Coronavírus leva pânico ao mercado financeiro chinês

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O mercado financeiro na China iniciou a semana em pânico. As ações na bolsa de Xangai afundavam 9,1% pouco após o início da sessão desta segunda-feira, 3. É a pior queda desde 2015, quando estourou a bolha do mercado acionário chinês. O motivo para o pânico está nos desdobramentos do surto de coronavírus, que já matou 361 pessoas na China — número superior do que toda a crise causada pela SARS, entre 2002 e 2003, que tirou a vida de 349 pessoas na China — e infectou mais de 17.000 pessoas.

A bolsa brasileira pode sentir os efeitos dessa corrida chinesa. As duas maiores empresas na Bolsa de Valores de São Paulo, Vale e Petrobras, estão vendo seus ativos se desvalorizarem minuto a minuto. Os contratos de minério de ferro caíram ao limite de 8% nesta segunda. O petróleo também afundou o máximo permitido pelas autoridades financeiras chinesas.

Ainda era domingo em Xangai quando o Banco Central da China anunciara que iria injetar 174 bilhões de dólares (742,9 bilhões de reais) para garantir a liquidez no mercado de ações. Não adiantou. Os novos números da doença divulgados por lá no início da segunda-feira, 3, gerou pânico.

O surto do vírus também está levando a China a um isolamento. Estados Unidos, Índia, Austrália, Indonésia, Singapura, Israel, Rússia, Nova Zelândia e Filipinas impuseram restrições a viagens da China. Em Hong Kong, o governo autônomo diz estudar medidas para controlar o fluxo de viajantes. O anúncio foi uma resposta a uma ameaça de greve liderada por médicos de Hong Kong.

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