Uma nova lei de privacidade biométrica entrou em vigor na sexta-feira (9) na cidade de Nova York, nos Estados Unidos. A nova legislação estipula limites para o uso de dados biométricos de clientes coletados por empresas.
As companhias que não respeitarem as novas diretrizes estão sujeitas à penalidades severas, mas as multas são aplicadas apenas se as empresas notificadas não corrigirem rapidamente suas infrações.
Dados biométricos são coletados, em geral, por meio de cadastro de impressões digitais e reconhecimento facial, com intuito de facilitar o acesso a diversos serviços.
No entanto, agora as empresas precisarão especificar para clientes como e de que forma as informações serão coletadas e usadas.
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A lei se aplica a diversos setores que usam a tecnologia para armazenar informações de clientes, entre eles restaurantes, teatros, redes varejistas e outros. Com a nova lei, essas empresas estão proibidas de vender, compartilhar ou lucrar de qualquer forma com as informações biométricas que coletam.
Instituições governamentais, como a polícia, estão fora do alcance da regra, bem como funcionários que usem a biometria para registro de ponto.
A lei também abrange dados de turistas que forem coletados ao visitar a famosa cidade americana.
A definição do que é considerado ou não biométrico, no entanto, pode ter alterações no decorrer do tempo.
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Penalidades severas?
Nova York é a última cidade dos Estados Unidos a aderir a lei de privacidade biométrica. E, para muitos especialistas, as condições da nova regra ainda são fracas.
Segundo o diretor executivo do Surveillance Technology Oversight Project, Albert Fox Cahn, a lei é um “passo importante”, mas Nova York deveria ir além, proibindo sistemas como o reconhecimento facial, como algumas cidades já fizeram.
“Uma falsa correspondência feita pelo reconhecimento facial poderia significar ter a polícia de Nova York com um chamado atrás de você, apenas porque você entrou em uma loja ou farmácia”, disse o executivo ao TechCrunch.
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