sexta-feira, fevereiro 21, 2020
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Como declarar reformas no Imposto de Renda 2019

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São Paulo – Se você reformou o seu imóvel no ano passado poderá informar o gasto no Imposto de Renda 2019 para pagar menos imposto no futuro.

Benfeitorias feitas na casa ou apartamento são uma das poucas formas de atualizar o valor do imóvel na declaração, já que a Receita não permite que o preço de aquisição da unidade seja modificado pelo valor de mercado ou reajustado por índices de inflação ao longo dos anos.

Como não é possível atualizar o valor pago pelo imóvel, a diferença entre o preço de compra e venda do bem pode ser significativa, pois um eventual lucro obtido com a venda do imóvel fica maior e, consequentemente, o imposto incidente sobre este valor, de 15%, fica mais pesado.

Portanto, ao adicionar melhorias ao valor de aquisição da unidade ao longo dos anos, o contribuinte consegue diminuir a diferença entre o preço de aquisição e o valor de venda do bem. Quanto menor essa diferença, menor será o saldo do imposto a pagar na venda do imóvel.

O que pode ser declarado?

A Receita permite acrescentar ao valor do imóvel os gastos com a construção ou ampliação e os desembolsos para pequenas obras, tais como pintura, reparos em azulejos, encanamentos, pisos e paredes. É possível incluir na declaração despesas com materiais de construção e gastos com mão de obra.

Podem ser declaradas, por exemplo, despesas com cimento, tijolos, azulejos e latas de tinta. Pagamentos feitos a pedreiros, encanadores e ao arquiteto ou engenheiro responsável pelo projeto de construção ou ampliação do imóvel também são permitidos.

Como é considerada benfeitoria toda obra que agregue valor ao imóvel, instalação de iluminação embutida e móveis planejados também podem ser adicionados ao valor da casa ou apartamento.

Já os gastos indiretos com a obra, como troca ou compra de mobiliário e itens de decoração não podem ser incluídos na declaração do IR, pois não podem ser considerados benfeitorias.

A mesma regra vale para pagamentos feitos a profissionais que tenham apenas a função de realizar projetos decorativos ou paisagísticos, como designers de interiores.

Como declarar 

Se o imóvel foi comprado depois de 1988 e estiver quitado, os custos das benfeitorias devem ser adicionados ao valor de aquisição do bem, informado na ficha “Bens e Direitos” da declaração com o código “11 – Apartamento” ou “12 – Casa”. Caso o imóvel seja financiado, o custo da obra deve ser somado ao valor total já pago pelo imóvel.

No campo “31/12/2017”, o contribuinte deve lançar o valor de aquisição ou a quantia total já paga pelo imóvel até a data, caso o imóvel seja financiado. Na coluna “31/12/2018”, basta somar ao valor declarado anteriormente as benfeitorias realizadas até a data mais os valores pagos pelas prestações durante 2017, no caso de financiamentos.

Em ambos os casos, o contribuinte deve adicionar no campo “Discriminação” que realizou benfeitorias no bem, com data e o valor da obra.

No caso de imóveis adquiridos até 31 de dezembro de 1988, os valores das benfeitorias devem ser inseridos de forma separada ao valor do imóvel na ficha “Bens e Direitos”, com o código “17 – Benfeitorias”.

O campo “Discriminação” deve ser preenchido com a descrição do imóvel no qual foram realizadas as melhorias. Na coluna “30/12/2017”, o contribuinte deve lançar o valor “R$ 0,00” e inserir na coluna “30/12/2018” o valor total gasto na obra durante o ano.

Ainda que as reformas em imóveis comprados antes de 1988 sejam declaradas de forma diferente, em ambos os casos os gastos com as benfeitorias são somados ao valor de aquisição do bem na venda do imóvel. Ou seja, o contribuinte irá se beneficiar de qualquer forma da redução do imposto sobre o lucro da transação.

Construção de casa em terreno

Quem era dono de um terreno e construiu uma casa no local em 2017 deve declarar a benfeitoria da mesma forma que reformas e ampliações da unidade.

A única diferença é que será necessário mudar o código do bem informado anteriormente na ficha “Bens e Direitos” de “13 – Terreno”, para “12 – Casa”. Para transferir os valores, é necessário declarar ambos os códigos na declaração.

