as duas câmeras ao mesmo tempo e fazer vídeos e imagens em 360°. A câmera frontal deve manter-se em um ponto fixo, enquanto a outra pode ser manipulada pelo usuário de uma forma que possibilite fazer vídeochamadas.

No documento de patente está registrado que, talvez, com o uso desse Apple Watch, o smartphone possa ficar em casa em alguns momentos. Ele teria a capacidade de capturar imagens e vídeos, podendo dar aos usuários a oportunidade de depender menos de outros dispositivos para essas funções. Um smartwatch do gênero permite que o usuário renuncie de levar um smartphone quando realiza algumas atividades, especialmente quando essas  dificultam o uso dos aparelhos em questão – por exemplo, caminhadas, corridas, nadar, surfar e outras situações.

Empresas grandes como a Apple solicitam patentes o tempo inteiro, até para se proteger contra a concorrência. Ou seja, esse documento não significa necessariamente que o produto chegará nas lojas, mas é fato que não seria ruim poder deixar o celular em casa e ainda assim conseguir tirar fotos e fazer vídeos.

Fonte: Gizmodo



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Caixa levanta R$7 bi com venda de participação na Petrobras, dizem fontes

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São Paulo — A oferta de ações da Petrobras detidas pela Caixa foi precificada a 30,25 reais por papel ordinário, afirmaram duas fontes com conhecimento do assunto nesta terça-feira (25).

A Caixa vendeu sua participação de 2,3 por cento na Petrobras com desconto de 1,5 por cento sobre o preço de fechamento dos papéis nesta terça-feira, de 30,70 reais. O banco levantou 7,3 bilhões de reais com a venda de 241,3 milhões de ações ordinárias da Petrobras.



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Especificações do Xiaomi Mi CC9 vazam antes do lançamento. Confira!

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Na última sexta-feira (21), a Xiaomi anunciou uma nova linha de smartphones, a Mi CC. Segundo a fabricante chinesa, a novidade é projetada para ser um referência em fotografias e selfies com câmeras frontais e traseiras, sendo mais voltada ao público jovem. Os telefones da série CC serão revelados na China apenas no dia 2 de julho, mas, como é de praxe no mundo da tecnologia, muitas especificações dos produtos vazaram antes da hora certa.

Reprodução

Hoje, a Xiaomi divulgou um pôster na internet para confirmar que o Mi CC9 terá uma câmera frontal, com sensor Samsung GD1 de 32MP, além de um sensor de 48 MP da Sony na traseira. Em mensagem, a companhia chinesa garante que a lente frontal do Mi CC9 pode “restaurar a textura natural da pele” e “registrar a beleza de cada momento”. Ela será acompanhada de um algoritmo fotográfico dotado de inteligência artificial, desenvolvido pelo recém-criado laboratório Xiaomi x Meitu AI Beauty e que capturar impressionantes selfies.

De acordo com o vazamento, tanto o Mi CC9 quanto o Mi CC9e serão equipados com câmeras triplas na traseira. Para o primeiro, um sensor principal Sony IMX586 de 48MP, uma lente grande-angular de 16MP e um terceiro sensor de 12MP. Para o último, os rumores apontam um sensor principal de 48MP Sony IMX582, uma lente grande-angular de 8MP e um sensor de profundidade de 5MP. A Xiaomi também compartilhou uma prévia do que a lente principal da Sony é capaz de capturar. Veja abaixo!

Reprodução

Agora que o lançamento oficial da série Mi CC9 está a apenas uma semana de distância, a fabricante deve soltar mais informações sobre os smartphones durante os próximos dias. Os preços ainda não-oficiais do Mi CC9e seriam de: 6GB/64GB – RMB 1.599 (cerca de R$ 895 na cotação atual), Mi CC9e 8GB/128GB – RMB 2.199 (R$ 1230). Para o Mi CC9: 6GB/128GB – RMB 2.599 (R$ 1450), 8GB/128GB – RMB 2.799 (R$ 1565) e 8GB/256GB – RMB 3.099 (R$ 1730). Os aparelhos podem operar em Android 9.0 Pie com a interface do MIUI 10.

