Apple só deve dar conta da demanda do iPhone X em 2018, diz analista

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É praticamente certo que, mesmo suando a camisa, a Apple deve encontrar alguns probleminhas para dar conta do número de pedidos da dupla iPhone 8 e iPhone 8 Plus – algo que acompanha há tempos os lançamentos da marca. Porém, tudo indica que a relação entre oferta e demanda em torno do badalado iPhone X deve ser ainda pior que a média histórica da companhia.

Essa, pelo menos, é a avaliação de Ming-Chi Kuo, que acredita que a Empresa da Maçã não vai conseguir produzir e despachar unidades suficientes do aparelho comemorativo até o final deste ano. Calma, não é como se Tim Cook e seu time estivessem dormindo no ponto: além de a escassez de painéis OLED terem prejudicado a cadência de fabricação, há uma expectativa massiva de reservas do dispositivo.

De acordo com o analista da KGI Securities, a Apple deve conseguir entregar cerca de 40 milhões iPhones X antes da virada do ano, um número que ainda deve deixar muita gente chupando o dedo. Para Kuo, isso significa que a fabricante deve utilizar todo o primeiro semestre de 2018 para correr atrás de prejuízo e chegar à marca de 90 milhões de unidades vendidas desse modelo.

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Nos Estados Unidos, o novo iPhone poderá ser reservado a partir do dia 27 de outubro. A partir daí, as entregas das pré-vendas e a disponibilização do produto nas lojas começa a ser feita em 3 de novembro. Com tanta comoção em cima do smartphone, fica quase fácil esquecer que a Apple está pedindo no mínimo US$ 999 por ele – um valor inédito para os celulares da casa. Por enquanto, ainda não há data exata para que o iPhone X chegue ao Brasil, além de o seu preço por aqui seguir um mistério.

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