No campo “Discriminação” do código “13 – Terreno”, o contribuinte deve manter a informação sobre a construção da casa. Na coluna “31/12/2017” deve inserir o valor de aquisição do terreno e, na coluna “31/12/2018”, informar o valor “R$ 0,00”.

Ao inserir o código “12 – Casa” na ficha “Bens e Direitos”, o contribuinte deve mencionar no campo “Discriminação” que o bem foi construído em um terreno de sua propriedade. Na coluna “31/12/2017”, deverá incluir o valor “R$ 0,00” e, na coluna “31/12/2018”, o preço de compra do terreno somado ao custo de construção da unidade.

Caso a obra tenha sido iniciada e não foi concluída até o final do ano passado, o código “13 – Terreno” deve ser mantido, mas os valores já gastos com a obra durante o ano podem ser discriminados e adicionados ao valor do lote.

Benfeitoria realizada em imóvel alugado

Benfeitorias feitas pelo locatário de um imóvel que permitam o abatimento parcial ou integral de parcelas do aluguel também podem ser adicionadas ao valor do imóvel na declaração do proprietário, desde que estejam previstas no contrato de locação.

Isso só pode ser feito, no entanto, se o proprietário pagar os impostos devidos sobre o valor cheio dos aluguéis, sem descontar a parcela que o inquilino deixou de pagar para custear as benfeitorias.

O proprietário deve declarar os aluguéis tal como ele faria se os valores recebidos não incluíssem despesas com reforma. Para acrescentar as benfeitorias ao valor do imóvel, o contribuinte deve seguir o mesmo procedimento descrito no início da matéria.

Despesas devem ser comprovadas

Despesas com construção e reforma do imóvel só poderão ser declaradas no Imposto de Renda se o contribuinte conseguir comprová-las. Já a ampliação do imóvel somente pode ser incluída na declaração se o projeto tiver sido aprovado pela prefeitura.

Portanto, o contribuinte deve guardar todas as notas fiscais recebidas de pessoas jurídicas e recibos de pessoas físicas, como pedreiros e outros profissionais, para justificar os custos das benfeitorias à Receita Federal.

O próprio contribuinte pode produzir os recibos, desde que o documento seja o mais detalhado possível e inclua o nome do profissional, CPF, descrição e período de realização do serviço. O recibo deve ser assinado pelo profissional, e o proprietário do imóvel deve pedir cópias de documentos pessoais do prestador de serviço.

Toda a documentação dever ser guardada por cinco anos a partir da data de venda do imóvel, prazo no qual a Receita pode solicitar a comprovação dos gastos com benfeitorias.

Separar documentos por ano auxilia o contribuinte no momento de preencher a “Declaração de Ganho de Capital” no momento da venda do imóvel com lucro. Isso porque, no programa auxiliar da Receita, todas as despesas com benfeitorias devem ser divididas pelos anos nos quais foram realizadas.

É recomendável também que o contribuinte faça uma planilha para lançar todos os gastos com benfeitorias por ano até o momento da venda do imóvel. Como não é possível detalhar as benfeitorias na declaração, a Receita pode pedir essas informações para verificar se o valor informado na declaração é coerente com o custo da obra.

Quem tem como comprovar benfeitorias realizadas no imóvel desde 2008, mas que ainda não foram declaradas no Imposto de Renda, pode retificar as declarações dos últimos anos e incluir os gastos. Dessa forma, é possível atualizar o valor do imóvel com esses dados na declaração de 2019.





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Novo caso de suspeita de espionagem chinesa na Europa alerta empresas

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20190415013008_860_645 Novo caso de suspeita de espionagem chinesa na Europa alerta empresas

Em meio a crescente suspeita internacional de espionafgem por parte de empresas de tecnologia da China, um novo relatório sugere que o governo chinês poderia estar por trás do roubo de segredos corporativos da ASML, empresa de equipamentos usados na fabricação de chips. De acordo com jornal holandês Financieele Dagblad, funcionários da XTAL, que estão baseados em uma filial da empresa na Califórnia, roubaram informações para o estado chinês, com o qual tem vínculo. 

