segunda-feira, abril 20, 2026

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Por que eles têm tanto medo de mim?, diz advogado retirado do caso Queiroz


Considerado um juiz discreto e rigoroso, Flávio Itabaiana relatou a pessoas próximas a frustração com a decisão da 3ª Câmara Criminal do TJ do Rio que tirou a investigação sobre o possível esquema de rachadinha no antigo gabinete de Flávio Bolsonaro na Alerj da vara da qual é titular. A amigos, disse, pouco depois da sessão de ontem que mudou o foro do caso: “Por que eles têm tanto medo de mim?”.

Desde que assumiu o caso, em 15 de abril do ano passado, o titular da 27ª Vara Criminal da Capital se viu sob forte pressão, que incluiu duas ações da Corregedoria-Geral de Justiça em sua vara ao longo do inquérito. O juiz disse que não esperava ter de deixar agora o caso mais importante em 25 anos de magistratura.

Segundo relato de pessoas que o procuraram após a decisão de ontem, Itabaiana afirmou ter se mantido “firme” e “com paciência” enquanto presidiu o caso.

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O juiz evitou comentar sobre o futuro do caso no Órgão Especial do Tribunal de Justiça. Sua única certeza, comentada nessas conversas privadas, foi ter colhido alguns inimigos no próprio Judiciário fluminense em decorrência das decisões que tomou, especialmente as de quebra de sigilo dos investigados, incluindo o senador Flávio Bolsonaro, as de busca e apreensão e as recentes prisões de Fabrício Queiroz e mulher, Márcia.

O juiz evitou avaliar a decisão tomada pela 3ª Câmara Criminal, mas afirmou crer que as suas decisões tomadas no curso do inquérito serão validadas pelo futuro relator do caso. As defesas de Flávio Bolsonaro e de Fabrício Queiroz vão recorrer das medidas cautelares determinadas por Itabaiana nos últimos meses, como a quebra de sigilo bancário do senador e a prisão preventiva de seu ex-assessor.

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Oficiais da reserva apoiam Heleno, atacam STF e falam em ‘guerra civil’


Um grupo de 90 oficiais da reserva do Exército divulgou no sábado, 23, uma nota de apoio ao ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Augusto Heleno, na qual, em tom de ameaça, atacam o Supremo Tribunal Federal (STF), a imprensa e falam em “guerra civil”.

“Faltam a ministros, não todos, do stf (sempre grafado em letras minúsculas), nobreza, decência, dignidade, honra, patriotismo e senso de justiça. Assim, trazem ao País insegurança e instabilidade, com grave risco de crise institucional com desfecho imprevisível, quiçá, na pior hipótese, guerra civil”, diz o texto.

A nota faz parte de uma escalada verbal por parte de apoiadores do presidente Jair Bolsonaro desde que o decano do STF, ministro Celso de Mello, autorizou a divulgação do vídeo da reunião ministerial de 22 abril e despachou para a Procuradoria-Geral da República (PGR) três notícias-crime, em ato de praxe, para Augusto Aras se manifestar sobre os pedidos feitos por deputados da oposição de apreensão dos celulares do presidente e de seu filho Carlos Bolsonaro.

Na sexta-feira, o ministro Augusto Heleno, que também é general da reserva, divulgou nota em resposta à decisão de Celso de Mello na qual fala em “consequências imprevisíveis para a estabilidade nacional”.

A manifestação de Heleno provocou fortes reações de setores democráticos da sociedade que enxergaram na nota ameaça de golpe.

No texto divulgado neste domingo os oficiais da reserva, ex-colegas de turma de Heleno na Academia das Agulhas Negras, se referem aos “ministros” do STF – entre aspas – nos seguintes termos: “bando de apadrinhados que foram alçados à condição de ministros do stf (sic), a maioria sem que tivesse sequer logrado aprovação em concurso de juiz de primeira instância”.

Em tom policialesco, o texto adverte: “Alto lá, ‘ministros’ do stf!” e diz que os autores do texto se mantém calados “em nome da paz no País”.

Sem citar nomes, os militares sugerem que ministros são delinquentes e que, por culpa do STF, que decidiu contra a prisão após condenação em segunda instância, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva está livre.

