{"id":65440,"date":"2023-02-26T15:25:20","date_gmt":"2023-02-26T18:25:20","guid":{"rendered":"https:\/\/wiy.com.br\/noticias\/a-historia-da-linha-7-rubi-a-mais-longa-da-cptm\/"},"modified":"2021-01-29T08:25:10","modified_gmt":"2021-01-29T10:25:10","slug":"a-historia-da-linha-7-rubi-a-mais-longa-da-cptm","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/wiy.com.br\/noticias\/a-historia-da-linha-7-rubi-a-mais-longa-da-cptm\/","title":{"rendered":"A hist\u00f3ria da linha 7-Rubi, a mais longa da CPTM"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<\/p>\n<p>Todos os dias, as catracas da linha 7-Rubi giram por volta de 300 000 vezes para receber passageiros que seguir\u00e3o por um caminho que margeia condom\u00ednios de luxo, favelas, ind\u00fastrias, Mata Atl\u00e2ntica, fazendas, est\u00e1dio de futebol e at\u00e9 um lago.<\/p>\n<p>O rep\u00f3rter <strong>Guilherme Queiroz,<\/strong> da<strong> Vejinha<\/strong>, reuniu boas hist\u00f3rias desse trajeto para o seu trabalho de conclus\u00e3o de curso, no fim de 2020, e resgatou um passado onde os trilhos que partem do Br\u00e1s levavam os paulistanos at\u00e9 as praias da Baixada Santista \u2014 sem o congestionamento da Imigrantes. \u00c9 o que conta a seguir.<\/p>\n<p>Linha mais longa da CPTM, a 7-Rubi, que liga a capital a Jundia\u00ed, \u00e9 uma heran\u00e7a do passado cafeicultor paulistano. O mesmo tra\u00e7ado, os mesmos buracos, as mesmas esta\u00e7\u00f5es: tudo come\u00e7ou no s\u00e9culo XIX. Hoje com 60 quil\u00f4metros de extens\u00e3o, a 7-Rubi foi criada nos anos 1990 sobre um trecho da antiga S\u00e3o Paulo Railway, ou \u201ca Inglesa\u201d, como era chamada.<\/p>\n<figure><img title = \"[Tags]\"alt = \"1-Luz.jpg A hist\u00f3ria da linha 7-Rubi, a mais longa da CPTM\"decoding=\"async\" src=\"https:\/\/vejasp.abril.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/1-Luz.jpg.jpg\" \/><figcaption>Esta\u00e7\u00e3o da Luz: a Luz lembra esta\u00e7\u00f5es inglesas como a King\u2019s Cross, em Londres<span class=\"copyright\">Guilherme Queiroz\/Veja SP<\/span><\/figcaption><\/figure>\n<p>A mo\u00e7a de nome chique, inaugurada em 1867, chegava at\u00e9 Santos. Bairros como Lapa, Br\u00e1s e Pirituba se desenvolveram por conta das vigas de ferro que passaram a atravessar seus territ\u00f3rios. N\u00e3o faltam boas hist\u00f3rias sobre a obra, considerada um marco da engenharia \u00e0 \u00e9poca. A grande conquista da \u201cInglesa\u201d foi vencer a Serra do Mar.<\/p>\n<p><b>+<\/b><a href=\"https:\/\/abr.ai\/assine-vejasp\"><b>Assine a Vejinha a partir de 6,90<\/b><\/a><b>.<\/b><\/p>\n<p>Entre a capital e Santos, h\u00e1 um desn\u00edvel de quase 800 metros. Antes do trem, o percurso era feito por mulas em vias como a Cal\u00e7ada do Lorena, inaugurada em 1792, uma \u201crodovia\u201d para os animais que levavam a mercadoria que descia e subia a serra, indo ou voltando do Porto de Santos. Imagine a trabalheira.<\/p>\n<figure><img title = \"[Tags]\"alt = \"1-Luz.jpg A hist\u00f3ria da linha 7-Rubi, a mais longa da CPTM\"decoding=\"async\" src=\"https:\/\/vejasp.abril.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/6.jpg.jpg\" \/><figcaption>Vag\u00f5es da Linha 7-Rubi: 99 milh\u00f5es de pessoas em 2019<span class=\"copyright\">Guilherme Queiroz\/Veja SP<\/span><\/figcaption><\/figure>\n<figure><img title = \"[Tags]\"alt = \"1-Luz.jpg A hist\u00f3ria da linha 7-Rubi, a mais longa da CPTM\"decoding=\"async\" src=\"https:\/\/vejasp.abril.