Contudo, Peter Wennink, CEO da ASML descreveu o caso como uma mera “teoria da conspiração”. “Os fatos são que fomos roubados por um punhado de funcionários do Vale do Silício, que quebraram a lei para enriquecer”, disse ele. Wennick ainda ressaltou que “alguns dos indivíduos eram chineses, mas indivíduos de outras nações também estavam envolvidos”.

A razão para inocentar a China no caso, provavelmente está conectada ao fato de que o país oriental contribui substancialmente para os negócios da ASML. Ano passado, a empresa fez cerca de 1,9 bilhão de dólares na China, de um total de 10,8 bilhões de vendas líquidas no total de 2018. 

Mas nem todos concordam com o posicionamento da empresa. O novo caso, com certeza, serviu para aumentar o alarme com a espionagem chinesa dentro da Europa. Recentemente, vários líderes europeus, incluindo o primeiro-ministro holandês Mark Rutte e o presidente francês Emmanuel Macron, pediram uma relação mais realista e menos ingênua com a China.

O professor de política internacional na Universidade de Bruxelas, Jonathan Holslag, confirmou que não é o primeiro incidente deste tipo. Em geral, os países europeus demoram muito tempo para entender a magnitude do problema de espionagem industrial chinesa. Eles estão mais inclinados a ignorá-lo e priorizar as oportunidades de negócios”, disse o professor, que, também, escreveu vários livros sobre a China.

Uma das consequências da desconfiança pode ser vista nas novas regras de investimento na União Europeia que entraram em atuação em abril. Apesar de não discriminar a nacionalidade do investidor, algumas de suas proibições se sobrepõe a pontos principais de investimentos chineses, conforme analisou o Instituto Mercador para Estudos sobre a China (MERICS).

O professor Hoslag, porém, não acredita que regras sejam suficientes para controlar a situação. Para ele, são necessários mais recursos para analisar as empresas estrangeiras a fundo. Esses custos podem ser problemáticos, especialmente para países europeus menores, acrescenta.

E, sem dúvida, este último fator levanta muitas preocupações dos analistas sobre os pequenos Estados do leste europeu, principalmente depois da visita do primeiro-ministro chinês, Li Keqiang, na Croácia para uma cúpula UE-Pequim. 

A própria Alemanha debate aumentar a coleta de informações sobre a China, como sugere um projeto de lei. A Alemanha também já aumentou as especificações de segurança para as fabricantes que querem vender sua infraestrututra de 5G, depois de alertas dos Estados Unidos sobre a Huawei. Porém, o país ainda não parece ter intenções de bloquear a empresa de smartphones chinesa no continente. 

Com tudo isso, fica claro que, apesar da cúpula UE-Pequim ter sido, aparentemente, um sucesso, a desconfiança em relação às intenções chinesas continua crescendo graças aos casos recorrentes de roubo de informações e isso pode significar um grande retrocesso na relação entre a Europa e a China. 

Via: ZDNet



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A destruição da catedral de Notre-Dame em fotos e vídeos

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Um grande incêndio atingiu nesta segunda-feira (15) a catedral de Notre-Dame, em Paris. Ninguém soube informar por enquanto como a igreja começou a pegar foto. Segundo a emissora France 2, a polícia trabalha como a hipótese de ter sido um acidente. O fogo pode estar relacionado a obras de renovação que estavam feitas no edifício, que data de 1163.

Vários internautas estão compartilhando fotos e vídeos da tragédia. Veja as mais impressionantes:

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#notredame #fire

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Governo prevê rombo de R$ 124 bilhões nas contas públicas em 2020

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BRASÍLIA — A equipe econômica divulgou, nesta segunda-feira, as diretrizes do Orçamento de 2020. O governo estima que as contas públicas vão terminar o próximo ano com um rombo de R$ 124,1 bilhões. Será o oitavo ano seguido no vermelho.

O projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) apresenta as metas fiscais para o ano seguinte e projeções para o futuro. Ele tem de ser aprovado pelo Congresso para ser transformado em lei.

A proposta prevê ainda déficits (quando o governo gasta mais do que arrecada em impostos) para os dois anos seguintes: de R$ 68,5 bilhões em 2021 e de R$ 31,4 bilhões em 2022.