“Juiz que um dia delinquiu – e/ou delinque todos os dias com decisões arbitrárias e com sentenças e decisões ao arrepio da lei -facilmente perdoa (…) Vemos, por esta razão, ladrão, corrupto e condenado passeando pela Europa a falar mal do Brasil. Menos mal ao País fizeram os corruptos do mensalão e do petrolão, os corruptos petistas e seus asseclas que os maus juízes que, hoje, fazem ao solapar a justiça do país e se posicionar politicamente, como lacaios de seus nomeadores, sequazes vermelhos e vendilhões impatrióticos”.

Os militares aposentados também ecoam o discurso de Bolsonaro ao usar termos pesados como “canalha” para se referir à imprensa. “Temos acompanhado pelo noticiário das redes sociais (porquanto, com raríssimas exceções, o das redes de TV, jornais e rádios é tendencioso, desonesto, mentiroso e canalha, como bem assevera o Exmº. Sr. presidente da República), as sucessivas arbitrariedades, que beiram a ilegalidade e a desonestidade”.

Por fim, a nota prega a desobediência. “Aprendemos, desde cedo, que ordens absurdas e ilegais não devem ser cumpridas”. Na decisão que retirou o sigilo sobre a reunião do dia 22 de abril, Celso de Mello adverte que a desobediência a ordem judicial é crime e pode levar ao impeachment.

Leia a íntegra da nota:

SOLIDARIEDADE AO GENERAL AUGUSTO HELENO RIBEIRO PEREIRA

Nós, oficiais da reserva do Exército Brasileiro, integrantes da Turma Marechal Castello Branco, formados pela “SAGRADA CASA” da Academia Militar das Agulhas Negras em 1971, e companheiros dos bancos escolares das escolas militares que, embora tenham seguido outros caminhos, compartilham os mesmos ideais, viemos a público externar a mais completa, total e irrestrita solidariedade ao GENERAL AUGUSTO HELENO RIBEIRO PEREIRA, Ministro-Chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, não só em relação à Nota à Nação Brasileira, por ele expedida em 22 de maio de 2020, mas também em relação a sua liderança, a sua irrepreensível conduta como militar, como cidadão e como ministro de Estado.

Alto lá, “ministros” do stf!

Temos acompanhado pelo noticiário das redes sociais (porquanto, com raríssimas exceções, o das redes de TV, jornais e rádios é tendencioso, desonesto, mentiroso e canalha, como bem assevera o Exmº. Sr. presidente da República), as sucessivas arbitrariedades, que beiram a ilegalidade e a desonestidade, praticadas por este bando de apadrinhados que foram alçados à condição de ministros do stf, a maioria sem que tivesse sequer logrado aprovação em concurso de juiz de primeira instância.

Assistimos, calados e em respeito à preservação da paz no país, à violenta arbitrariedade de busca e apreensão, por determinação de conluio de dois “ministros”, cometida contra o General Paulo Chagas, colega de turma. Mas o silêncio dos bons vem incentivando a ação descabida dos maus, que confundem respeito e tentativa de não contribuir para conturbar o ambiente nacional com obediência cega a “autoridades” ou conformismo a seus desmandos. Aprendemos, desde cedo, que ordens absurdas e ilegais não devem ser cumpridas.

Desnecessário enumerar as interferências descabidas, ilegais, injustas, arbitrárias, violentas contra o Exmº Sr. Presidente da República, seus ministros e cidadãos de bem, enquanto condenados são soltos, computador e celular do agressor do então candidato Jair Bolsonaro são protegidos em razão de uma canetada, sem fundamentação jurídica, mas apenas pelo bel-prazer de um ministro qualquer.

Chega!

Juiz que um dia delinquiu – e/ou delinque todos os dias com decisões arbitrárias e com sentenças e decisões ao arrepio da lei – facilmente perdoa.

Perdoa, apoia, põe em liberdade e defende criminosos, mas quer mostrar poder e arrogância à custa de pessoas de bem e autoridades legitimamente constituídas. Vemos, por esta razão, ladrão, corrupto e condenado passeando pela Europa a falar mal do Brasil. Menos mal ao país fizeram os corruptos do mensalão e do petrolão, os corruptos petistas e seus asseclas que os maus juízes que, hoje, fazem ao solapar a justiça do país e se posicionar politicamente, como lacaios de seus nomeadores, sequazes vermelhos e vendilhões impatrióticos.

O cunho indelével da nobreza da alma humana é a justiça e o sentimento de justiça. Faltam a ministros, não todos, do stf, nobreza, decência, dignidade, honra, patriotismo e senso de justiça. Assim, trazem ao país insegurança e instabilidade, com grave risco de crise institucional com desfecho imprevisível, quiçá, na pior hipótese, guerra civil. Mas os que se julgam deuses do Olimpo se acham incólumes e superiores a tudo e todos, a saborear lagosta e a bebericar vinhos nobres; a vaidade e o poder lhes cegam bom senso e grandeza.

