{"id":91394,"date":"2025-06-11T15:44:37","date_gmt":"2025-06-11T18:44:37","guid":{"rendered":"https:\/\/wiy.com.br\/noticias\/brasileiro-na-nasa-alerta-tempestades-solares-aceleram-queda-de-satelites-na-terra\/"},"modified":"2025-06-11T15:44:56","modified_gmt":"2025-06-11T18:44:56","slug":"brasileiro-na-nasa-alerta-tempestades-solares-aceleram-queda-de-satelites-na-terra","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/wiy.com.br\/noticias\/brasileiro-na-nasa-alerta-tempestades-solares-aceleram-queda-de-satelites-na-terra\/","title":{"rendered":"Brasileiro na NASA alerta: tempestades solares aceleram queda de sat\u00e9lites na Terra"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<\/p>\n<p>Conforme noticiado pelo <strong>Olhar Digital<\/strong>, um estudo liderado por um pesquisador brasileiro da NASA, <a href=\"https:\/\/www.frontiersin.org\/journals\/astronomy-and-space-sciences\/articles\/10.3389\/fspas.2025.1572313\/full\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener sponsored nofollow\">publicado <\/a>na \u00faltima semana, revela como tempestades solares podem acelerar a queda de sat\u00e9lites na Terra, principalmente os equipamentos da megaconstela\u00e7\u00e3o Starlink, da SpaceX.\u00a0<\/p>\n<p>Durante esses eventos, a radia\u00e7\u00e3o vinda do Sol aquece a atmosfera da Terra, fazendo com que ela se expanda. Esse aumento de volume na atmosfera provoca um efeito de freio nos sat\u00e9lites que orbitam a baixas altitudes, o que pode causar uma reentrada precoce na atmosfera terrestre e, consequentemente, a destrui\u00e7\u00e3o dessas espa\u00e7onaves.<\/p>\n<p>Denny Oliveira, f\u00edsico formado pela Universidade de S\u00e3o Paulo (USP), com doutorado em f\u00edsica espacial, e atualmente <a href=\"https:\/\/science.gsfc.nasa.gov\/sci\/bio\/denny.m.deoliveira\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener sponsored nofollow\">pesquisador do Centro Espacial Goddard, da NASA<\/a>, conversou com o <strong>Olhar Digital <\/strong>sobre sua pesquisa. Especialista em clima espacial e din\u00e2mica orbital, ele analisou o comportamento de mais de 500 sat\u00e9lites da Starlink que reentraram na atmosfera entre 2020 e 2024.\u00a0<\/p>\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><figcaption class=\"wp-element-caption\">Denny Oliveira, pesquisador brasileiro do Centro Espacial Goddard, da NASA. Cr\u00e9dito: Arquivo Pessoal<\/figcaption><\/figure>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-tempestades-solares-afetam-qualquer-satelite-na-orbita-da-terra\"><strong>Tempestades solares afetam qualquer sat\u00e9lite na \u00f3rbita da Terra<\/strong><\/h2>\n<p>O objetivo do estudo foi identificar como as tempestades solares afetam o arrasto atmosf\u00e9rico e como esse fen\u00f4meno contribui para a perda de altitude e a eventual destrui\u00e7\u00e3o dos sat\u00e9lites \u2013 algo que acontece n\u00e3o apenas com os da Starlink.<\/p>\n<p>\u201cOs sat\u00e9lites da Starlink s\u00e3o como quaisquer sat\u00e9lites na atmosfera terrestre, portanto n\u00e3o s\u00e3o mais vulner\u00e1veis a tempestades geomagn\u00e9ticas. O que os diferencia de outros sat\u00e9lites \u00e9 que n\u00f3s temos muito mais Starlink objetos no espa\u00e7o em compara\u00e7\u00e3o com outros\u201d, explica Oliveira.