{"id":54054,"date":"2023-02-26T15:21:15","date_gmt":"2023-02-26T18:21:15","guid":{"rendered":"https:\/\/wiy.com.br\/noticias\/boicote-de-anunciantes-coloca-facebook-em-risco-e-finalmente-pressiona-zuckerberg\/"},"modified":"2020-07-01T06:43:13","modified_gmt":"2020-07-01T09:43:13","slug":"boicote-de-anunciantes-coloca-facebook-em-risco-e-finalmente-pressiona-zuckerberg","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/wiy.com.br\/noticias\/boicote-de-anunciantes-coloca-facebook-em-risco-e-finalmente-pressiona-zuckerberg\/","title":{"rendered":"Boicote de anunciantes coloca Facebook em risco e finalmente pressiona Zuckerberg"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<br \/><img title = \"[Tags]\"alt = \"20190307062447_860_645_-_mark_zuckerberg Boicote de anunciantes coloca Facebook em risco e finalmente pressiona Zuckerberg\"decoding=\"async\" align=\"left\" hspace=\"8\" src=\"https:\/\/img.olhardigital.com.br\/uploads\/acervo_imagens\/2019\/03\/r4x3\/20190307062447_860_645_-_mark_zuckerberg.jpg\"><\/p>\n<p>Desde 2016, o mundo est&aacute; de olho em como o <a href=\"https:\/\/olhardigital.com.br\/noticia\/facebook-comeca-a-introduzir-o-modo-escuro-em-smartphones-ios\/102750\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Facebook<\/a> lida com temas pol&iacute;ticos delicados. Foi quando ficou evidente que a rede social se tornou um canal preferencial para propaga&ccedil;&atilde;o de discursos de &oacute;dio, incita&ccedil;&atilde;o &agrave; viol&ecirc;ncia e divulga&ccedil;&atilde;o de informa&ccedil;&otilde;es falsas que ajudaram a criar um cen&aacute;rio mundial ca&oacute;tico.<\/p>\n<p>A empresa tomou algumas medidas para tentar abafar esse tipo de uso da rede social, mas aparentemente n&atilde;o foi o suficiente. N&atilde;o &agrave; toa, durante o m&ecirc;s de junho <a href=\"https:\/\/olhardigital.com.br\/noticia\/empresas-deixam-de-anunciar-no-facebook-para-combater-discurso-de-odio\/102748\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">o Facebook tem sofrido um dos maiores boicotes de sua hist&oacute;ria<\/a>, mirando atingir exatamente a parte mais sens&iacute;vel da companhia: seus cofres. N&atilde;o s&atilde;o os usu&aacute;rios que est&atilde;o deixando a plataforma; <a href=\"https:\/\/olhardigital.com.br\/noticia\/facebook-corre-para-manter-anunciantes-em-sua-plataforma\/102854\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">s&atilde;o os anunciantes<\/a>.<\/p>\n<p>Chamada de &#8220;Stop Hate for Profit&#8221; (&#8220;Chega de &oacute;dio pelo lucro&#8221;), a campanha nasceu nos Estados Unidos com algumas das maiores marcas do planeta for&ccedil;ando a companhia a adotar pol&iacute;ticas mais r&iacute;gidas de controle de discursos de &oacute;dio. Entre as companhias que j&aacute; confirmaram participa&ccedil;&atilde;o na suspens&atilde;o de publicidade na rede social est&atilde;o Adidas, Coca-Cola, Ford, Honda, Levi&#8217;s, Microsoft, Mozilla, Pepsi, Puma, Reebok, Starbucks, Unilever e Vans, para mencionar apenas as empresas que s&atilde;o mais conhecidas no Brasil.