Estamos na reserva das fileiras de nosso Exército. Nem todos os reflexos são os mesmos da juventude. Não mais temos a jovialidade de cadetes de então, mas mantemos, na maturidade e na consciência, incólumes o patriotismo, o sentimento do dever, o entusiasmo e o compromisso maior, assumido diante da Bandeira, de defender as Instituições, a honra, a lei e a ordem do Brasil com o sacrifício da própria vida. Este compromisso não tem prazo de validade; ad eternum.

Brasília, 23 de maio de 2020.

Assinam (o nome aparece em ordem alfabética):

Adonai de Ávila Camargo Coronel de Infantaria

Alvarim Pires do Couto Filho Coronel de Infantaria

Álvaro Vieira Coronel Engenheiro Militar

Alzelino Ferreira da Silva. Coronel Comunicações

Amaury Faia Coronel de Infantaria

Anquises Paulo Stori Paquete Coronel de Infantaria

Antônio Carlos Gay Thomé Coronel Engenheiro Militar

Antônio Carlos da Silva Portela General de Brigada

Antônio Ferreira Sobrinho Coronel de Artilharia]Augusto Cesar Lobão Moreira Promotor de Justiça

Carlos Alberto Dias Vieira Engenheiro

Carlos Alberto Zanatta Coronel Engenheiro Militar

Carlos Augusto da Costa Brown Coronel de Infantaria

Carlos Soares Coronel Engenheiro Militar

Celso Bueno da Fonseca Coronel de Cavalaria

Chacur Roberto Jorge Major de Material Belico

Cláudio Eustáquio Duarte Coronel de Infantaria

Dalton Domingues Coronel do Quadro de Material Bélico

Décio Machado Borba Júnior Coronel Infantaria

Édson Pires dos Santos Coronel de Infantaria

Edu Antunes Coronel de Infantaria

Eduardo de Carvalho Ferreira Coronel do Quadro de Material Bélico

Eduardo José Navarro Bacellar Coronel de Comunicações

Eliasar de Oliveira Almeida Coronel de Artilharia

Emilio Wagner Kourrouski Coronel de Cavalaria

Ênio Antonio Alves dos Anjos Coronel de Comunicações

Fernando Francisco Vieira Major de Artilharia

Fernando Freire Coronel de Infantaria

Francisco José da Cunha Pires Soeiro Coronel Engenheiro

Fernando Ruy Ramos Santos Coronel de Intendência

Francisco de Assis Alvarez Marques Coronel de Artilharia

Gabriel Cruz Pires Ribeiro Coronel de Comunicações

Genino Jorge Cosendey Coronel de Engenharia

Gilberto Machado da Rosa Coronel de Engenharia

Ivanio Jorge Fialho Coronel de Intendência

Jeová Ferreira Rocha Coronel do Quadro de Material Bélico

Johnson Bertoluci Coronel de Engenharia

João Cunha Neto Coronel de Infantaria

João Henrique Pereira Allemand Coronel de Comunicações

João Vicente Barboza Coronel de Infantaria

Jorge Alberto Durgante Colpo Coronel de Artilharia

Jorge Cosendey Coronel de Engenharia

José Benedito Figueiredo Coronel de Artilharia

José Carlos Abdo Coronel de Engenharia

José Eurico Andrade Neves Coronel de Cavalaria

José Rossi Morelli Coronel de Engenharia

Josias Dutra Moura Coronel de Intendência

Julio Joaquim da Costa Lino Dunham

Juarez Antônio da Silva Coronel de Infantaria

Lincoln Ungaretti Branco Coronel de Infantaria

Luiz Antônio Gonzaga Coronel de Artilharia

Luiz Dionisio Aramis de Mattos Vieira Coronel de Cavalaria

Manoel Francisco Nunes Gomes Coronel de Infantaria

Márcio Visconti Coronel de Cavalaria

Marco Antônio Cunha Coronel de Infantaria

Marino Luiz da Rosa Coronel de Comunicações

Nelson Gomes Coronel de Engenharia

Moacir Klapouch Coronel de Intendência

Nilton Nunes Ramos Coronel de Infantaria

Nilton Pinto França Coronel de Artilharia

Norberto Lopes da Cruz Coronel de Infantaria

Osiris Hernandez de Barros Coronel de Cavalaria

Pascoal Bernardino Rosa Vaz Coronel de Cavalaria

Paulo Cesar Alves Schutt Coronel de Infantaria

Paulo César Fonseca Coronel de Infantaria

Paulo Goulart dos Santos Coronel de Infantaria

Paulo Sérgio de Carvalho Alvarenga Coronel do Quadro de Engenheiros Militares

Paulo Sérgio do Nascimento Silva Coronel de Infantaria