&nbsp;<\/p>\n<p>O estudo observou que quase metade das reentradas ocorreu em altitudes muito baixas, entre 200 km e 300 km \u2013 justamente a faixa mais afetada pelo aumento do arrasto atmosf\u00e9rico durante tempestades solares. Inicialmente, os sat\u00e9lites da Starlink s\u00e3o colocados em \u00f3rbitas de cerca de 210 km de altitude e, ap\u00f3s um per\u00edodo de manobras, s\u00e3o elevados a uma \u00f3rbita operacional de aproximadamente 550 km. \u00c9 nesse intervalo que eles enfrentam maior risco.<\/p>\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img title = \"[Tags]\"loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"682\" src=\"https:\/\/olhardigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/satlites-starlink-1024x682.jpg\"alt = \"satlites-starlink-1024x682 Brasileiro na NASA alerta: tempestades solares aceleram queda de sat\u00e9lites na Terra\" class=\"wp-image-1104442\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Representa\u00e7\u00e3o art\u00edstica da megaconstela\u00e7\u00e3o de sat\u00e9lites Starlink, da SpaceX, na \u00f3rbita da Terra. Cr\u00e9dito: xnk &#8211; Shutterstock<\/figcaption><\/figure>\n<p>Segundo Oliveira, durante tempestades longas, os sat\u00e9lites interagem com part\u00edculas e \u00e1tomos da atmosfera por mais tempo. J\u00e1 as tempestades curtas, mas intensas, causam um impacto mais r\u00e1pido. \u201cAs duas situa\u00e7\u00f5es exigem aten\u00e7\u00e3o\u201d, afirma o pesquisador, explicando que esses dois tipos de eventos (prolongados ou intensos) exigem abordagens diferentes para modelagem e previs\u00e3o, especialmente no contexto de grandes constela\u00e7\u00f5es como a Starlink.<\/p>\n<p>Um exemplo extremo citado por Oliveira foi o caso do sat\u00e9lite Starlink-2601, que, em maio de 2024, caiu de 276 km para 100 km de altitude em menos de dois dias. Esse caso, segundo ele, mostrou que os modelos usados atualmente n\u00e3o s\u00e3o capazes de prever a queda r\u00e1pida. Isso precisa ser melhorado\u201d.<\/p>\n<p>Para estudar o comportamento orbital dos sat\u00e9lites durante esses eventos, Oliveira usou uma t\u00e9cnica conhecida como \u201can\u00e1lise de \u00e9poca sobreposta\u201d, que permite observar como a altitude dos objetos se comporta a partir de um ponto de refer\u00eancia fixo \u2013 no caso, 280 km. Com isso, foi poss\u00edvel identificar um padr\u00e3o de queda acelerada nos per\u00edodos imediatamente posteriores \u00e0s tempestades solares. A pesquisa mostrou que, logo ap\u00f3s os eventos, a perda de altitude se intensifica significativamente em compara\u00e7\u00e3o com per\u00edodos de baixa atividade solar.<\/p>\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img title = \"[Tags]\"loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"690\" src=\"https:\/\/olhardigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/tempestade-geomagnetica-terra-1024x690.jpg\"alt = \"satlites-starlink-1024x682 Brasileiro na NASA alerta: tempestades solares aceleram queda de sat\u00e9lites na Terra\" class=\"wp-image-920814\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Terra foi atingida por forte tempestade solar em 10 de maio de 2024 \u2013 imagem meramente ilustrativa. Cr\u00e9dito: Memory Stockphoto &#8211; Spaceweather<\/figcaption><\/figure>\n<p><strong>Leia mais:<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li>Explos\u00e3o magn\u00e9tica em dire\u00e7\u00e3o ao Sol \u00e9 captada de perto por sonda da NASA<\/li>\n<li>Computadores qu\u00e2nticos amea\u00e7am sat\u00e9lites e a seguran\u00e7a digital