{"id":33693,"date":"2023-02-26T15:00:22","date_gmt":"2023-02-26T18:00:22","guid":{"rendered":"https:\/\/wiy.com.br\/noticias\/briga-doria-bolsonaro-deixa-obras-sob-impasse\/"},"modified":"2019-10-13T15:00:06","modified_gmt":"2019-10-13T18:00:06","slug":"briga-doria-bolsonaro-deixa-obras-sob-impasse","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/wiy.com.br\/noticias\/briga-doria-bolsonaro-deixa-obras-sob-impasse\/","title":{"rendered":"Briga Doria-Bolsonaro deixa obras sob impasse"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<\/p>\n<p>Rio &#8211; O descompasso pol\u00edtico entre o presidente <strong><a href=\"https:\/\/exame.abril.com.br\/noticias-sobre\/jair-bolsonaro\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Jair Bolsonaro<\/a><\/strong> e o governador <strong><a href=\"https:\/\/exame.abril.com.br\/noticias-sobre\/joao-doria-junior\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Jo\u00e3o Doria<\/a><\/strong> (PSDB) cria impasses em obras e projetos dados como certos pelo governo de S\u00e3o Paulo, mas que exigem aval do governo federal para serem viabilizados. De sete projetos que dependem da parceria entre o Planalto e o Pal\u00e1cio dos Bandeirantes, em cinco Bras\u00edlia decidiu por mais estudos antes de autorizar as a\u00e7\u00f5es ou j\u00e1 determinou rumos diferentes daqueles que Doria defendia.<\/p>\n<p>Quadro similar ocorre no Rio de Janeiro, onde o <strong>PSL<\/strong>, partido do presidente, ocupa cargos no governo <a href=\"https:\/\/exame.abril.com.br\/noticias-sobre\/wilson-witzel\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Wilson Witzel<\/a> (PSC) mesmo ap\u00f3s determina\u00e7\u00e3o contr\u00e1ria do presidente da legenda no Estado, senador Fl\u00e1vio Bolsonaro. Aliados de Witzel acusam Bolsonaro de se omitir em quest\u00f5es fundamentais para o Estado com a inten\u00e7\u00e3o de n\u00e3o fortalecer um eventual futuro advers\u00e1rio, que poder\u00e1 se beneficiar se fizer boa administra\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Em S\u00e3o Paulo, um dos impasses \u00e9 a constru\u00e7\u00e3o da ponte para ligar Santos e Guaruj\u00e1, no litoral, antiga promessa de governos tucanos. A gest\u00e3o Doria diz que fez acordo para viabilizar o empreendimento, avaliado em R$ 2,9 bilh\u00f5es, por meio de um contrato aditivo com a Ecovias, concession\u00e1ria que administra as Rodovias Anchieta e Imigrantes. A empresa custearia a obra e, em troca, cobraria ped\u00e1gio de quem cruzar a ponte. Mas a gest\u00e3o do porto, que \u00e9 federal, sinaliza oposi\u00e7\u00e3o ao plano. Ao Estado, informou que a ponte &#8220;apresenta potenciais impactos na opera\u00e7\u00e3o portu\u00e1ria, como redu\u00e7\u00e3o de velocidade dos navios e at\u00e9 mesmo a restri\u00e7\u00e3o \u00e0 navega\u00e7\u00e3o&#8221; e que a obra poderia comprometer o projeto de expans\u00e3o da zona portu\u00e1ria que est\u00e1 em discuss\u00e3o.<\/p>\n<p>Al\u00e9m da ponte, Doria depende de Bolsonaro para fechar o Campo de Marte, aeroporto na zona norte da capital; transferir a Companhia de Entrepostos e Armaz\u00e9ns Gerais de S\u00e3o Paulo (Ceagesp) da zona oeste para outro lugar; construir um trem para ligar os terminais do Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos; entregar a linha de trem entre a capital e Campinas e, por fim, repassar a gestores privados a Hidrovia Tiet\u00ea-Paran\u00e1 e 22 aeroportos. De todos esses projetos, os \u00fanicos que n\u00e3o t\u00eam entraves, por ora, s\u00e3o o trem regional e a concess\u00e3o de aeroportos.