O rombo previsto para as contas do governo em 2019 é pouco menor do que o fixado como meta para este ano, de R$ 139 bilhões. Nos dois anos anteriores, a meta era que as contas ficassem no vermelho em R$ 159 bilhões.

O projeto da LDO do ano que vem traz metas calculadas num cenário no qual não haveria a reforma da Previdência, a realização de um megaleilão de petróleo do pré-sal ou um programa expressivo de privatizações. Ao apresentar um cenário ruim das contas públicas em 2020, a ideia da equipe econômica é mostrar ao Legislativo a importância da aprovação da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que muda o sistema de aposentadorias no país e o que pode acontecer nas contas públicas caso ela não seja aprovada.

Durante a campanha presidencial, no ano passado, o assessor econômico do então candidato Jair Bolsonaro, o hoje ministro Paulo Guedes (Economia) disse que iria zerar o rombo fiscal em 2019. Agora, porém, os técnicos admitem que isso não será possível. O déficit primário acumulado em 12 meses fechados em fevereiro está em R$ 122 bilhões, ou 1,74% do Produto Interno Bruto (PIB).

Mais recentemente, o próprio Guedes afirmou que o importante é melhorar os resultados e indicar que as contas públicas caminham para o reequilíbrio. “O que importa é apontarmos para onde estamos indo”, tem dito o ministro a interlocutores. 

A previsão é que a economia cresça 2,7% no ano que vem e prossiga avançando, mas em ritmo menor, nos dois anos seguintes, a 2,6% e 2,5%. A inflação estimada para 2019 é de 4% e se estabiliza em 3,7% até 2021. Já em relação taxa de juros da economia (Selic) a expectativa é que ela suba de uma média de 7,7% neste ano para 8% no próximo.



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Com Previdência, há chance de ter grau de investimento de novo, diz Levy

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São Paulo — O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Joaquim Levy, afirmou nesta segunda-feira, 15, em debate organizado pelo Lide, que há “muita chance” de o Brasil retomar o grau de investimento com a aprovação da reforma da Previdência.

Segundo ele, com a aprovação da reforma, a tendência é a economia voltar a crescer e voltar a uma faixa de 3%. Com isso, abriria uma trajetória positiva para o país.

“Quando você começa a crescer e o setor industrial começa a girar, as receitas tributárias começam a subir e começamos a ter resultados fiscais melhores. E isso nos põe em trajetória em que fica mais fácil ter grau de investimento”, apontou.

A uma plateia de empresários, o presidente do BNDES disse que quanto mais rápido o Brasil conseguir “ter clareza sobre a Previdência”, mais fácil será de ter essa retomada. E fez um apelo: “Acho que vocês podem tomar esse passo porque eu tenho absoluta confiança de que a reforma será aprovada”, disse.



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Punção lombar: como é feita esta técnica e quais os riscos

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A punção lombar é um procedimento que, geralmente, tem por objetivo a coleta de uma amostra do líquido cefalorraquidiano que banha o cérebro e a medula espinhal, através da inserção de uma agulha entre duas vértebras da região lombar até atingir o espaço subaracnoideo, que é um espaço entre camadas que revestem a medula espinhal, por onde o líquido passa.

Esta técnica é usada para identificar alterações neurológicas, que podem ser infecções, como meningite ou encefalite, assim como doenças como esclerose múltipla ou hemorragia subaracnoidea por exemplo. Além disso, também pode ser usada para inserir medicamentos no líquido cefalorraquidiano, como quimioterápicos ou antibióticos.

Para que serve

A punção lombar tem várias indicações, que incluem:

  • Análise laboratorial do líquido cefalorraquidiano, para identificar e avaliar doenças;
  • Medição da pressão do líquido cefalorraquidiano;
  • Descompressão medular;
  • Injeção de medicamentos como antibióticos e quimioterápicos;
  • Estadiamento ou tratamento de leucemias e linfomas;
  • Injeção de contraste ou substâncias radioativas para realizar radiografias.

A análise laboratorial destina-se à detecção da existência de alterações do sistema nervoso central, como as infecções bacterianas, virais ou fúngicas como meningite, encefalite ou sífilis, por exemplo, identificar um sangramento, câncer ou o diagnóstico de certas condições inflamatórias ou degenerativas do sistema nervoso, como esclerose múltipla, doença de Alzheimer ou síndrome de Guillain-Barré. Veja em que consiste esta síndrome.