<\/p>\n<p>A campanha nasceu na esteira das manifesta&ccedil;&otilde;es por justi&ccedil;a racial nos Estados Unidos ap&oacute;s o assassinato de George Floyd em uma abordagem policial por um oficial branco. Segundo os organizadores, o Facebook &#8220;permitiu a incita&ccedil;&atilde;o de viol&ecirc;ncia contra manifestantes&#8221; e deu status de respeit&aacute;vel a sites de not&iacute;cias de qualidade duvidosa com envolvimento com supremacistas brancos. A rede social tamb&eacute;m j&aacute; tinha sido amplamente <a href=\"https:\/\/olhardigital.com.br\/noticia\/funcionarios-do-facebook-cobram-posicionamento-em-relacao-as-postagens-de-trump\/101536\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">criticada por n&atilde;o agir contra um post de Donald Trump<\/a> falando sobre viol&ecirc;ncia contra manifestantes.<\/p>\n<p>Na vis&atilde;o dos organizadores, que incluem organiza&ccedil;&otilde;es como Anti-Defamation League, Color of Change, Common Sense Media, Free Press, National Association for the Advancement of Colored People, Sleeping Giants, League of United Latin American Citizens, Mozilla Foundation e National Hispanic Media Coalition, enquanto n&atilde;o h&aacute; mais vigil&acirc;ncia sobre esse tipo de comportamento, que costuma gerar muito engajamento, o Facebook est&aacute; essencialmente lucrando com a&ccedil;&otilde;es de &oacute;dio de seus usu&aacute;rios, e marcas podem n&atilde;o ficar satisfeitas em ter seus nomes associados a esse tipo de discurso.<\/p>\n<p>S&atilde;o 10 a&ccedil;&otilde;es recomendadas pelos organizadores para melhorar a forma como a empresa lida com esse tipo de material:<\/p>\n<ol>\n<li>Estabelecer uma infraestrutura de direitos civis, incluindo executivos de alto escal&atilde;o capazes de avaliar produtos e pol&iacute;ticas para discrimina&ccedil;&atilde;o, vieses e &oacute;dio;<\/li>\n<li>Submiss&atilde;o a auditorias externas regulares sobre discursos de &oacute;dio e desinforma&ccedil;&atilde;o, com resultados publicamente acess&iacute;veis;<\/li>\n<li>Oferecer auditoria e reembolso a anunciantes cujas marcas foram expostas ao lado de conte&uacute;do que foi exclu&iacute;do por violar termos de servi&ccedil;o;<\/li>\n<li>Encontrar e remover grupos p&uacute;blicos e privados que se baseiem em temas como supremacia branca, mil&iacute;cias, antissemitismo, conspira&ccedil;&otilde;es violentas, nega&ccedil;&atilde;o do Holocausto, desinforma&ccedil;&atilde;o sobre vacinas e nega&ccedil;&atilde;o das mudan&ccedil;as clim&aacute;ticas;<\/li>\n<li>Implementa&ccedil;&atilde;o de termos de servi&ccedil;o que ajudem a limitar e eliminar discursos radicais da rede social;<\/li>\n<li>N&atilde;o recomendar ou amplificar discursos ou conte&uacute;dos associados ao &oacute;dio, desinforma&ccedil;&atilde;o ou conspira&ccedil;&atilde;o;<\/li>\n<li>Criar mecanismos que marquem automaticamente conte&uacute;do de &oacute;dio em grupos privados para avalia&ccedil;&atilde;o humana;<\/li>\n<li>Garantir a precis&atilde;o de informa&ccedil;&otilde;es pol&iacute;ticas eliminando a exce&ccedil;&atilde;o para pol&iacute;ticos, proibir desinforma&ccedil;&atilde;o sobre elei&ccedil;&otilde;es e chamados de viol&ecirc;ncia por pol&iacute;ticos em qualquer formato;<\/li>\n<li>Criar times de especialistas para analisar &oacute;dio baseado em identidade e ass&eacute;dio;<\/li>\n<li>Possibilitar que indiv&iacute;duos enfrentando &oacute;dio e ass&eacute;dio severos possam se conectar com um funcion&aacute;rio do Facebook.