Veja abaixo outras especificações vazadas:

Mi CC9

  • Tela: AMOLED Full HD+ de 6,2 polegadas, com sensor de impressão digital
  • Processador: Snapdragon 730
  • Memória RAM: 8 GB
  • Armazenamento: 128 GB / 256 GB
  • Bateria: 4.000mAh e suporte para carregamento de 27W

Mi CC9e

  • Tela: AMOLED Full HD+ de 5,97 polegadas, com sensor de impressão digital
  • Processador: Snapdragon 710
  • Memória RAM: 8 GB
  • Armazenamento: 64 GB / 128 GB
  • Bateria: 3.500mAh e suporte para carregamento de 18W

Fonte: Gizmochina, 91Mobiles



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Lava Jato recupera R$820 mi à Petrobras após acordo de delação da Technip

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São Paulo — A força-tarefa da operação Lava Jato informou nesta terça-feira (24) que assegurou a recuperação de cerca de 820 milhões de reais para a Petrobras, após ter firmado acordo de leniência com empresas Technip Brasil e Flexibras, ambas pertencentes ao grupo Technip, segundo comunicado do Ministério Público Federal.

O documento, que diz respeito a ilícitos cometidos por tais empresas em prejuízo da Petrobras, foi firmado pelo MPF na segunda-feira e será submetido à homologação da 5ª Câmara de Coordenação e Revisão do Ministério Público Federal (5CCR).

O acordo celebrado nesta semana é parte de um acordo global e de uma negociação multilateral internacional envolvendo o MPF, a Controladoria-Geral da União (CGU), a Advocacia-Geral da União (AGU) e o Departamento de Justiça dos EUA (DOJ).

O valor global a ser pago pela empresa é de 1,1 bilhão de reais, dos quais 819,8 milhões serão pagos no Brasil e destinados à Petrobras.

Desse montante, 630,6 milhões correspondem a reparação de danos e devolução de lucros e 189,2 milhões se referem a pagamento de multa prevista na Lei de Improbidade Administrativa.

Os valores serão pagos em três parcelas no prazo de dois anos, sendo a primeira em até 30 dias após a assinatura do acordo.

“Além de reconhecer os ilícitos praticados, apresentar informações e provas relevantes sobre a participação de terceiros nos crimes e de efetuar o pagamento de multa e ressarcimento de danos, a empresa se comprometeu a continuar a implementar e aprimorar programas de integridade (compliance)…”, disse o MPF em nota.

A celebração do acordo de leniência é decorrência do desenvolvimento das apurações que vem sendo realizadas desde 2015 pela força-tarefa Lava Jato a respeito de pagamentos de vantagens indevidas envolvendo pessoas ligadas ao grupo Technip.

Os acordos de leniência e de colaboração premiada firmados ao longo dos cinco últimos anos pela força-tarefa da operação Lava Jato foram essenciais para a expansão das investigações e possibilitaram ainda o ressarcimento de prejuízos causados aos cofres públicos em cifras recordes, defendeu o MPF.

Considerando os valores objeto deste último acordo, o montante de recuperação já previsto pela operação Lava Jato em Curitiba a partir de acordos de leniência atinge até o momento o valor de 11,8 bilhões de reais.

Se considerado, além das leniências já celebradas, os acordos de colaboração premiada, termo de ajustamento de conduta, renúncias voluntárias e repatriações do exterior, o montante a ser recuperado pela operação já soma cerca de 14 bilhões de reais.



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Notebooks de linha gamer da Asus podem chegar ao Brasil no segundo semestre

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Esta é para os gamers! Se você é fã da linha Republic of Gamers (ou, simplesmente RoG), da Asus, tem motivos para ficar empolgado. Isso porque a marca pode aumentar a sua presença aqui no Brasil, indo além dos periféricos.

