Em crescimento acelerado, Pantys estreia no mercado de beleza

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Em 2017, a engenheira química Emily Ewell, 40, natural de Virgínia (EUA), se uniu com a sobrinha, a administradora Maria Eduarda Camargo, 29, com o objetivo de criar a primeira marca brasileira de calcinhas absorventes. Na crista das discussões sobre sustentabilidade e bem-estar feminino, surgiu a Pantys, que completa oito anos no mercado com expansão intensa do portfólio. Após crescer 22% desde 2018 e com previsão de aumentar em 18% o faturamento em 2026, a empresa paulistana iniciou o ano com um anúncio de impacto: a entrada no mercado da beleza.

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A CEO Emily EwellPantys/Divulgação

A estreia tem foco no skincare com uma dupla de séruns faciais desenvolvidos para atender às diferentes fases do ciclo menstrual. “Foram dois anos de estudo, até porque o mercado de beleza brasileiro é um dos maiores do mundo. A ideia é justamente ser um produto que se adéqua à agenda de skincare: pode ser usado todos os dias e não precisa substituir outros”, afirma Emily.

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<span class="hidden">–</span>Pantys/Divulgação

Um dos desafios para a fórmula final foi seguir o posicionamento da marca, utilizando ingredientes mais naturais. “O Equilíbrio e Antiacne, feito para TPM e menstruação, usa extrato de gengibre, que é calmante. O Glow e Hidratante, para o pós-menstruação, tem óleo de semente de uva e vitamina E, muito bons para uniformizar. Eles também possuem ingredientes como ácido hialurônico e glicólico; o objetivo é fazer formulações as mais naturais possíveis, mas sem perder a funcionalidade”, explica a CEO da Pantys, que investe em inovação com foco em sustentabilidade e menos produção de poluentes.

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<span class="hidden">–</span>Pantys/Divulgação

Em 2024, o relatório anual da empresa anunciou que a linha de calcinhas foi responsável por evitar o descarte de 2 bilhões de absor ven tes, 50 milhões de quilogramas de lixo, além de ter compensado 3 704 toneladas de carbono. Em 2025, o foco foi no programa Pantys Circular, no qual as clientes retornam as peças que passaram da vida útil para ser transformadas em combustível derivado de resíduo (CDR). O projeto, lançado em maio de 2024, garante 10 reais de desconto em novas compras e arrecadou 6,4 toneladas de peças.

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A CFO Duda CamargoAndre Stefano/Divulgação
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Agora, a intenção é que a abertura do novo mercado marque uma nova fase da empresa, que vem sendo ampliada desde 2019, quando surgiu a linha Girls, focada no público pré-adolescente. Desde então, foram lançadas as coleções maternidade e praia, além de artigos como o coletor menstrual, absorventes reutilizáveis e a cueca menstrual. “Para este ano, a meta é que os novos produtos representem até 35% da receita. É um momento de transição, de montar um portfólio mais robusto, estar presente no dia a dia dos nossos consumidores e não em períodos específicos. O core da Pantys sempre será as calcinhas, mas queremos atender a essa demanda das novas gerações pelo bem-estar”, analisa Maria Eduarda, a CFO.

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Biquíni absorventePantys/Divulgação

Outro objetivo é estar mais presente na América Latina após terem investido em lojas temporárias, pontos de revenda e e-commerce para a Europa, alcançando Holanda, Inglaterra e França. Com as vendas digitais representando cerca de 65% do faturamento da marca, a presença em pontos de revenda vai aumentar no futuro. Atualmente estão em 3 500 espaços de parceiros como Drogaria São Paulo, Droga Raia, Drogasil e Panvel. “Temos necessidade de estar mais perto fisicamente. Tanto nas duas lojas físicas quanto nos outros varejistas. Com mais produtos, temos a oportunidade de ocupar mais espaços nas estantes”, compartilha Duda.

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O ano também será movimentado com collabs. “Teremos pelo menos três, com importantes empresas da indústria da saúde, da moda e da beleza”, adianta a CFO. Cuidado não faltará.

Publicado em VEJA São Paulo de 30 de janeiro de 2026, edição nº 2980

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