global<\/li>\n<li>China usa \u2018estilingue gravitacional\u2019 para resgatar sat\u00e9lites presos na \u00f3rbita errada<\/li>\n<\/ul>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-diversidade-dos-satelites-starlink-complica-previsoes-de-queda\"><strong>Diversidade dos sat\u00e9lites Starlink complica previs\u00f5es de queda<\/strong><\/h2>\n<p>Outro desafio apontado no estudo est\u00e1 relacionado \u00e0 diversidade dos modelos de sat\u00e9lites lan\u00e7ados pela SpaceX. Como h\u00e1 diferentes gera\u00e7\u00f5es de sat\u00e9lites Starlink, com varia\u00e7\u00f5es em peso, formato e sistemas de propuls\u00e3o, os efeitos do arrasto atmosf\u00e9rico n\u00e3o s\u00e3o os mesmos para todos. \u201cIsso interfere diretamente nos modelos de previs\u00e3o\u201d, explica Oliveira.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, o pesquisador chama aten\u00e7\u00e3o para um problema nos modelos atuais usados para prever o comportamento da atmosfera. \u201cModelos clim\u00e1ticos costumam prever varia\u00e7\u00f5es em escalas de dias, semanas ou meses. Mas as tempestades solares mudam a atmosfera em quest\u00e3o de minutos ou horas. Essa discrep\u00e2ncia dificulta as previs\u00f5es\u201d. De acordo com Oliveira, \u00e9 necess\u00e1rio o desenvolvimento de novos modelos com maior resolu\u00e7\u00e3o temporal e que levem em conta as r\u00e1pidas mudan\u00e7as provocadas por eventos solares.<\/p>\n<p>Essas previs\u00f5es n\u00e3o s\u00e3o \u00fateis apenas para entender reentradas acidentais. Elas tamb\u00e9m t\u00eam papel fundamental no planejamento de reentradas controladas, que s\u00e3o realizadas para garantir que os restos dos sat\u00e9lites n\u00e3o ofere\u00e7am riscos a pessoas ou estruturas em solo. \u201cA probabilidade de uma tempestade tirar um sat\u00e9lite da \u00f3rbita \u00e9 muito baixa. Mas a altitude pode cair rapidamente\u201d, observa Oliveira. \u201cCom as informa\u00e7\u00f5es corretas, \u00e9 poss\u00edvel prever a altitude e fazer maneuvers\u201d.<\/p>\n<p>O estudo tamb\u00e9m destaca que o aquecimento atmosf\u00e9rico provocado pelo Sol n\u00e3o \u00e9 uniforme. A radia\u00e7\u00e3o solar gera uma expans\u00e3o global da atmosfera, mas tempestades geomagn\u00e9ticas, causadas pela intera\u00e7\u00e3o do vento solar com o campo magn\u00e9tico da Terra, provocam aquecimentos localizados e muito r\u00e1pidos. Esse comportamento desigual torna o ambiente orbital ainda mais imprevis\u00edvel e exige modelos mais sofisticados.<\/p>\n<p>Com o crescimento acelerado do n\u00famero de sat\u00e9lites em \u00f3rbita baixa (principalmente por parte de empresas privadas como a SpaceX), entender como o clima espacial afeta esses objetos tornou-se primordial. A longo prazo, fen\u00f4menos como o aumento da densidade atmosf\u00e9rica durante tempestades solares podem representar riscos n\u00e3o s\u00f3 para os sat\u00e9lites em si, mas tamb\u00e9m para a sustentabilidade das opera\u00e7\u00f5es em \u00f3rbitas congestionadas.<\/p>\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img title = \"[Tags]\"decoding=\"async\" loading=\"lazy\" width=\"1024\" height=\"569\" src=\"https:\/\/olhardigital.