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/2.jpg.jpg\" \/><figcaption>Tr\u00eas dos 444 guardas contratados para a 7-Rubi e a 10-Turquesa<span class=\"copyright\">Guilherme Queiroz\/Veja SP<\/span><\/figcaption><\/figure>\n<p>Voc\u00ea goste ou n\u00e3o de caf\u00e9, precisa lembrar que a bebida atualmente vendida por 2 reais nas lanchonetes da esta\u00e7\u00e3o Barra Funda \u00e9 a raz\u00e3o pela qual aquele complexo de trens e \u00f4nibus existe. \u201cS\u00e3o Paulo, antes do caf\u00e9, era uma vilazinha isolada\u201d, diz a arquiteta Cec\u00edlia Rodrigues dos Santos, coautora do livro De Santos a Jundia\u00ed.<\/p>\n<p>Com a expans\u00e3o do plantio, calcula-se que em 1865 a chamada Estrada de Cubat\u00e3o, que tamb\u00e9m ligava o interior a Santos, tenha recebido perto de 500 000 mulas que levavam as sacas com o gr\u00e3o. Em 1872, vale lembrar, a capital tinha 31 329 habitantes. Era mula para burro. Claramente, percebia-se a necessidade de uma ferrovia que ligasse o interior a Santos. Em 1829, o engenheiro ingl\u00eas Robert Stephenson criou a arrojada Rocket, uma locomotiva a vapor que chegava a 50 quil\u00f4metros por hora. A m\u00e1quina animou os ingleses, que passaram a construir ferrovias em tudo que era canto de seu pa\u00eds.<\/p>\n<figure><img title = \"[Tags]\"alt = \"1-Luz.jpg A hist\u00f3ria da linha 7-Rubi, a mais longa da CPTM\"decoding=\"async\" src=\"https:\/\/vejasp.abril.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/2-BARRA-FUNDA.jpg.jpg\" \/><figcaption>Palmeiras-Barra Funda: localizada ao ao lado de bairros como Perdizes e Pompeia, shoppings, parques e universidades<span class=\"copyright\">Guilherme Queiroz\/Veja SP<\/span><\/figcaption><\/figure>\n<p>Em 1830, quando inauguraram a primeira ferrovia para a Rocket, entre Manchester e Liverpool, a companhia que administrava a viagem fez sucesso \u2014 os acionistas ganhavam mais dinheiro que empresa de delivery na quarentena. Um figur\u00e3o brasileiro, durante uma visita a amigos ingleses, ficou de boca aberta com aquele cen\u00e1rio. Irineu Evangelista de Sousa, o Bar\u00e3o de Mau\u00e1, estupefato e cheio da grana, decidiu: hora de importar mais que roupas da Inglaterra.<\/p>\n<p>Levou na mala tamb\u00e9m alguns engenheiros. Mau\u00e1 inaugurou sua primeira ferrovia brasileira em 1854, entre a atual cidade de Petr\u00f3polis e a ba\u00eda de Guanabara, no Rio de Janeiro. Foi um sucesso.<\/p>\n<p>O bar\u00e3o decidiu testar a empreitada em terras paulistas, naquilo que seria uma das obras mais ousadas da \u00e9poca. Anote a\u00ed: Decreto Imperial no 1 759, de 26 de abril de 1856. Nele, dom Pedro II autorizava a constru\u00e7\u00e3o da estrada de ferro. Durante meses, engenheiros europeus respons\u00e1veis pela \u201cInglesa\u201d se embrenharam na Mata Atl\u00e2ntica para descobrir o melhor caminho para a via.<\/p>\n<figure><img title = \"[Tags]\"alt = \"1-Luz.jpg A hist\u00f3ria da linha 7-Rubi, a mais longa da CPTM\"decoding=\"async\" src=\"https:\/\/vejasp.abril.