Pedro Sérgio Chagas da Silva Coronel do Quadro de Material Bélico

Pedro Paulo da Silva Coronel de Infantaria

Renato César do Nascimento Santana Coronel de Infantaria

Roberto Barbosa Coronel de Infantaria

Ronald Wall Barbosa de Carvalho Engenheiro e empresário

Rubens Vieira Melo Coronel de Artilharia

Rui Antônio Siqueira Coronel de Infantaria

Sebastião Célio de Aquino Almeida Coronel de Intendência

Sérgio Afonso Alves Neto Coronel de Artilharia

Sérgio Antônio Leme Dias Advogado e professor

Siloir José Soccal Coronel de Intendência

Téo Oliveira Borges Coronel de Infantaria

Tércio Azambuja Coronel de Cavalaria

Tiago Augusto Mendes de Melo Coronel de Artilharia

Túlio Cherem General de Exército

Vanildo Braga Vilela Coronel de Engenharia

Vicente Wilson Moura Gaeta Coronel de Intendência

Waldir Roberto Gomes Mattos Coronel de Infantaria

Walter Paulo General de Brigada

Willard Faria Familiar Coronel de Infantaria

Zenilson Ferreira Alves Coronel de Artilharia



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Senado tira de pauta MP do Contrato Verde e Amarelo e medida irá caducar


A escalada de tensão entre o Executivo e Legislativo ganhou um novo capítulo nesta sexta-feira, 17. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), retirou da pauta a medida provisória 905, conhecida como Contrato Verde e Amarelo. A MP flexibiliza obrigações trabalhistas para fomentar a contratação de jovens entre 18 a 29 anos e pessoas acima dos 65 anos. A validade da medida, que já passou pela Câmara, é até segunda-feira, 20. Oficialmente, a posição do Senado é de focar na votação de matérias emergenciais, ou seja, medidas de combate aos danos da pandemia do novo coronavírus. Porém, o clima entre o governo e o Congresso piorou após a demissão de Luiz Henrique Mandetta (DEM-MS) do Ministério da Saúde e ataques de Jair Bolsonaro ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

Ao anunciar a retirada do texto da pauta, Alcolumbre disse que não irá prever a votação na medida na segunda-feira, a não ser que as lideranças de bancadas consigam costurar acordos para a aprovação. O senador afirmou que a sessão de segunda-feira será votada para a votação da ampliação do ‘coronavoucher’, medida que concede 600 reais de forma emergencial a trabalhadores informais afetados pela crise. O texto, que é de autoria do Senado, foi aprovado pela Câmara mas sofreu alterações, por isso, volta para o Senado. Se aprovado, vai à sanção presidencial.

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Covid-19: Sem Mandetta, Bolsonaro faz mudança de risco nos planos A perigosa nova direção do governo no combate ao coronavírus, as lições dos recuperados e o corrida por testes. Leia na edição desta semana.

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A MP, votada nesta semana pela Câmara, teve alterações em relação ao projeto inicial enviado pelo governo (como a manutenção da multa de 8% para contratos de trabalho sobre esse modelo e não 2% como desejava o governo) e também teve muitos questionamentos dos senadores. Defendida pelo governo como “fundamental” durante a pandemia, a MP já chegou no Senado sob polêmica dos líderes, que questionam o fato de ela alterar regras trabalhistas durante o estado de calamidade.

Inicialmente, o Senado tentava com a Câmara ‘fatiar’ a proposta, para se votar pontos em acordo e poder mexer no restante do texto, porém, não conseguiu se chegar a essa solução. “O senado vai apresentar o relatório, mas não temos nenhuma força para mexer no texto que veio da Câmara porque eles não vão votar novamente. Então, temos dificuldade de acreditar nos acordos que o senador Fernando Bezerra, como líder, apresenta”, disse o senador Rogério Carvalho (PT-SE), relator da MP.