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/starlink-1-1024x569.jpg\"alt = \"satlites-starlink-1024x682 Brasileiro na NASA alerta: tempestades solares aceleram queda de sat\u00e9lites na Terra\" class=\"wp-image-711622\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Sat\u00e9lites Starlink aguardando implementa\u00e7\u00e3o na orbita baixa da Terra. Cr\u00e9dito: SpaceX<\/figcaption><\/figure>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-o-que-denny-oliveira-faz-na-nasa\"><strong>O que Denny Oliveira faz na NASA<\/strong><\/h2>\n<p>Na NASA, al\u00e9m desse trabalho, Denny Oliveira tamb\u00e9m desenvolve pesquisas sobre a distribui\u00e7\u00e3o de energia armazenada no campo magn\u00e9tico da Terra, que \u00e9 afetada por perturba\u00e7\u00f5es solares. Seu foco est\u00e1 em compreender como essa energia se dissipa em diferentes escalas e como isso influencia tanto a atmosfera quanto infraestruturas tecnol\u00f3gicas no solo.<\/p>\n<p>O pesquisador tamb\u00e9m estuda os impactos de tempestades solares em sistemas el\u00e9tricos e gasodutos, al\u00e9m de utilizar intelig\u00eancia artificial para reconstruir eventos extremos hist\u00f3ricos de grande escala da segunda metade do s\u00e9culo XIX at\u00e9 a primeira metade do s\u00e9culo XX, antes da exist\u00eancia de sat\u00e9lites ou sensores modernos. Com esses dados hist\u00f3ricos, ele busca entender melhor a frequ\u00eancia e a gravidade desses eventos e como eles poderiam afetar o mundo atual.<\/p>\n<p>\u201cEsse assunto \u00e9 de grande interesse do governo federal dos EUA, que considera o clima espacial um risco natural, como furac\u00f5es e queimadas. Nosso papel \u00e9 ajudar a entender melhor esses eventos e construir bancos de dados para que outros cientistas possam desenvolver novas pesquisas no futuro\u201d, conclui Oliveira.<\/p>\n<p>O post Brasileiro na NASA alerta: tempestades solares aceleram queda de sat\u00e9lites na Terra apareceu primeiro em Olhar Digital.<\/p>\n<p><br \/>\n<br \/><a href=\"https:\/\/olhardigital.com.br\/2025\/06\/11\/ciencia-e-espaco\/brasileiro-na-nasa-alerta-tempestades-solares-aceleram-queda-de-satelites-na-terra\/\">Fonte do Artigo <\/a><br \/>\nTags:<\/p>\n<p><a title=\"Gestor de Tr\u00e1fego\" href=\"https:\/\/www.gestor-de-trafego.com\/\" target=\"_blank\"><strong>Gestor de Tr\u00e1fego<\/strong><\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/wiy.com.br\/noticias\/categoria\/tecnologia\/\">#tecnologia<\/a> <a href=\"https:\/\/wiy.com.br\/noticias\/categoria\/tecnologia\/\">#tecnologias<\/a> <a href=\"https:\/\/wiy.com.br\/noticias\/categoria\/tecnologia\/\">#technology<\/a> <a href=\"https:\/\/wiy.com.br\/noticias\/categoria\/tecnologia\/\">#tecnolog<\/a> <a href=\"https:\/\/wiy.com.br\/noticias\/categoria\/tecnologia\/\">#iphone<\/a> <a href=\"https:\/\/wiy.com.br\/noticias\/categoria\/tecnologia\/\">#informatica<\/a> <a href=\"https:\/\/wiy.com.br\/noticias\/categoria\/tecnologia\/\">#tech<\/a> <a href=\"https:\/\/wiy.com.br\/noticias\/categoria\/tecnologia\/\">#design<\/a> <a href=\"https:\/\/wiy.com.br\/noticias\/categoria\/tecnologia\/\">#samsung<\/a> <a href=\"https:\/\/wiy.com.br\/noticias\/categoria\/tecnologia\/\">#internet<\/a> <a href=\"https:\/\/wiy.com.br\/noticias\/categoria\/tecnologia\/\">#apple<\/a> <a href=\"https:\/\/wiy.com.br\/noticias\/categoria\/tecnologia\/\">#smartphone<\/a> <a href=\"https:\/\/wiy.com.br\/noticias\/categoria\/tecnologia\/\">#seguranca<\/a> <a href=\"https:\/\/wiy.com.br\/noticias\/categoria\/tecnologia\/\">#venezuela<\/a> <a href=\"https:\/\/wiy.com.br\/noticias\/categoria\/tecnologia\/\">#celular<\/a> <a 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