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/3-AGUA-BRANCA.jpg.jpg\" \/><figcaption>\u00c1gua Branca: esta\u00e7\u00e3o reconta uma parte do passado fabril da cidade<span class=\"copyright\">Guilherme Queiroz\/Veja SP<\/span><\/figcaption><\/figure>\n<p>\u201cA equipe de exploradores permanece na selva tr\u00eas semanas de cada vez, vivendo em barracos cobertos com folhas de palmito. Da garganta mais profunda ao pico mais elevado, \u00e9 coberta com floresta virgem quase inacess\u00edvel, atrav\u00e9s da qual o explorador tem de se guiar por trilhas estreitas\u201d, relatou o engenheiro ingl\u00eas Daniel Fox, em 1870.<\/p>\n<p>A SP Railway chegou a ter 5 000 homens trabalhando nas obras. Eram, em boa medida, imigrantes europeus. \u201cOs brasileiros t\u00eam uma indisposi\u00e7\u00e3o para o trabalho, em parte pelo falso orgulho engendrado pela escravid\u00e3o. Artes\u00e3os nativos, tais como carpinteiros, pedreiros e ferreiros, s\u00e3o inferiores\u201d, anotou Fox.<\/p>\n<figure><img title = \"[Tags]\"alt = \"1-Luz.jpg A hist\u00f3ria da linha 7-Rubi, a mais longa da CPTM\"decoding=\"async\" src=\"https:\/\/vejasp.abril.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/4-vila-clarice.jpg.jpg\" \/><figcaption>Esta\u00e7\u00e3o Vila Clarice: rodeada de mata nativa<span class=\"copyright\">Guilherme Queiroz\/Veja SP<\/span><\/figcaption><\/figure>\n<figure><img title = \"[Tags]\"alt = \"1-Luz.jpg A hist\u00f3ria da linha 7-Rubi, a mais longa da CPTM\"decoding=\"async\" src=\"https:\/\/vejasp.abril.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/8.jpg.jpg\" \/><figcaption>Esta\u00e7\u00e3o Vila Clarice, na Zona Norte de S\u00e3o Paulo<span class=\"copyright\">Divulga\u00e7\u00e3o\/Divulga\u00e7\u00e3o<\/span><\/figcaption><\/figure>\n<p><b>+<\/b><a href=\"https:\/\/abr.ai\/assine-vejasp\"><b>Assine a Vejinha a partir de 6,90<\/b><\/a><b>.<\/b><\/p>\n<p>As obras duraram de 1860 a 1867 (nada mau, se pensarmos no tempo que leva atualmente a constru\u00e7\u00e3o de um metr\u00f4). Os ingleses lidaram com deslizamentos de terra, greves e acidentes feios. Em 1865, uma composi\u00e7\u00e3o de testes descarrilou perto do Rio Tamanduate\u00ed, no centro da cidade, e um maquinista morreu. Em 19 de janeiro de 1867, o cabo de a\u00e7o de um serra-breque (vag\u00e3o que funcionava com o freio de emerg\u00eancia) se rompeu. O serra-breque desceu descontrolado por 400 metros, machucando funcion\u00e1rios e destruindo trilhos pelo caminho.<\/p>\n<div class=\"ads post-ads\"><span class=\"title\">Continua ap\u00f3s a publicidade<\/span><\/p>\n<div id=\"abrAD_rectangle2\" class=\"abrAD\" data-ad-><\/div>\n<\/div>\n<p>Menos de um m\u00eas depois, com esta\u00e7\u00f5es prec\u00e1rias e trechos de seguran\u00e7a duvidosa, a opera\u00e7\u00e3o foi inaugurada. Os neg\u00f3cios come\u00e7aram bem. Em 1869, a SP Railway transportou 69 186 passageiros e 78 065 toneladas de carga. Em pouco tempo, a companhia chegou a 75 000 pessoas transportadas anualmente. O sucesso era esperado: a empresa tinha o monop\u00f3lio do acesso ferrovi\u00e1rio ao litoral. O dinheiro entrava, mas investir na infraestrutura das esta\u00e7\u00f5es de passageiros? Qual nada.<\/p>\n<figure><img title = \"[Tags]\"alt = \"1-Luz.jpg A hist\u00f3ria da linha 7-Rubi, a mais longa da CPTM\"decoding=\"async\" src=\"https:\/\/vejasp.abril.