<\/li>\n<\/ol>\n<p>A publicidade &eacute; respons&aacute;vel por nada menos do que 99% de todo o faturamento do Facebook, na casa de US$ 70 bilh&otilde;es. Se existe algu&eacute;m com poder de fazer com que a empresa mude sua atua&ccedil;&atilde;o em quest&otilde;es-chave, s&atilde;o os anunciantes.<\/p>\n<h2>D&oacute;i no bolso<\/h2>\n<p>Como explica ao <strong>Olhar Digital<\/strong> Arthur Igreja, especialista em inova&ccedil;&atilde;o digital, o Facebook j&aacute; vem pressionado h&aacute; anos, mas suas respostas aos questionamentos da sociedade sempre foram evasivas.<\/p>\n<p>Mesmo com uma s&eacute;rie de boicotes apoiados por pessoas bastante conhecidas, como o fundador do WhatsApp, <a href=\"https:\/\/olhardigital.com.br\/noticia\/cofundador-do-whatsapp-diz-que-usuarios-deveriam-deletar-o-facebook\/74709\">Brian Acton<\/a>, o problema persistiu por anos. O fato &eacute; que, para o Facebook, a perda de alguns usu&aacute;rios n&atilde;o resulta em danos financeiros &agrave; empresa.<\/p>\n<p>Afinal de contas, como explica Igreja, o usu&aacute;rio pode at&eacute; deixar de usar o Facebook, mas dificilmente realizar&aacute; um boicote completo aos aplicativos da companhia. E dentro desse cen&aacute;rio se incluem o Instagram, que tamb&eacute;m tem mais de 1 bilh&atilde;o de usu&aacute;rios, e o WhatsApp, com mais de 2 bilh&otilde;es. Ou seja: a maioria dos usu&aacute;rios de internet est&aacute; na m&atilde;o do Facebook, mesmo sem usar a rede social de mesmo nome.<\/p>\n<p>Por este motivo, a &uacute;nica forma de for&ccedil;ar uma mudan&ccedil;a concreta parte das empresas que realmente financiam a opera&ccedil;&atilde;o do Facebook. Faz sentido para elas, afinal de contas. Quem quer ter sua marca indiretamente patrocinando discursos supremacistas e homof&oacute;bicos?<\/p>\n<p>Arthur Igreja conta que, para o publicit&aacute;rio, essa associa&ccedil;&atilde;o &eacute; p&eacute;ssima. &#8220;Seria o equivalente no mundo real &agrave; pol&iacute;cia encontrar um cativeiro e descobrir um banner da sua empresa, ou descobrirem uma fazenda que se aproveita de trabalho escravo e encontrarem um outdoor com a sua marca&#8221;, ele diz.<\/p>\n<p>E o Facebook, mesmo que acidentalmente, acaba proporcionando esse tipo de associa&ccedil;&atilde;o quando n&atilde;o modera seu conte&uacute;do de forma adequada. Quando o algoritmo valoriza conte&uacute;do que rende muitas visualiza&ccedil;&otilde;es e muito engajamento, a tend&ecirc;ncia &eacute; que o material sensacionalista, que gere mais choque, acabe recebendo mais destaque. Consequentemente, tamb&eacute;m &eacute; o conte&uacute;do que mais gera visualiza&ccedil;&atilde;o de an&uacute;ncios.<\/p>\n<p>O resultado do movimento j&aacute; foi sentido diretamente entre os acionistas. O boicote das empresas ao Facebook causou uma perda de US$ 75 bilh&otilde;es na capitaliza&ccedil;&atilde;o de mercado da companhia como resultado da desvaloriza&ccedil;&atilde;o das a&ccedil;&otilde;es, o que n&atilde;o afeta diretamente o faturamento da empresa, mas pode for&ccedil;ar com que investidores pressionem ainda mais Zuckerberg e sua equipe por mudan&ccedil;as.