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“De fato, está complicada essa situação. Todo dia é a mesma coisa, colocam as matérias de forma atropeladas. A gente precisa de tempo. Não dá para superar o regimento, nem as normas estabelecidas. Isso dificulta muito”, disse o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP).

O que é o Contrato Verde e Amarelo

O governo flexibilizou, por medida provisória, a contratação  de jovens entre 18 a 29 anos. A Câmara estendeu as mesmas condições para trabalhadores acima de 55 anos, com mais de um ano sem emprego de carteira assinada. E as empresas podem ter até 25% dos funcionários nas novas regras.

O empregador fica dispensado de pagar a contribuição ao INSS e ao sistema S. O programa é para funcionários que recebem até um salário mínimo e meio (1.567,50 reais), e os contratos podem durar, no máximo, dois anos.

A versão aprovada pelos deputados manteve o recolhimento das empresas ao FGTS em 8% – o governo tinha reduzido para 2%; em caso de demissão sem justa causa, a multa sobre o FGTS fica em 20% do saldo do trabalhado – para os demais trabalhadores, essa multa é de 40%; manteve a contribuição das empresas ao salário-educação – o governo queria retirar essa exigência.

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Itaú: primeira responsabilidade das empresas é cuidar do País


Para Candido Bracher, presidente do Itaú Unibanco, maior banco privado brasileiro, nenhuma instituição pode ser melhor do que o país em que ela se encontra. Por isso, toda empresa deve se preocupar com as condições sociais das pessoas. “Precisamos cuidar da nossa casa”, afirma Bracher. “Não descansaremos enquanto a pandemia não for superada”. 

O banco anunciou uma doação de 1 bilhão de reais para o combate ao novo coronavírus. O valor será transferido para a Fundação Itaú Social e será administrado por um grupo de profissionais da área de saúde liderado pelo médico Paulo Chapchap, diretor-geral do Hospital Sírio-Libanês.

Segundo Bracher, esse dinheiro, que representa pouco mais de 3% do lucro líquido do Itaú,  sairá do balanço da instituição e não é elegível a incentivos tributários. A equipe liderada por Chapchap, que conta com Sidney Klajner, presidente da do Hospital Albert Einstein, e o médico Drauzio Varella, trabalhará voluntariamente. 

O presidente do Itaú prevê grandes mudanças no setor empresarial após a crise. “Quanto mais tempo durar o isolamento, mais fragilizada estará a economia na saída”, diz Bracher. “Essa fragilidade vai forçar todos os agentes a reverem a forma como apoiam a economia”.

As estimativas iniciais do Itaú previam um intervalo de queda do PIB brasileiro, em 2020, entre 0,5% e 6,5%, a depender da duração do isolamento social e da velocidade da retomada. “Hoje, minha estimativa é que esse intervalo esteja entre 3,5% e 6,5%”, afirmou o executivo.

Recorde de doações

Antes do anúncio do Itaú, as doações de empresas e indivíduos para iniciativas de combate ao novo coronavírus já ultrapassavam a marca de 1 bilhão de reais, de acordo com levantamento é da Associação Brasileira de Captadores de Recursos (ABCR), que vem monitorando o movimento filantrópico relacionado à pandemia. 

Segundo João Paulo Vergueiro, diretor executivo da ABCR, esse movimento é inédito e o maior da história recente do País. “ “Estamos falando desde grandes doadores, como empresas e ONGs, com milhões de reais, a famílias, grupos e indivíduos que doam 30, 40 reais”, diz Vergueiro. 

O total doado é ainda maior, no entanto, pois o monitoramento da ABCR considera apenas as doações públicas e com o valor em reais divulgado. Iniciativas que envolvem a compra de produtos médicos, como álcool gel, máscaras etc, não entram no cálculo. 

Para Márcia Woods, presidente do conselho da ABCR, esse movimento mostra a importância do terceiro setor para a economia. “O terceiro setor não deve ser valorizado só em momentos de crise como agora, em que houve uma mobilização ágil de recursos. Ele é fundamental por apoiar às diversas causas sociais que atuam junto aos menos favorecidos e em temas críticos para nossa sociedade”, diz Márcia.

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Pesquisadores querem quebrar protocolo para testar vacina



20191211051236_860_645_-_vacinas Pesquisadores querem quebrar protocolo para testar vacina

Pesquisadores de todo o mundo correm para testar uma vacina que seja eficaz contra o coronavírus. O processo deve levar pelo menos um ano, mas já há quem queira quebrar o protocolo atual e iniciar os testes em humanos.