Como é feita a punção

Antes do procedimento, não é exigido nenhum preparo especial, a não ser que haja algum problema de coagulação ou o uso de algum medicamento que interfira com a técnica, como é o caso dos anticoagulantes.

A pessoa pode colocar-se em uma das duas posições, ou deitado de lado com os joelhos e a cabeça junto ao peito, chamada de posição fetal, ou sentado com a cabeça e a coluna fletidas para a frente e com os braços cruzados.

De seguida, o médico aplica uma solução antisséptica na região lombar e procura o espaço entre as vértebras L3 e L4 ou L4 e L5, podendo injetar neste local um medicamento anestésico. Depois é inserida lentamente e entre as vértebras uma fina agulha, até atingir o espaço subaracnoideo, de onde o líquido irá escorrer e pingar através da agulha, sendo recolhido num tubo de ensaio esterilizado.

Por fim, a agulha é retirada e é aplicado um curativo no local da picada. Este procedimento dura geralmente alguns minutos, no entanto o médico pode não conseguir obter a amostra do líquido cefalorraquidiano logo quando insere a agulha, podendo ser necessário desviar a direção da agulha ou fazer novamente a picada em outra região.

Possíveis efeitos colaterais

Este procedimento é geralmente seguro, com baixas chances de apresentar complicações ou riscos para a pessoa. O efeito adverso mais comum que pode ocorrer após uma punção lombar é dor de cabeça temporária devido à diminuição do líquido cefalorraquidiano nos tecidos adjacentes, podendo ocorrer também enjoos e vômitos que podem ser evitados se a pessoa ficar algum tempo deitada depois do exame.

Também pode ocorrer dor e desconforto na região lombar que podem ser atenuados com analgésicos receitados pelo médico, e embora seja raro, pode ocorrer também infecção ou hemorragia.

Contraindicações da punção lombar

A punção lombar é contra-indicada na presença de hipertensão intracraniana, como a causada por uma massa cerebral, devido ao risco de haver deslocamento do cérebro e herniação. Também não deve ser feita em pessoas que tenham infecção na pele que irá ser puncionada ou que tenham um abscesso cerebral.

Além disso, deve-se sempre informar o medico acerca da medicação que estejam a tomar, especialmente se a pessoa toma anticoagulantes como a varfarina ou o clopidogrel, devido ao risco de sangramento.

Resultados

As amostras de fluido cefalorraquidiano são enviadas para o laboratório para análise de vários parâmetros como a aparência, que é geralmente transparente e incolor. Caso apresente uma coloração amarelada ou rosa ou com um aspecto turvo, pode indicar infecção, assim como a presença de micro-organismos como bactérias, vírus ou fungos.

Além disso também são avaliadas as proteínas totais e quantidade de glóbulos brancos, que se forem elevados podem indicar infecção ou alguma condição inflamatória, a glicose, que se estiver baixa pode ser sinal de infecção ou de outras doenças, assim como a presença de células anormais pode indicar certos tipos de câncer.





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Grupo de Carlos Wizard Martins vende fatia em rede de escola de inglês

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O Itaú anunciou nesta segunda-feira, 15, a compra de participação minoritária de R$ 200 milhões da Wiser Educação

Por
Estadão Conteúdo

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15 abr 2019, 14h46

São Paulo —  O banco Itaú, por meio de seu fundo de investimentos de capital de risco, Kinea, anunciou nesta segunda-feira, 15, a compra de participação minoritária da Wiser Educação. O grupo, dos empresários Flávio Augusto da Silva e Carlos Wizard Martins, reúne as escolas de idiomas WiseUp e NumberOne, a marca MeuSucesso, dedicada à educação de empreendedores, e a editora Buzz. O valor total da transação é de R$ 200 milhões e está sujeita à aprovação do Cade, órgão de regulação concorrencial.

Com o negócio, a Kinea Investimentos poderá indicar um representante para o conselho de administração, que será composto por Charles Martins, filho de Carlos Wizard, e um conselheiro independente. O fundador da WiseUp, Flávio Augusto da Silva, assumirá a presidência do conselho.