<\/p>\n<p>Na vis&atilde;o de Igreja, o movimento &eacute; t&atilde;o impactante e a situa&ccedil;&atilde;o do Facebook &eacute; t&atilde;o delicada, que isso poderia representar o fim da empresa como a conhecemos atualmente, for&ccedil;ando mudan&ccedil;as dr&aacute;sticas na forma como a rede social opera.<\/p>\n<h2>Internacionaliza&ccedil;&atilde;o<\/h2>\n<p>O movimento nasceu nos Estados Unidos, mas o fato &eacute; que ele est&aacute; vagarosamente se espalhando. Jim Steyer, chefe da Common Sense Media, uma das organiza&ccedil;&otilde;es por tr&aacute;s do Stop Hate for Profit, o objetivo &eacute; expandir o boicote para marcas europeias tamb&eacute;m.<\/p>\n<p>O Brasil &nbsp;e chegando tamb&eacute;m ao Brasil. Perfis como o Sleeping Giants Brasil, que tem pressionado companhias para que suspendam publicidade em p&aacute;ginas que propagam desinforma&ccedil;&atilde;o, j&aacute; iniciaram campanhas para que as empresas que aderiram ao movimento nos Estados Unidos tamb&eacute;m repitam a a&ccedil;&atilde;o no Brasil.<\/p>\n<p>Quando questionada sobre o assunto, por exemplo, a Coca-Cola, uma das marcas mais fortes a aderir ao boicote, se manifestou tamb&eacute;m no Brasil, afirmando que a interrup&ccedil;&atilde;o dos an&uacute;ncios aconteceria de forma global, e n&atilde;o apenas nos Estados Unidos, por 30 dias em todas as redes sociais para rever suas pol&iacute;ticas de marketing.<\/p>\n<p>A tend&ecirc;ncia neste momento &eacute; a internacionaliza&ccedil;&atilde;o. Marcas globais enfrentam o mesmo problema no Facebook no mundo inteiro, e n&atilde;o &eacute; qualquer surpresa que a mesma pol&iacute;tica aplicada nos Estados Unidos seja padr&atilde;o para outras filiais ao redor do planeta.<\/p>\n<h2>Os resultados da campanha<\/h2>\n<p>Desde o in&iacute;cio da campanha, iniciada na metade do m&ecirc;s de junho, os organizadores conseguiram a ades&atilde;o de empresas do mais alto patamar, o que fez com que o Facebook percebesse o tamanho do problema e anunciasse algumas medidas.<\/p>\n<p>Mark Zuckerberg realizou uma apresenta&ccedil;&atilde;o na sexta-feira (27) para anunciar que a empresa&#8230;<\/p>\n<ol>\n<li>passar&aacute; a aplicar sua pol&iacute;tica de restri&ccedil;&atilde;o de discursos de &oacute;dio para os an&uacute;ncios na rede social<\/li>\n<li>restringir&aacute; desinforma&ccedil;&atilde;o sobre as elei&ccedil;&otilde;es nos dias anteriores &agrave; vota&ccedil;&atilde;o;<\/li>\n<li>incluir alertas em conte&uacute;do &#8220;noticioso&#8221; que incite viol&ecirc;ncia e venha de figuras p&uacute;blicas, como pol&iacute;ticos de alto escal&atilde;o, mas sem sua exclus&atilde;o;<\/li>\n<li>permitir&aacute; auditoria externa dos padr&otilde;es da comunidade;<\/li>\n<li>trabalhar&aacute; com a Alian&ccedil;a Global para M&iacute;dia Respons&aacute;vel (GARM) para apurar os requisitos para seguran&ccedil;a de marcas.