Para que uma vacina possa ser aplicada em humanos, são necessários testes de segurança em animais de laboratório. Mark Feinberg, presidente e CEO da International Aids Vaccine Initiative, diz que faz sentido iniciar os testes em humanos antes, dada a atual urgência. O trabalho da empresa foi essencial no desenvolvimento da imunização contra o Ebola.

Isso pode ser perigoso, já que não está claro o quão eficaz a fórmula é, e alguns riscos podem ser ainda desconhecidos. A maior vantagem desse método é a velocidade.

Para prosseguir com a ideia, voluntários saudáveis já começaram a ser recrutados. O plano é de testar 45 pessoas, com idades entre 18 e 55 anos. Cada uma delas vai receber duas doses da vacina experimental e 1.100 dólares para participar do estudo.



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Trump é processado por difamação por mulher que o acusa de tê-la estuprado nos anos 1990


Por Jonathan Stempel

NOVA YORK (Reuters) – Uma mulher que acusa o presidente dos EUA, Donald Trump, de tê-la estuprado mais de 23 anos atrás em uma loja de departamentos de Nova York abriu um processou contra ele nesta segunda-feira devido a comentários que fez em junho negando e criticando-a por vir a público.

E. Jean Carroll, que há tempos tem uma coluna na revista Elle, disse em uma ação apresentada a um tribunal estadual de Nova York, em Manhattan, que Trump mentiu a respeito do caso e “maculou sua integridade, honestidade e dignidade” ao fabricar uma “enxurrada de mentiras relacionadas” para explicar por que ela teria inventado o incidente.

A Casa Branca não respondeu de imediato a um pedido de comentário. A assessora de imprensa da Casa Branca, Stephanie Grisham, disse ao Washington Post que “a ação civil é frívola e a história é uma fraude – assim como a autora”.

O relato de Carroll sobre o suposto estupro na Bergdorf Goodman da Quinta Avenida, que ela disse ter acontecido entre o outono de 1995 e a primavera de 1996, já havia sido publicado em uma revista de Nova York em junho e é um trecho de seu livro de memórias, lançado no mês seguinte.

Depois que o relato foi publicado, Trump fez comentários dizendo que não estuprou Carroll e que nunca a conheceu. Ele disse que ela estava “mentindo totalmente” como parte de um esforço para impulsionar as vendas de seu livro.

“Vou dizê-lo com grande respeito: número um, ela não é meu tipo. Número dois, nunca aconteceu. Nunca aconteceu, OK?”, disse ele ao jornal The Hill de Washington.





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Justiça manda descontar de funcionários dos Correios dias parados em greve


O Tribunal Superior do Trabalho (TST) decidiu hoje (2) que os Correios devem conceder reajuste de 3% nos salários e nos benefícios dos funcionários da estatal. A questão foi decidida durante o julgamento do dissídio coletivo da greve realizada no mês passado.

Pela decisão, os ministros da Seção de Dissídios Coletivos também decidiram que os dias de paralisação serão descontados em três parcelas na folha de pagamento e que as cláusulas do acordo coletivo anterior serão mantidas.Também foi determinada a exclusão dos pais dos funcionários do plano de saúde, com a exceção de quem estiver em tratamento médico contínuo. A greve não foi considerada ilegal.

Em nota aos trabalhadores, a Federação Nacional dos Tralhadores em Empresas de Correios (Fentect) disse que o reajuste de 3% está próximo ao índice de inflação, mas não repara a perda do “direito histórico” de manter pais e mães no plano de saúde. Segundo a federação, o maior avanço foi a mobilização da categoria.

Os Correios informaram que vão cumprir a decisão, mas alertaram para a “delicada situação financeira da empresa”. Segundo a estatal, o prejuízo acumulado é de R$ 3 bilhões, e os gastos com pessoal estão em 62% dos dispêndios anuais.

“As condições econômicas da estatal foram, inclusive, contempladas no parecer divulgado pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) no último dia 30. Em sua avaliação sobre as cláusulas do acordo coletivo de trabalho da empresa, o órgão considerou que algumas delas têm percentuais acima do mínimo previsto pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT)”, disse a estatal.

No dia 18 de setembro, os funcionários da estatal encerraram a paralisação, que foi realizada de 11 a 18 de setembro. Durante o período, um plano de continuidade de negócios foi montado pela empresa, e as postagens e entregas de correspondências e de encomendas Sedex e PAC continuam sendo feitas em todos os municípios. No entanto, os serviços com hora marcada (Sedex 10, Sedex 12, Sedex Hoje) foram suspensos.