A atual transação é mais um capítulo na história de Carlos Wizard e o Itaú. Há nove anos, o fundo Kinea aportou exatamente o mesmo montante, R$ 200 milhões, por uma participação no Grupo Multi, dono da rede de escolas de idiomas Wizard e da marca de ensino profissionalizante Microlins. Sete anos depois, a rede de idiomas foi repassada para a empresa inglesa Pearson por R$ 1,7 bilhão.

“Este mercado é amplo e pulverizado, com crescimento constante ano a ano. Nossa meta é liderar o setor em pouco tempo”, afirmou nesta segunda-feira, 15, Carlos Wizard Martins.

“Num período muito delicado da economia brasileira, a Wiser Educação se mostrou resiliente e com grande capacidade de implementar novos projetos. Nossa entrada no grupo tem a finalidade de contribuir com um crescimento ainda mais acelerado e consistente”, afirma Cristiano Lauretti, Head de Private Equity da Kinea.





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Veja as homenagens as vítimas da tragédia de Hillsborough

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5cb4c16b3e31e Veja as homenagens as vítimas da tragédia de Hillsborough

Há 30 anos atrás, a Inglaterra enfrentava uma maiores tragédias de seu futebol. 96 pessoas, entre crianças, homens e mulheres perderam a vida durante uma partida entre Liverpool e Nottingham Forest, por conta de uma superlotação nas arquibancadas. O dia ficou conhecido como a tragédia de Hillsborough (o nome do estádio).

Hoje, na cidade de Liverpool, às 15h06 (11h06 no horário de Brasília), a cidade prestou um minuto de silêncio. A hora escolhida foi o momento em que se deram conta da dimensão da tragédia. Chelsea, Arsenal, Manchester United, City e outros clubes ingleses também prestaram homenagens, assim como jogadores e ex-jogadores e outras equipes da Europa.

CHELSEA

MANCHESTER CITY

ARSENAL

LIVERPOOL

FULHAM

EVERTON

ASTON VILLA

SEVILLA

SHEFFIELD UNITED

FEDERAÇÃO INGLESA

STEVEN GERRARD

JAMIE CARRAGHER

RAHEEM STERLING

BURTON ALBION

READING

MANCHESTER UNITED

OLYMPIACOS





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Inteligência artificial do Google chega em caixa de som da JBL

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Google Assistente agora fala português, mas não chegou em dispositivo oficial da própria marca

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15 abr 2019, 14h35

São Paulo – A inteligência artificial do Google, mais conhecida pelo nome Google Assistente, chega ao Brasil oficialmente nesta semana em duas caixas de som Bluetooth da fabricante americana JBL, subsidiária da Harman, que pertence à sul-coreana Samsung. Os aparelhos Link 10 e Link 20 são os primeiros a contar com o assistente de voz do Google com suporte a comandos de voz em português brasileiro. Os aparelhos têm preços sugeridos de 1.200 e 1.500 reais, respectivamente, para o mercado brasileiro. É a primeira vez que o Assistente recebe suporte ao idioma em um dispositivo que não seja um smartphone.

O Google ainda não lançou o seu próprio alto-falante com o Assistente, apesar de ter diferentes versões do aparelho que nomeou “Google Home” nos Estados Unidos. A primeira versão chegou em 2016, dois anos depois que a Amazon lançara o Echo, um alto-falante que vem com a assistente pessoal Alexa. O que essas assistentes virtuais fazem? Elas podem marcar alarmes, criar anotações, enviar mensagens ou mesmo fazer compras obedecendo a comandos de voz.

De acordo com estudo da consultoria Canalys, o crescimento dos alto-falantes inteligentes no mundo foi de 82,4% no mundo no último ano, passando de 114 milhões em 2017 para 207,9 milhões em 2019. Os Estados Unidos lideram o crescimento, mas a China também será responsável pelo avanços desses aparelhos. Agora, o Brasil deve ser avaliado em estudos futuros. A projeção de crescimento global para 2023, segundo a consultoria Juniper Research, é alta para o mercado de assistentes de voz. Presentes em 2,5 bilhões de aparelhos em 2018, eles chegarão a 8 bilhões em cinco anos.