<\/p>\n<h3><strong>Rela\u00e7\u00f5es<\/strong><\/h3>\n<p>Oficialmente, os governos de Rio e S\u00e3o Paulo negam haver conflito com o governo federal. A gest\u00e3o Bolsonaro foi questionada sobre o tema, mas n\u00e3o se manifestou. &#8220;Os projetos de parceria est\u00e3o caminhando conforme o governo do Estado gostaria&#8221;, disse o secret\u00e1rio de Governo, Rodrigo Garcia, vice-governador.<\/p>\n<p>H\u00e1 duas semanas, a libera\u00e7\u00e3o do Estado para tomar empr\u00e9stimos de at\u00e9 R$ 4 bilh\u00f5es, para obras do Metr\u00f4 e da Sabesp (que n\u00e3o dependem de aval federal), feita pelo Senado, foi recebida como indicativo de que o distanciamento entre os governos n\u00e3o chegar\u00e1 aos investimentos. &#8220;O que h\u00e1 s\u00e3o quest\u00f5es t\u00e9cnicas que precisam ser superadas. Isso, \u00e0s vezes, demanda tempo, mas estamos caminhando&#8221;, disse o chefe do escrit\u00f3rio de representa\u00e7\u00e3o paulista em Bras\u00edlia, Antonio Imbassahy.<\/p>\n<p>Por outro lado, os aliados de Doria avaliam que, se os entraves persistirem, o governador ter\u00e1 de se manifestar.<\/p>\n<p>Desde junho, os atritos entre Doria e Bolsonaro recrudesceram de forma mais contundente. O presidente chegou a dizer que o governador era uma &#8220;ejacula\u00e7\u00e3o precoce&#8221; pol\u00edtica. Doria sugeriu ao presidente &#8220;trabalhar mais e tuitar menos&#8221;. Na \u00faltima sexta-feira, 11, quando se encontraram, o tucano baixou o tom e chamou o presidente de &#8220;amigo dos brasileiros em S\u00e3o Paulo&#8221;. Bolsonaro optou por citar Doria protocolarmente &#8211; no evento, formatura de sargentos da Pol\u00edcia Militar, o presidente foi ovacionado e o governador, vaiado.<\/p>\n<p>O cientista pol\u00edtico Humberto Dantas, pesquisador da FGV-SP, ressalta que os interesses em projetos grandes n\u00e3o s\u00e3o apenas pol\u00edticos, mas econ\u00f4micos. &#8220;H\u00e1 grupos de empres\u00e1rios com vis\u00f5es diferentes. Esse conflito econ\u00f4mico tamb\u00e9m pesa&#8221;, diz. Ele ressalta ainda que, na disputa pol\u00edtica, nem Doria nem Bolsonaro &#8220;prezam pela diplomacia&#8221;.<\/p>\n<p>O antagonismo de Doria em rela\u00e7\u00e3o a Bolsonaro n\u00e3o se refletiu na rela\u00e7\u00e3o dele com a bancada do PSL paulista na Assembleia Legislativa, que n\u00e3o \u00e9 inteiramente identificada com o bolsonarismo. Doria sancionou, em agosto, projeto da deputada Jana\u00edna Pascoal que autoriza a op\u00e7\u00e3o de partos por ces\u00e1rea na sa\u00fade p\u00fablica, que sofreu cr\u00edticas de m\u00e9dicos obstetras.<\/p>\n<p>Por sua vez, a bancada do partido, que tem 15 deputados, vota com liberdade. Em um dos projetos priorit\u00e1rios de Doria, a extin\u00e7\u00e3o da empresa Desenvolvimento Rodovi\u00e1rio S\/A (Dersa), deu 11 votos ao governo. Mas, na aprova\u00e7\u00e3o do programa InvestAuto, que prev\u00ea isen\u00e7\u00e3o de impostos para montadoras, foram 7 votos contra, 6 a favor e um em obstru\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<h3><strong>Oposi\u00e7\u00e3o<\/strong><\/h3>\n<p>No Rio, apesar de manter os cargos no governo, o PSL indica que, na Assembleia Legislativa, votar\u00e1 com a oposi\u00e7\u00e3o. Aliados de Witzel alegam que iniciativas relacionadas aos portos de Maca\u00e9 e do A\u00e7u, ao Complexo Petroqu\u00edmico do Rio de Janeiro (Comperj) e \u00e0 distribui\u00e7\u00e3o de royalties do petr\u00f3leo, temas caros ao Rio, estariam sendo ignoradas por Bolsonaro.