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Incêndio em hospital no Rio deixa 11 mortos


São Paulo — Um incêndio no Hospital Badim, no Maracanã, zona norte do Rio de Janeiro, ocorrido no início da noite da quinta-feira, 12, provocou a morte de 11 pessoas, de acordo com a TV Globo. Informações sobre a identidade das vítimas não foram reveladas. Ainda há oito pessoas internadas com queimaduras graves nas vias respiratórias.

O Badim é um estabelecimento privado, que pertence à Rede D’Or.

O incêndio foi provocado por um curto-circuito em um gerador, segundo o vice-governador do Rio, Claudio Castro (PSC). Quando as chamas se espalharam pelo prédio do hospital, dezenas de pacientes começaram a ser retirados às pressas. Muitos deles ficaram aguardando remoção na calçada, para desespero de familiares. Castro afirmou que 69 pessoas que estavam internadas foram conduzidas para outros hospitais.

No fim da noite de quinta, a morte de uma pessoa foi confirmada. Com o incêndio controlado, os bombeiros passaram então a fazer uma varredura do prédio do Badim. Na madrugada, os outros corpos foram localizados no interior do edifício.

O Hospital Badim foi construído nos anos 2000 e conta com cerca de 200 leitos. No momento do incêndio, estava praticamente lotado.



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São Paulo é responsável por 40% das fraudes no e-commerce



20190315121922_860_645_-_compras_online_e_commerce São Paulo é responsável por 40% das fraudes no e-commerce

Em uma pesquisa realizada pela Konduto e divulgada recentemente, os dados mostram uma situação preocupante para os paulistas: de cada 10 mil compras on-line fraudulentas no Brasil, pouco mais de quatro mil têm origem em São Paulo.

O estado ocupa a primeira posição em compras fraudulentas no país, com 40,68 por cento. Na sequência, no ranking de estados que mais sofrem com fraude, estão Rio de Janeiro, Minas Gerais e Bahia. A região Sudeste como um todo lidera no chamado fraud share, análise que parte da divisão das tentativas de fraude por Estado ou região pelo total nacional. O relatório foi elaborado a partir da análise de mais de 128 milhões de pedidos que passaram pelo sistema da empresa em 2018.



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Em live, Bolsonaro diz que pretende extinguir a Ancine


São Paulo — O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira (25), que quem está reclamando do valor que será liberado para o saque do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), de até R$ 500, deveria “ficar na sua”. O presidente alegou que o valor pode ajudar muita gente e citou como exemplo o pagamento de dívidas.

“Tem muita gente reclamando que é só R$ 500, mas vou deixar bem claro. As condições para o saque do FGTS são 15 atualmente e colocamos uma 16ª, que é opcional. Não precisa reclamar. Quem está reclamando é só ficar na sua, fica em casa, sem problemas. Para muita gente, R$ 500 faz falta, sai até da lista do SPC e outras”, disse na transmissão semanal que realiza em sua página do Facebook.

O presidente explicou que o intuito da medida, que foi anunciada oficialmente ontem, foi “atingir os mais pobres”. “Por volta de 80% das pessoas que tem conta no FGTS têm menos de R$ 500 reais. Lembro do meu tempo de tenente e capitão em que qualquer R$ 100, R$ 200 a mais que entrava de uma forma ou de outra no meu orçamento doméstico era muito bem vindo”, disse.

Bolsonaro comentou também que o País registrou o melhor resultado no número de empregos dos últimos 5 anos, com o registro de 408 mil novos empregos. “É um sinal de que a economia está reagindo”, afirmou.

Ele também afirmou que a reforma da Previdência, já aprovada em primeiro turno pela Câmara dos Deputados, é necessária para ajudar na recuperação da economia, mas ressaltou que ela não atingiu os mais pobres.

“Para alguns, a reforma da Previdência é uma quimioterapia. Sim, eu também gostaria que não fosse feita a reforma, mas Lula tentou lá atrás, Dilma tentou, Michel Temer tentou e não conseguiram. Realmente não é fácil, tem muita reação, mas passou na Câmara com larga margem. Isso é sinalizador para investidor de fora e de dentro que o Brasil está preocupado em fazer o dever de casa”, disse. “Se não fizer nada, quebra tudo. Nossa reforma não atingiu os pobres. Fomos obrigados a fazer e, no meu entender, o Brasil vai decolar na economia no ano que vem”, completou.