Com isso, os notebooks da linha RoG, voltado ao público gamer, podem chegar ao país, bem como os monitores da série e outros periféricos.  Isso é o que diz o CEO da empresa, S. Y. Hsu, que conversou com a reportagem do Olhar Digital nesta terça-feira (25/6), durante o evento de lançamento de uma série de notebooks da Asus.

Durante a entrevista, ele conta que a empresa tem planos de comercializar os dispositivos por aqui ainda neste ano. “É provável que tenhamos os aparelhos no Brasil em setembro deste ano”, diz ele. “Sabemos que há um grande potencial para essa linha no Brasil.”

S. Y. não informou mais detalhes, como quais dispositivos estarão disponíveis, bem como datas, preços ou configurações. Mas, mesmo assim, a notícia já é bastante boa para esse público. “Provavelmente, teremos os notebooks e os fones RoG”, conta. E aí, animados para esperar por eles?

E o smartphone da RoG?

O primeiro ROG Phone foi lançado em 2018 por cerca de $866 dólares (3.300 reais). Este ano, a empresa deve anunciar seu segundo celular focado fãs de jogos eletrônicos.

De acordo com as últimas notícias, a gigante chinesa Tencent Games assinou oficialmente um contrato com os jogadores do ROG e testará, na China o funcionamento dos games nesse telefone. A ideia é otimizar o conteúdo dos jogos no hardware para oferecer uma melhor experiência ao usuário. O resultado dessa parceria será o lançamento do ROG Phone 2.

Espera-se que ROG Gaming Phone 2 seja o primeiro na China a suportar uma taxa de atualização de tela de até 120Hz, para atender às demandas mais altas de jogadores experientes. A segunda geração desse modelo da Asus deve ser lançado em julho deste ano. 
 
No entanto, pelo menos para o Brasil, S. Y. Hsu não deu um prazo para a chegada desse modelo. 




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Brasil exportará menos de 500 mil carros em 2019, estimam Volkswagen e GM

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São Paulo – As duas montadoras que lideram as exportações de carros no Brasil, a Volkswagen e a GM, acreditam que as vendas ao exterior devem somar menos de 500 mil unidades em 2019, abaixo, portanto, da projeção oficial da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), de 555 mil unidades, o equivalente a uma queda de 6,8% em relação ao volume do ano passado.

Em evento promovido nesta terça-feira, 25, pela editora AutoData, executivos dessas duas empresas falaram sobre o cenário para exportação e se mostraram mais pessimistas que a própria Anfavea, que ainda não revisou sua previsão. O principal motivo do pessimismo é a crise da Argentina, maior destino das exportações brasileiras. A piora econômica no país vizinho tem se prolongado por mais tempo do que imaginava o setor.

Em sua apresentação no evento, o vice-presidente da GM no Brasil, Marcos Munhoz, disse que é mais provável que o volume exportado fique abaixo de 500 mil do que acima desse nível, independentemente do resultado da eleição presidencial na Argentina, que ocorre em setembro. “Para este ano não dá mais tempo de melhorar. A expectativa, agora, é para 2020”, disse o executivo.

Após Munhoz, foi a vez de subir ao palco Antonio Megale, diretor de Assuntos Governamentais da Volkswagen e ex-presidente da Anfavea. O executivo também não vê espaço para uma recuperação da Argentina no curto prazo. “Concordo com Munhoz e acredito que dificilmente a projeção da Anfavea será atingida. A exportação deve ficar perto de 500 mil unidades e talvez um pouco abaixo disso”, afirmou.

De janeiro a maio deste ano, as montadoras instaladas no Brasil exportaram 173,4 mil unidades, recuo de 42% em relação a igual período do ano passado. O tombo é seis vezes maior do que a projeção da Anfavea. A expectativa de analistas e de executivos do setor é de que a associação revise sua previsão para baixo, reduzindo, como consequência, a estimativa para a produção, hoje em crescimento de 9%. A projeção para o mercado interno é de alta de 11,4%.



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