{"id":17187,"date":"2023-02-26T15:29:38","date_gmt":"2023-02-26T18:29:38","guid":{"rendered":"https:\/\/wiy.com.br\/noticias\/veja-os-bastidores-da-operacao-da-maior-rede-de-metros-do-brasil\/"},"modified":"2019-04-13T20:41:23","modified_gmt":"2019-04-13T23:41:23","slug":"veja-os-bastidores-da-operacao-da-maior-rede-de-metros-do-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/wiy.com.br\/noticias\/veja-os-bastidores-da-operacao-da-maior-rede-de-metros-do-brasil\/","title":{"rendered":"Veja os bastidores da opera\u00e7\u00e3o da maior rede de metr\u00f4s do Brasil"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<br \/><img title = \"[Tags]\"alt = \"20190412082653_860_645 Veja os bastidores da opera\u00e7\u00e3o da maior rede de metr\u00f4s do Brasil\"decoding=\"async\" align=\"left\" hspace=\"8\" src=\"https:\/\/olhardigital.com.br\/uploads\/acervo_imagens\/2019\/04\/r4x3\/20190412082653_860_645.jpg\"><\/p>\n<p>Trens aut&ocirc;nomos, inteligentes e, hoje, pr&oacute;-ativos. A gente foi conhecer de perto o que milh&otilde;es de pessoas usam todos os dias, mas que pouqu&iacute;ssimos conhecem: os bastidores da opera&ccedil;&atilde;o de um dos melhores exemplos de transporte p&uacute;blico urbano do pa&iacute;s. Com 96 quil&ocirc;metros de trilhos e 84 esta&ccedil;&otilde;es espalhadas pela capital paulista, o metr&ocirc; de S&atilde;o Paulo &eacute; exemplo de pioneirismo em tecnologia h&aacute; mais de 50 anos.<\/p>\n<p>Falar em trens aut&ocirc;nomos por aqui n&atilde;o &eacute; novidade. A primeira tecnologia implantada no sistema, em 1974, quando o metr&ocirc; inaugurou sua opera&ccedil;&atilde;o comercial, j&aacute; permitia o controle automatizado das composi&ccedil;&otilde;es. E, em algumas linhas, a mesma tecnologia &eacute; usada at&eacute; hoje com efici&ecirc;ncia e seguran&ccedil;a.<\/p>\n<p>O grande gargalo dessa tecnologia &eacute; que, por seguran&ccedil;a, ela n&atilde;o permite o aproveitamento m&aacute;ximo das vias. Os blocos de trilhos s&atilde;o grandes e os trens precisam andar bem afastados uns dos outros. Mesmo assim, &eacute; autom&aacute;tico: funciona por eletricidade. Como as rodas do trem s&atilde;o de ferro, quando elas encostam no trilho de a&ccedil;o, fecham um circuito. Essa &eacute; a indica&ccedil;&atilde;o de que existe um trem naquele bloco. A informa&ccedil;&atilde;o &eacute; ent&atilde;o transmitida para computadores centrais que, sabendo a posi&ccedil;&atilde;o de cada trem, controlam o fluxo. Se o bloco da frente estiver livre, o trem segue; se estiver ocupado, espera&hellip;<\/p>\n<p>Mas agora uma nova tecnologia j&aacute; em opera&ccedil;&atilde;o em algumas linhas melhorou ainda mais a opera&ccedil;&atilde;o do metr&ocirc;. Similar ao que vem acontecendo com a evolu&ccedil;&atilde;o dos ve&iacute;culos aut&ocirc;nomos, os trens s&atilde;o capazes de se comunicarem entre si e possuem uma s&eacute;rie de sensores acoplados em seu entorno. O sistema &eacute; a base para o n&iacute;vel m&aacute;ximo de automa&ccedil;&atilde;o. Ou seja, completamente independente de um condutor. E permite que o trem responda de forma din&acirc;mica ao tr&aacute;fego da linha.<\/p>\n<p>Com o novo sistema &eacute; poss&iacute;vel colocar mais trens na via. Para o passageiro, vira sin&ocirc;nimo de uma oferta maior de trens, mais espa&ccedil;o, conforto e regularidade das viagens.<\/p>\n<p>Similar &agrave; avia&ccedil;&atilde;o, tudo o que chega de novo no sistema metroferrovi&aacute;rio precisa ser exaustivamente pensado e testado para garantir, acima de tudo, a seguran&ccedil;a dos usu&aacute;rios. Como os trens andam r&aacute;pido, foi preciso criar um sistema espec&iacute;fico e est&aacute;vel de comunica&ccedil;&atilde;o para implantar a nova tecnologia. Em uma combina&ccedil;&atilde;o de rede Wi-Fi com arquitetura de banda larga m&oacute;vel, o sistema &eacute; capaz de trocar informa&ccedil;&atilde;o com todos os trens em funcionamento em um intervalo inferior a 500 milissegundos; isso mesmo, meio segundo.<\/p>\n<p>E se ningu&eacute;m est&aacute; l&aacute; para acelerar ou frear o trem, todos os comandos para o fluxo di&aacute;rio do metr&ocirc; saem daqui, do Centro de Controle Operacional &#8211; &eacute; o c&eacute;rebro do sistema.<\/p>\n<p>Com a nova tecnologia de condu&ccedil;&atilde;o aut&ocirc;noma, al&eacute;m dos passageiros ganharem mais trens e conforto, o meio ambiente tamb&eacute;m &eacute; favorecido: o sistema de condu&ccedil;&atilde;o pr&oacute;-ativa consegue gerar uma economia de at&eacute; 10% de energia el&eacute;trica gra&ccedil;as &agrave; uma din&acirc;mica melhor de acelera&ccedil;&atilde;o e frenagem dos trens. Por &uacute;ltimo, claro, o pr&oacute;prio metr&ocirc; se beneficia de um sistema todo conectado e os in&uacute;meros dados gerados para, sem ter que parar o servi&ccedil;o, fazer a preven&ccedil;&atilde;o de problemas e diminuir a necessidade de manuten&ccedil;&atilde;o nos trens.<\/p>\n<p><br \/>\n<br \/><a href=\"https:\/\/olhardigital.com.br\/video\/veja-os-bastidores-da-operacao-da-maior-rede-de-metros-do-brasil\/84717\">Fonte do Artigo <\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Trens aut&ocirc;nomos, inteligentes e, hoje, pr&oacute;-ativos. A gente foi conhecer de perto o que milh&otilde;es de pessoas usam todos os dias, mas que pouqu&iacute;ssimos conhecem: os bastidores da opera&ccedil;&atilde;o de um dos melhores exemplos de transporte p&uacute;blico urbano do pa&iacute;s. 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