<\/p>\n<p>Na \u00faltima sexta, 11, ap\u00f3s o evento com Doria, o presidente esteve no Rio, com Witzel, e teve postura mais agressiva. Citou &#8220;\u00e9tica&#8221;, &#8220;moral&#8221; e aus\u00eancia de &#8220;covardia&#8221; ao listar caracter\u00edsticas que, para ele, devem estar embutidas no projeto presidencial de quem pretende suceder-lhe.<\/p>\n<h3><strong>Ceagesp e Campo de Marte<\/strong><\/h3>\n<p>\u00c0s 4 horas da \u00faltima sexta-feira, quando estacionou seu caminh\u00e3o de ma\u00e7\u00e3s na Companhia de Entrepostos e Armaz\u00e9ns Gerais de S\u00e3o Paulo (Ceagesp), o motorista Deovaldo Pereira, de 46 anos, sabia que n\u00e3o sairia dali antes da hora do almo\u00e7o. N\u00e3o que a descarga demore: mesmo feito manualmente, \u00e9 um servi\u00e7o que se liquida em duas horas. Das 6 horas ao meio-dia, por\u00e9m, ele ficaria parado, preso no tr\u00e2nsito, esperando para sair do maior entreposto da Am\u00e9rica Latina.<\/p>\n<p>Quando um caminh\u00e3o estaciona na <strong>Ceagesp<\/strong>, outro para na fila dupla e tamb\u00e9m come\u00e7a a tirar mercadorias. Nisso, um terceiro para e faz a mesma coisa. Quando se v\u00ea, ningu\u00e9m consegue mais manobrar. &#8220;Isso aqui foi feito nos anos 1960, quando caminh\u00e3o grande era Jardineira&#8221;, diz o comerciante Lu\u00eds Pain, de 59 anos, 40 deles vividos na Ceagesp. Na sexta, caminhando entre melancias goianas e abacaxis fluminenses, ele mostrava ao Estado a fia\u00e7\u00e3o el\u00e9trica exposta nos galp\u00f5es enquanto reclamava das plataformas mais baixas do que os ba\u00fas dos caminh\u00f5es de hoje.<\/p>\n<p>A situa\u00e7\u00e3o faz comerciantes quererem mudan\u00e7a na Ceagesp. Para os gestores p\u00fablicos, o terreno, de 700 mil m\u00b2, pode ter usos mais nobres. O governador Jo\u00e3o Doria (PSDB) \u00e9 um dos defensores da privatiza\u00e7\u00e3o da companhia. Em abril, ap\u00f3s reuni\u00e3o com Jair Bolsonaro, em Bras\u00edlia, disse que o presidente havia concordado em mudar a Ceagesp de lugar.<\/p>\n<p>Entretanto, em agosto, o governo federal passou a tocar o projeto por conta pr\u00f3pria e incluiu a empresa no Programa Nacional de Desestatiza\u00e7\u00e3o. Por nota, a gest\u00e3o Doria afirmou que a inclus\u00e3o seria &#8220;mais um passo dentro do cronograma estabelecido entre os governos federal e estadual&#8221;. No \u00faltimo dia 7, Bolsonaro determinou que a privatiza\u00e7\u00e3o seria executada pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econ\u00f4mico e Social (BNDES).<\/p>\n<p>Outra promessa de Doria \u00e9 um trem leve pra ligar a Esta\u00e7\u00e3o Aeroporto da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) e os terminais do Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos. Em maio, ao lado do ministro da Infraestrutura, Tarc\u00edsio Freitas, o tucano afirmou haver acordo para que a concession\u00e1ria a GRU Airport arcasse com a obra e, em troca, tivesse desconto na outorga que paga \u00e0 Uni\u00e3o. &#8220;As obras ter\u00e3o o in\u00edcio em setembro&#8221;, disse Doria. Agora, o governo federal n\u00e3o d\u00e1 certezas sobre a obra.