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/5-CAIEIRAS.jpg.jpg\" \/><figcaption>Caieiras: primeira cidade da regi\u00e3o metropolitana atravessada pela 7-Rubi<span class=\"copyright\">Guilherme Queiroz\/Veja SP<\/span><\/figcaption><\/figure>\n<p>A carga, durante d\u00e9cadas, foi a prioridade. (Embora nem os ramais para escoar a produ\u00e7\u00e3o do interior os ingleses bancassem: eles eram feitos pelos fazendeiros.) As esta\u00e7\u00f5es em S\u00e3o Paulo e na serra eram capengas. A situa\u00e7\u00e3o s\u00f3 come\u00e7ou a melhorar no final do s\u00e9culo XIX, quando, ap\u00f3s queixas, a SP Railway publicou o folheto Esta\u00e7\u00f5es de Terceira Classe \u2014 Condi\u00e7\u00f5es Geraes e Especifica\u00e7\u00f5es, uma padroniza\u00e7\u00e3o das paradas.<\/p>\n<p>Nessa \u00e9poca de mais investimentos surgiu a ainda deslumbrante Esta\u00e7\u00e3o da Luz, projetada pelo ingl\u00eas Charles Henry Driver.Tinha a fachada virada para o Jardim da Luz, o parque mais antigo da cidade, de 1825. \u201cA esta\u00e7\u00e3o veio toda desmontada da Inglaterra, a gente n\u00e3o tinha condi\u00e7\u00f5es de construir algo assim aqui\u201d, diz Cec\u00edlia.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<figure><img title = \"[Tags]\"alt = \"1-Luz.jpg A hist\u00f3ria da linha 7-Rubi, a mais longa da CPTM\"decoding=\"async\" src=\"https:\/\/vejasp.abril.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/6-MORATO.jpg.jpg\" \/><figcaption>Francisco Morato: \u00edndice de tratamento de esgoto no munic\u00edpio em 2019 foi zero<span class=\"copyright\">Guilherme Queiroz\/Veja SP<\/span><\/figcaption><\/figure>\n<p>A SP Railway, naquele in\u00edcio de s\u00e9culo XX, se tornou luxuosa. Cadeiras estampadas com imagens de parreiras de uvas, lustres, espelhos e teto branco: assim era o vag\u00e3o presidencial em 1922. O monop\u00f3lio do acesso a Santos por trilhos foi quebrado em 1938, com a inaugura\u00e7\u00e3o da linha Mairinque-Santos, da Companhia de Estradas de Ferro Sorocabana. Baque para os ingleses, j\u00e1 acostumados ao privil\u00e9gio monopolista. Para piorar, a partir de 1940 os autom\u00f3veis come\u00e7aram a fazer sucesso em S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p><b>+<\/b><a href=\"https:\/\/abr.ai\/assine-vejasp\"><b>Assine a Vejinha a partir de 6,90<\/b><\/a><b>.<\/b><\/p>\n<p>Em 1946, veio o ultimato. O prazo de concess\u00e3o de noventa anos acabou e o governo bateu \u00e0 porta para perguntar: vai ou fica? E os ingleses foram embora. Entre 1946 e 1956, a rede de estradas federais aumentou 136% e as ferrovias, 5%. \u201cAs ferrovias no Brasil come\u00e7aram a ser abandonadas em 1945. Ap\u00f3s a II Guerra, a classe m\u00e9dia resolveu comprar carros\u201d, diz Ralph Giesbrecht, pesquisador da hist\u00f3ria ferrovi\u00e1ria brasileira. Em 1966, j\u00e1 no governo militar, um decreto federal determinou \u201ca substitui\u00e7\u00e3o de trechos e ramais ferrovi\u00e1rios antiecon\u00f4micos por estradas de rodagem\u201d.<\/p>\n<figure><img title = \"[Tags]\"alt = \"1-Luz.jpg A hist\u00f3ria da linha 7-Rubi, a mais longa da CPTM\"decoding=\"async\" src=\"https:\/\/vejasp.abril.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/8-jundiai.jpg\" \/><figcaption>Ponto final da linha: Jundia\u00ed ficou entre os dez melhores mun\u00edcipios brasileiros para se investir<span class=\"copyright\">Guilherme Queiroz\/Veja SP<\/span><\/figcaption><\/figure>\n<figure><img title = \"[Tags]\"alt = \"1-Luz.jpg A hist\u00f3ria da linha 7-Rubi, a mais longa da CPTM\"decoding=\"async\" src=\"https:\/\/vejasp.abril.