O país recebe nesta semana o Google Assistente em alto-falantes da JBL, mas, há semanas, a Amazon anunciou o início de um programa de testes com a Alexa junto com Echo. A ideia que esses consumidores que receberam o aparelho ajudem a melhorar as interações de voz em português, de modo a minimizar interpretações erradas.

A estratégia do Google e da Amazon para seus assistentes é semelhante: colocá-los em diversos aparelhos eletrônicos. O Google Assistente já está em qualquer dispositivo com sistema Android de 2019, bem como nas Smart TVs da LG. A partir de hoje, os televisores que utilizam o sistema Android TV – Sony e TCL – recebem suporte ao Assistente também. O próximo passo é que ambos estejam nas TVs das principais marcas, como Samsung e LG.

Para formar uma estratégia abrangente que permite ao consumidor ter um casa conectada, o Google se associou a fabricantes de eletrônicos que têm suporte para o Assistente. Alguns exemplos são as lâmpadas inteligentes Philips Hue, a câmera da D-Link chamada DCS-8000LH e o robô aspirador de pó Roomba 890, da iRobots. O aplicativo Google Home, disponível para Android e iPhone, ajuda o consumidor a controlar os mais de 10 mil aparelhos compatíveis com o Assistente em todo o mundo.

A visão do Google para a sua inteligência artificial é que ela esteja por toda parte e ajude as pessoas a poupar tempo. Com comandos de voz, acionados pela frase vocativa “Ok, Google”, os consumidores podem acender as luzes de casa, ligar ou desligar a Smart TV, mandar e-mails, acionar músicas ou mesmo iniciar a limpeza da casa. Claro, desde que a pessoa possua tais aparelhos conectados em casa.





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Governo de São Paulo anuncia programa de vigilância por drones

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20190415013714_860_645 Governo de São Paulo anuncia programa de vigilância por drones

Um novo programa do governo, intitulado de Dronepol, foi anunciado pelo Governador João Doria e o Secretário da Segurança Pública, o General João Camilo Pires de Campos, na última sexta-feira (12). O programa tem como objetivo a inserção de drones no atual sistema Olho de Águia para a transmissão de imagens ao Centro de Operações da Polícia Militar (Copom), tudo de forma online. O programa Olho de Águia é um sistema que permite a captação, transmissão, gravação e gerenciamento de imagens de interesse da Segurança Pública, ou seja, monitora em tempo real os cenários encontrados durante a execução das atividades de policiamento.

O Dronepol, além de ser mais barato, possui algumas funções, como o zoom para se verificar detalhes de uma operação, câmera térmica, além do reconhecimento da área de atuação dos policiais. Doria declarou que “o custo operacional para drone de alta tecnologia é 140 vezes menor do que o custo operacional de um helicóptero Águia da Polícia Militar. A funcionalidade e eficiência chegam a ser superiores, dado ao fato que o drone pode fazer voos em baixa altitude.”

Para que seja implementado, o programa necessita de um orçamento estimado de R$6,3 milhões. A ideia é adquirir 208 drones para que o sistema possa funcionar de forma eficiente. Contando com os equipamentos já presentes na Polícia Militar, a adição dos novas unidades ao serviço faz subir para 250 o número de drones disponíveis. Os dispositivos têm previsão de ser entregues em outubro. A licitação será aberta ainda no primeiro semestre deste ano.

Para que o equipamento seja devidamente operado, os policiais devem passar por um Curso de Especialização de Operador de RPAS, que é oferecido pelo Comando de Aviação da PM e tem duração de quatro semanas, totalizando 180 horas/aula. O primeiro curso de 2019 foi iniciado no dia 11 de março e foi concluído no dia cinco de abril. Uma turma de 30 policiais foi formada.

Em 2018, foram realizados três cursos, que formaram 75 policiais militares e 15 núcleos operacionais. Um núcleo de operação é composto por, no mínimo, cinco policiais com até 20 anos de serviço. Desses 15 núcleos habilitados, apenas nove possuem os equipamentos necessários para operação. A previsão é que, até o final do ano, sejam formados 71 núcleos e os equipamentos cheguem para todos.

Veja um vídeo que mostra como o sistema irá funcionar:

Fonte: Governo do Estado de São Paulo



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