Itaú é acusado de racismo por empresária carioca

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A empresária carioca Lorenna Vieira, dona da marca de cosméticos Use Badgall, afirmou em suas redes sociais ter sido vítima de racismo em uma agência do Banco Itaú na última quinta-feira, 30.

Em sua conta no Instagram, a empresária e influenciadora digital contou que se dirigiu a uma agência do banco na Penha, no Rio de Janeiro, para buscar a segunda via de um cartão e sacar 1.500 reais para pagar contas.

Ao chegar no local, foi informada pelas funcionárias de que seu cartão estava bloqueado, pois o banco achava as movimentações de sua conta suspeitas. Os atendentes do banco também não confirmaram sua identidade porque disseram que ela estava diferente da foto do documento. Lorenna usa hoje o cabelo natural, mas na foto está alisado.

Enquanto esperava a situação ser resolvida pela instituição, foi surpreendida pela polícia, que a escoltou até a 22ª DP do Rio de Janeiro para prestar esclarecimentos.

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Os policiais disseram, segundo a jovem, que era impossível reconhecê-la na foto da identidade. Ela afirma também que eles fizeram perguntas sobre seu namorado, o DJ Rennan da Penha — solto em novembro do ano passado após ter sido preso por associação para o tráfico de drogas.

Na época, muitos argumentaram que sua prisão era arbitrária. A Ordem dos Advogados do Brasil do Rio de Janeiro questionou a decisão da justiça por considerar “criminalização da arte popular”.

Lorenna foi liberada pelos policiais na quinta-feira após comprovação da autenticidade de seu documento. Na sequência, ela relatou o ocorrido a seus mais de 300 mil seguidores no Instagram e outros 125 mil no Twitter. Desde então, a hashtag #ItauRacista está entre os tópicos mais comentados da rede social.

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Celebridades, como o youtuber Felipe Neto e o ator José de Abreu, cobraram uma resposta do Itaú. O banco, por meio de nota, se pronunciou lamentando o acontecido e se desculpando com a empresária.

Leia abaixo a resposta oficial do Itaú:

O Itaú Unibanco lamenta profundamente os transtornos causados a Lorenna Vieira. O banco esclarece que a verificação de documentos é obrigatória nos casos em que o cliente não tenha em mãos o cartão do banco ou não faça uso de biometria para realizar saques. O objetivo do procedimento é garantir a segurança dos próprios clientes, e não tem qualquer relação com questões de raça ou gênero. Infelizmente, pessoas tentam aplicar diariamente golpes usando documentos falsos em agências do banco. Em razão desse procedimento, o Itaú Unibanco conseguiu evitar inúmeras fraudes dessa natureza contra seus clientes. O banco reitera o pedido de desculpas a Lorenna pelo incômodo que a abordagem causou a ela e segue à disposição para mais esclarecimentos.



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