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/4.jpg\" \/><figcaption>Preservado: pilastras da \u00e9poca dos ingleses<span class=\"copyright\">Guilherme Queiroz\/Veja SP<\/span><\/figcaption><\/figure>\n<p>O trecho da SP Railway, por\u00e9m, nunca deixou de operar \u2014 e \u00e9 uma das \u00fanicas ferrovias do Brasil que mant\u00e9m o tra\u00e7ado original. Em 1992, o governo paulista criou a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos, a CPTM. As linhas f\u00e9rreas passaram para a administra\u00e7\u00e3o estadual. A atual 7-Rubi vai de Jundia\u00ed at\u00e9 o Br\u00e1s, e a 10-Turquesa liga o centro a Rio Grande da Serra, na Grande S\u00e3o Paulo. \u00c9 o tra\u00e7ado da antiga \u201cInglesa\u201d.<\/p>\n<p>O trecho de Paranapiacaba tamb\u00e9m opera, mas como expresso tur\u00edstico, um trem que sai do Br\u00e1s nos fins de semana e feriados. O ramal at\u00e9 Santos, infelizmente, serve s\u00f3 para cargas desde 1995. O motivo seria o baixo n\u00famero de passageiros. Hoje, talvez muita gente comprasse os bilhetes ferrovi\u00e1rios para n\u00e3o ter de descer a Imigrantes em um feriado. Fica a dica, CPTM.<\/p>\n<p><em>Este texto faz parte da pesquisa Nas Janelas do trem: as hist\u00f3rias da linha mais longa da CPTM, escrito pelo rep\u00f3rter com orienta\u00e7\u00e3o do Prof. Dr. Fabio Cypriano<\/em><\/p>\n<p><b>+<\/b><a href=\"https:\/\/abr.ai\/assine-vejasp\"><b>Assine a Vejinha a partir de 6,90<\/b><\/a><b>.<\/b><\/p>\n<p><b>Publicado em VEJA S\u00e3o Paulo de 03 de fevereiro de 2021, edi\u00e7\u00e3o n\u00ba 2723<\/b><\/p>\n<div id=\"relacionadas\" class=\"block related-posts three_columns\">\n<ul class=\"block-menu\">\n<li data-tab=\"tab-1\" class=\"active\">Relacionadas<\/li>\n<\/ul>\n<div id=\"tab-1\" class=\"block-content active\">\n<div class=\"row\">\n<li class=\"widget-news-item without-thumb with-border\">\n<div class=\"widget-news-info\"><a href=\"http:\/\/vejasp.abril.com.br\/cultura-lazer\">Cultura &amp; Lazer<\/a><span class=\"widget-news-item-title\"><a href=\"https:\/\/vejasp.abril.com.br\/cultura-lazer\/passeio-cachoeira-sagui-sao-paulo-trilha\/\">Selva paulistana: conhe\u00e7a o passeio por uma cachoeira da Zona Sul<\/a><\/span><span class=\"widget-news-item-date\">7 jan 2021 &#8211; 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Lazer<\/span><img title = \"[Tags]\"data-src=\"https:\/\/vejasp.abril.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/a-fazenda-12-marcos-mion-04122020211148348.jpeg?quality=70&amp;strip=info&amp;w=680&amp;h=420&amp;crop=1\"alt = \"1-Luz.jpg A hist\u00f3ria da linha 7-Rubi, a mais longa da CPTM\" class=\"lazyload media\"><span class=\"category hide-l\">Cultura &amp; Lazer<\/span><span class=\"title\">Marcos Mion deixa a Record e &#8216;A Fazenda&#8217; ganha novo apresentador<\/span><\/a><\/div>\n<div class=\"col-s-12 col-l-3\"><a href=\"https:\/\/vejasp.abril.com.br\/cultura-lazer\/morre-ygona-moura-covid-19\/\" class=\"card\"><span class=\"category hide-s\">Cultura &amp; Lazer<\/span><img title = \"[Tags]\"data-src=\"https:\/\/vejasp.abril.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/photo-by-ygona-moura-on-december.jpg?quality=70&amp;strip=info&amp;crop=0px%2C11px%2C984px%2C669px&amp;resize=680%2C453\"alt = \"1-Luz.jpg A hist\u00f3ria da linha 7-Rubi, a mais longa da CPTM\" class=\"lazyload media\"><span class=\"category hide-l\">Cultura &amp; 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