Ancine

O presidente Jair Bolsonaro falou que pretende extinguir a Agência Nacional do Cinema (Ancine). Ele vem, desde a semana passada, citando que a  agência fomenta, com dinheiro público, obras cinematográficas que atentam contra a família, e voltou a citar o caso do filme Bruna Surfistinha, lançado em 2011. Na época, o filme recebeu cerca de R$ 4,3 milhões em renúncia fiscal, segundo a Ancine, mas obteve bilheteria de R$ 20 milhões e foi visto por mais de 2 milhões de espectadores no cinema.

“Vamos buscar a extinção da Ancine. Não tem nada que o poder público tenha que se meter a fazer filme”, disse.

Bolsonaro também disse ter solicitado que a Ancine recue na autorização dada para captação de R$ 530 mil em isenção fiscal para a produção do documentário Nem Tudo se Desfaz, do diretor Josias Teófilo, que trata dos acontecimentos que levaram à eleição do presidente em 2018. O filme trata sobre o crescimento da linha conservadorista no país desde as manifestações de junho de 2013.

“Recentemente tomei conhecimento sobre a liberação para captação de R$ 530 mil via Ancine para produção de um filme sobre minha campanha nas eleições. Por coerência sugeri que voltassem atrás nessa questão. Não concordamos com o uso de dinheiro público também para estes fins”, escreveu o presidente em sua conta no Twitter.

Durante a live, ele voltou a tratar do assunto e reforçou sua posição que, segundo ele, não se trata de censura. “Deixo bem claro, quem no Brasil quiser fazer filme com Bruna Surfistinha, seja quem for, fique à vontade. Isso, se nós fôssemos interferir, seria uma censura. O que nós não podemos admitir e não queremos, é esse tipo de filme, ou filme de político, como o meu, [seja feito] com dinheiro público”, disse.

Umas das medidas em estudo no governo é retirar da Ancine a gestão do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA). Criado pela Lei nº 11.437/2006, o FSA é destinado ao desenvolvimento de toda a cadeia produtiva da atividade audiovisual no Brasil. O fundo contempla atividades associadas aos diversos segmentos, como produção, distribuição, comercialização, exibição e infraestrutura de serviços, por meio de investimentos, financiamentos, operações de apoio e de equalização de encargos financeiros.

O orçamento do FSA para este ano é de R$ 724 milhões. A eventual extinção da agência, no entanto, dependerá de aprovação pelo Congresso Nacional.

Hackers

Também em sua transmissão ao vivo semanal, o presidente afirmou que os supostos hackers presos na terça-feira (23), e acusados de terem invadido centenas de celulares de autoridades brasileiras, inclusive o dele próprio, deverão ter uma “boa punição” caso fique comprovado que cometeram os crimes.

O presidente também reafirmou não ter nenhuma preocupação com o conteúdo que pode ter sido extraído do seu celular porque, de acordo com ele, informações estratégicas sobre o país são tratadas apenas pessoalmente, mesmo com autoridades de outros países.

“Da minha parte não tenho nenhuma preocupação com a invasão nesse meu telefone porque as informações reservadas temos tratado pessoalmente aqui não só com ministros mas com autoridades de fora. … Se alguém tem coisa particular e tornar público, a gente lamenta. Mas é um crime a invasão dos telefones e com toda certeza a Justiça brasileira dará conta de uma boa punição para esse pessoal aí”, disse. 

O presidente também se referiu ao fato de que um dos hackers, Walter Delgatti Neto, contou ter entregue o conteúdo obtido pelas invasões ao site The Intercept Brasil, como o jornal O Estado de S. Paulo revelou nesta quinta. Bolsonaro se referiu ao jornalista Glenn Greenwald, principal responsável pelo site, como “Verdevaldo”.

“O meu telefone estava lá no grupo dos quatro hackers, um já disse que entregou isso ao ‘Verdevaldo’ e obviamente o Brasil é país com leis e esse pessoal, se confirmado tudo que aconteceu aqui, tem que ser responsabilizado”, disse. 

O presidente também afirmou que seria muita “infantilidade” sua e de sua equipe não achar que estava “sendo bisbilhotado por alguém de fora ou de dentro do Brasil” semanas antes de sua eleição. Ele disse ainda que o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, é o responsável por mantê-lo informado sobre o caso.





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