<\/p>\n<p>O projeto depende de aprova\u00e7\u00e3o da <a href=\"https:\/\/exame.abril.com.br\/noticias-sobre\/anac\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Ag\u00eancia Nacional da Avia\u00e7\u00e3o Civil<\/a> (Anac) que, ao Estado, disse &#8220;coletar informa\u00e7\u00f5es quanto aos custos, benef\u00edcios e, sobretudo, o interesse p\u00fablico decorrente da realiza\u00e7\u00e3o do empreendimento&#8221;, e quea obra &#8220;n\u00e3o est\u00e1 inserida entre as obriga\u00e7\u00f5es contratuais da concession\u00e1ria&#8221;.<\/p>\n<p>&#8220;J\u00e1 troquei de trem tr\u00eas vezes para chegar at\u00e9 aqui&#8221;, disse, na porta da esta\u00e7\u00e3o, a professora de ingl\u00eas Ana Oliveira, de 28 anos. &#8220;Esse trem \u00e9 importante.&#8221; A liga\u00e7\u00e3o da esta\u00e7\u00e3o aos terminais \u00e9 feita por \u00f4nibus.<\/p>\n<p>Outro projeto de Doria \u00e9 fechar o Campo de Marte, na zona norte, e fazer ali um parque. Em janeiro, com o slogan &#8220;Bolsodoria&#8221; ainda fresco, o governador saiu de uma reuni\u00e3o com o presidente dizendo ter tratado do tema. Mas o governo federal optou por inserir o espa\u00e7o no plano de privatiza\u00e7\u00f5es, com leil\u00e3o previsto para o segundo semestre de 2022.<\/p>\n<p>Um dos temas que j\u00e1 sa\u00edram do discurso paulista \u00e9 a concess\u00e3o da Hidrovia Tiet\u00ea-Paran\u00e1, rota importante para o escoamento de gr\u00e3os para o interior. Nas conversas preliminares, a concess\u00e3o do trecho do Rio Paran\u00e1, federal, \u00e9 tida como de dif\u00edcil modelagem econ\u00f4mica. E, no Pal\u00e1cio dos Bandeirantes, j\u00e1 h\u00e1 entendimento de que n\u00e3o sair\u00e1.<\/p>\n<h3><strong>Sintonia<\/strong><\/h3>\n<p>O governo paulista argumenta que uma das propostas de Doria em sintonia com a Uni\u00e3o \u00e9 a constru\u00e7\u00e3o de um trem entre S\u00e3o Paulo e Campinas. A linhas f\u00e9rreas existentes entre as cidades s\u00e3o federais e j\u00e1 est\u00e3o concedidas, mas os contratos devem ser renovados at\u00e9 o ano que vem. Haveria acordo para que, nas renova\u00e7\u00f5es, seja inclu\u00edda cl\u00e1usula que permita o compartilhamento dos ramais ferrovi\u00e1rios com trens de passageiros. S\u00e3o Paulo n\u00e3o identificou, tamb\u00e9m, movimento que possa impedir o processo de concess\u00e3o de 22 aeroportos do interior do Estado, que est\u00e3o em estudos na Secretaria de Log\u00edstica e Transportes. As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do jornal <strong>O Estado de S. Paulo.<\/strong><\/p>\n<p><br \/>\n<br \/><a href=\"https:\/\/exame.abril.com.br\/brasil\/briga-doria-bolsonaro-deixa-obras-sob-impasse\/\">Fonte do artigo <\/a><br \/>\nTags:<br \/>\n#politica #political #negocios #business #marketingdigital #empreendedorismo #marketing #emprendedores #empreender #sucesso #empresas #emprendimiento #emprendedor #empreendedor #emprender #dinheiro #dinero #empresario #vendas #liderazgo #motivacion #foco #motivacao #negocio #brasil<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Rio &#8211; O descompasso pol\u00edtico entre o presidente Jair Bolsonaro e o governador Jo\u00e3o Doria (PSDB) cria impasses em obras e projetos dados como certos pelo governo de S\u00e3o Paulo, mas que exigem aval do governo federal para serem viabilizados. 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