Skates elétricos viram sucesso nos EUA

583
Anúncio Patrocinado

20190401075337_860_645 Skates elétricos viram sucesso nos EUA

Virou moda nos Estados Unidos. Depois dos patinetes elétricos, agora os skates elétricos começam a invadir as calçadas. Um dos últimos lançamentos é esse aí, da marca RipTide. A nova prancha consegue alcançar quase 30 quilômetros por hora de velocidade.

Mas, a velocidade não é o que mais chama a atenção nesse modelo. E sim as manobras. Skates elétricos já não são novidade. Mas, até agora, eles ainda estão distantes da versatilidade oferecida pelo skates tradicionais. Provavelmente, esse novo modelo ainda não cairia no gosto de um Bob Burnquist – lenda do esporte –, mas já oferece muito flexibilidade que modelos que já estão no mercado. A brincadeira custa 749 nos Estados Unidos.

Ele está de volta e chegou com tudo! Queridinhos dos anos 90, os patinetes ganharam um upgrade elétrico e se tornaram a grande sensação de 2018. Pioneiras no segmento, as startups americanas Bird e Lime já disponibilizam patinetes elétricos para aluguel em mais de 60 cidades nos Estados Unidos, somando mais de 1 milhão de usuários.

E a moda pegou tão forte que uma nova tendência está se alastrando pelos país: usar scooters motorizados como transporte compartilhado, a exemplo do que fazemos com Uber e Cabify. E foi exatamente o Uber que lançou o serviço primeiro.

Anúncio PatrocinadoGestor de Tráfego - Do Mil ao Milhão: Torne-se um Especialista em Tráfego Pago

No início de outubro, a empresa implementou seu já conhecido serviço de aplicativo também para scooters e a pioneira a estrear foi Santa Monica, em Los Angeles. A implementação só foi permitida porque a prefeitura da cidade emitiu uma autorização para que o Uber e outras quatro empresas – a Bird, a Lime, o Lyft e a Jump – pudessem operar o serviço de aluguel de mais de 250 patinetes pela cidade nos próximos 18 meses.

Os patinetes elétricos do Uber estão disponíveis para aluguel na cidade dentro do aplicativo, com a taxa de um dólar para desbloqueio e manuseio e 15 centavos para cada minuto de uso. Vale acrescentar, esta taxa só começa a rodar dentro do aplicativo depois de cinco minutos de uso, um tempo pré-determinado pela empresa para permitir que os clientes encontrem e acessem as scooters mais próximas a eles sem qualquer custo adicional. Caso o responsável pelo aluguel do patinete não deixe o veículo em uma das áreas de estacionamento, o Uber cobra uma multa de 25 dólares. Na Lime e Bird, são cobrados US$ 0,15 extras a cada minuto. A Spin cobra US$ 1 a cada 30 minutos.

A Lyft, que também oferece carro compartilhado e atua nos EUA e Canadá, acaba de anunciar que o app vai oferecer essas mesmas opções de veículo “em breve”. As companhias não estão sozinhas – apenas no Vale do Silício, 11 empreitadas disputam o novo mercado.

20190401075337_860_645 Skates elétricos viram sucesso nos EUANo Brasil, as patinetes elétricas também já estão em circulação há alguns meses, mais precisamente em São Paulo. São três as startups de patinetes na cidade: Ride, Scoo e Yellow, nenhuma delas está conectada às americanas Lime e Bird, que popularizaram o veículo nos EUA.

Apesar de a Ride ser a primeira a lançar o serviço para valer, a Yellow foi quem fez os primeiros testes com as patinetes na cidade, restrito a funcionários de um prédio da capital paulista. Já a Scoo iniciou a experimentação de seu serviço na Avenida Paulista, dando início a um período de teste desde o final de agosto com previsão de acabar em dezembro.

O preço no Brasil é diferente da média da Califórnia. A Ride cobra R$ 2,50 pela partida e 50 centavos por minuto. O valor é proporcionalmente mais caro que o da Yellow, que exige o pagamento de R$ 4 pelo desbloqueio e R$ 1 para cada 5 minutos.

Quanto às regras de uso, segundo a Ride, a legislação de trânsito brasileira permite o uso das patinetes em calçadas, ciclovias e ruas, porém há regras para cada via: na calçada, limite de 6 km/h; na ciclovia, 20km/h; na rua, só na ausência de ciclovia, ciclofaixa e calçada.

No Rio de Janeiro, a empresa Yellow lançou o serviço de scooters na primeira semana de dezembro, nos bairros do Leblon e Ipanema. A marca aluga as scooters por valores a partir de R$ 3,50 (taxa inicial). O funcionamento é semelhante ao aplicativo da Uber, por onde o usuário pede corridas particulares de carro. O lançamento ocorreu junto às patinetes da marca Tembici, que também chegaram neste mês à capital carioca. A locação deve ser feita pelo aplicativo Tembici, disponível para celulares Android e iPhone (iOS), e o pagamento será feito pelo cartão de crédito.

Nos Estados Unidos, embora a Califórnia tenha a maior concentração de scooters compartilhadas, elas já são vistas em vários outros estados, especialmente em Washington D.C., Texas e Carolina do Norte. Cada local tem trabalhado na própria legislação, alterando aspectos como limite de velocidade, número de veículos e regulamentações sobre local de estacionamento.

Quanto à recarga de bateria das scooters, as empresas contam com profissionais autônomos, que trabalham de uma maneira análoga aos motoristas de Uber. Eles recolhem os veículos à noite, recarregam e devolvem às ruas de manhã, recebendo um valor pela atividade.

Fonte do Artigo

Anúncio