<\/li>\n<\/ol>\n<p>O Stop Hate for Profit, no entanto, enxergou a&ccedil;&otilde;es insuficientes nessas medidas do Facebook. O grupo cita que a empresa n&atilde;o deu detalhes e um plano de a&ccedil;&atilde;o claro sobre as mudan&ccedil;as que colocar&aacute; em pr&aacute;tica para impedir discursos de &oacute;dio. Cada um dos pontos acima tem uma queixa:<\/p>\n<ol>\n<li>O Facebook n&atilde;o se comprometeu a tomar a&ccedil;&otilde;es mais amplas em grupos ou posts, onde o problema &eacute; mais significante;<\/li>\n<li>A desinforma&ccedil;&atilde;o sobre elei&ccedil;&otilde;es poder&aacute; continuar circulando durante todo o ano, com exce&ccedil;&atilde;o dos dias que antecedem a vota&ccedil;&atilde;o;<\/li>\n<li>Os posts &#8220;noticiosos&#8221; de figuras p&uacute;blicas que promovam viol&ecirc;ncia podem ser etiquetados, mas n&atilde;o s&atilde;o deletados, mesmo com o Facebook consciente do risco que eles representam;<\/li>\n<li>Faltam mais detalhes sobre como ser&aacute; a auditoria externa, sobre como ser&aacute; a independ&ecirc;ncia dos auditores e se os resultados ser&atilde;o p&uacute;blicos, e quando eles ser&atilde;o publicados<\/li>\n<li>A empresa tamb&eacute;m n&atilde;o deu detalhes sobre o trabalho que ser&aacute; desenvolvido com a GARM e o que isso realmente significa<\/li>\n<\/ol>\n<h2>O que diz o Facebook<\/h2>\n<p>Quando questionado pelo Olhar Digital sobre o tema, o Facebook se defende, afirmando que tem pol&iacute;ticas para restringir discursos de &oacute;dio e que tem agido de forma mais firme que concorrentes como o Twitter e o YouTube. A empresa menciona <a href=\"https:\/\/ec.europa.eu\/info\/sites\/info\/files\/codeofconduct_2020_factsheet_12.pdf\">um relat&oacute;rio publicado pela Uni&atilde;o Europeia<\/a>, que diz que a rede social analisa proporcionalmente mais den&uacute;ncias do tipo do que seus concorrentes em um per&iacute;odo de 24 horas.<\/p>\n<p>De acordo com a pesquisa, o Facebook conseguiu revisar 95,7% das den&uacute;ncias, enquanto o Instagram conseguiu acompanhar 91,8% dos casos. J&aacute; os concorrentes YouTube e Twitter se limitaram a analisar 81,5% e 76,6% das den&uacute;ncias respectivamente.<\/p>\n<p>&#8220;Investimos bilh&otilde;es de d&oacute;lares todos os anos para manter nossa comunidade segura e trabalhamos continuamente com especialistas da sociedade civil para revisar e atualizar nossas pol&iacute;ticas. Nos abrimos para uma auditoria de direitos civis e banimos 250 organiza&ccedil;&otilde;es supremacistas brancas do Facebook e Instagram. Os investimentos que fizemos em Intelig&ecirc;ncia Artificial nos possibilitam encontrar quase 90% do discurso de &oacute;dio proativamente, agindo sobre eles antes que um usu&aacute;rio nos denuncie, e um relat&oacute;rio recente da Uni&atilde;o Europeia apontou que o Facebook analisou mais den&uacute;ncias de discurso de &oacute;dio em 24 horas do que o Twitter e o YouTube. Temos mais trabalho para fazer e continuaremos trabalhando com grupos de direitos civis, GARM (Global Alliance for Responsible Media) e outros especialistas para desenvolver ainda mais ferramentas, tecnologias e pol&iacute;ticas para continuar essa luta&#8221;, diz ao <strong>Olhar Digital<\/strong> um representante da companhia.<\/p>\n<p><br \/>\n<br \/><a href=\"https:\/\/olhardigital.com.br\/noticia\/boicote-de-anunciantes-coloca-facebook-em-risco-e-finalmente-pressiona-zuckerberg\/102875\">Fonte do Artigo <\/a><br \/>\nTags:<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/wiy.com.br\/noticias\/categoria\/tecnologia\/\">#tecnologia<\/a> <a href=\"https:\/\/wiy.com.br\/noticias\/categoria\/tecnologia\/\">#tecnologias<\/a> <a href=\"https:\/\/wiy.com.br\/noticias\/categoria\/tecnologia\/\">#technology<\/a> <a href=\"https:\/\/wiy.com.br\/noticias\/categoria\/tecnologia\/\">#tecnolog<\/a> <a href=\"https:\/\/wiy.com.br\/noticias\/categoria\/tecnologia\/\">#iphone<\/a> <a href=\"https:\/\/wiy.com.br\/noticias\/categoria\/tecnologia\/\">#informatica<\/a> <a href=\"https:\/\/wiy.com.br\/noticias\/categoria\/tecnologia\/\">#tech<\/a> <a href=\"https:\/\/wiy.com.br\/noticias\/categoria\/tecnologia\/\">#design<\/a> <a href=\"https:\/\/wiy.com.br\/noticias\/categoria\/tecnologia\/\">#samsung<\/a> <a href=\"https:\/\/wiy.com.br\/noticias\/categoria\/tecnologia\/\">#internet<\/a> <a href=\"https:\/\/wiy.com.br\/noticias\/categoria\/tecnologia\/\">#apple<\/a> <a href=\"https:\/\/wiy.com.br\/noticias\/categoria\/tecnologia\/\">#smartphone<\/a> <a href=\"https:\/\/wiy.com.br\/noticias\/categoria\/tecnologia\/\">#seguranca<\/a> <a href=\"https:\/\/wiy.com.br\/noticias\/categoria\/tecnologia\/\">#venezuela<\/a> <a href=\"https:\/\/wiy.com.br\/noticias\/categoria\/tecnologia\/\">#celular<\/a> <a href=\"https:\/\/wiy.com.br\/noticias\/categoria\/tecnologia\/\">#celulares<\/a> <a href=\"https:\/\/wiy.com.br\/noticias\/categoria\/tecnologia\/\">#inovar<\/a> <a href=\"https:\/\/wiy.com.br\/noticias\/categoria\/tecnologia\/\">#qualidade<\/a> <a href=\"https:\/\/wiy.com.br\/noticias\/categoria\/tecnologia\/\">#software<\/a> <a href=\"https:\/\/wiy.com.br\/noticias\/categoria\/tecnologia\/\">#empresas<\/a> <a href=\"https:\/\/wiy.com.br\/noticias\/categoria\/tecnologia\/\">#cursos<\/a> <a href=\"https:\/\/wiy.com.br\/noticias\/categoria\/tecnologia\/\">#engenharia<\/a> <a href=\"https:\/\/wiy.com.br\/noticias\/categoria\/tecnologia\/\">#industria<\/a> <a href=\"https:\/\/wiy.com.br\/noticias\/categoria\/tecnologia\/\">#marketing<\/a> <a href=\"https:\/\/wiy.com.br\/noticias\/categoria\/tecnologia\/\">#ti<\/a> <a href=\"https:\/\/wiy.com.br\/noticias\/categoria\/tecnologia\/\">#tecnoblog<\/a> <a href=\"https:\/\/wiy.com.br\/noticias\/categoria\/tecnologia\/\">#veja<\/a> <a href=\"https:\/\/wiy.com.br\/noticias\/categoria\/tecnologia\/\">#olhardigital<\/a> <a href=\"https:\/\/wiy.com.br\/noticias\/categoria\/tecnologia\/\">#mundodigital<\/a> <a href=\"https:\/\/wiy.com.br\/noticias\/categoria\/tecnologia\/\">#inteligenciaartificial<\/a> <a href=\"https:\/\/wiy.com.br\/criacao-de-sites\/\">#criar site<\/a> <a href=\"https:\/\/wiy.com.br\/criacao-de-sites\/\">#criar site curitiba<\/a> <a href=\"https:\/\/wiy.com.br\/criacao-de-sites\/\">#wiysolutions<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Desde 2016, o mundo est&aacute; de olho em como o Facebook lida com temas pol&iacute;ticos delicados. 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