segunda-feira, abril 22, 2019
Início Site Página 1040

Como era a pousada que foi soterrada pela lama em Brumadinho

0


Localizada em Brumadinho, a Pousada Nova Estância foi um dos locais atingidos pelo rompimento de uma barragem da Vale nesta sexta (25). O hotel acabou “varrido” pela lama. Seu dono, o empresário Marcio Mascarenhas, também fundador da rede de ensino Number One, morreu na tragédia, assim como sua esposa e seu filho, de acordo com nota da Associação Brasileira de Franchising (ABF).

Em meio à Mata Atlântica, o espaço já recebeu famosos a exemplo do cantor Caetano Veloso e o ator Marcos Veras e era bem cotado como ponto de hospedagem na região. Por ser próximo do Instituto Inhotim, pólo artístico do estado, acolhia muitos turistas, além de eventos como casamentos. A diária custava na média de 300 reais. Confira imagens do local antes do desastre:

<span class="hidden">–</span>Divulgação
<span class="hidden">–</span>Divulgação
<span class="hidden">–</span>Divulgação
<span class="hidden">–</span>Divulgação
<span class="hidden">–</span>Divulgação
<span class="hidden">–</span>Divulgação
<span class="hidden">–</span>Divulgação



Source link

Com participação e golaço de R10, Jorginho se despede da seleção brasileira de futebol de areia

0



Aos 44 anos, o veterano Jorginho se despediu da seleção brasileira de futebol de areia com goleada sobre o Japão: 11 a 4. A partida, disputada no Parque Olímpico da Barra, contou com a presença ilustre de Ronaldinho Gaúcho, que vestiu a mesma camisa…



Source link

Ministério Público cobra da Vale retirada de animais de Brumadinho

0


Franca – O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) está cobrando da Vale, de forma imediata, o resgate dos animais isolados na região de Brumadinho em razão do rompimento da barragem. Também acionou a companhia para que garanta “a provisão de alimento, água e de cuidados veterinários àqueles animais cujo resgate não for tecnicamente recomendável”.

No documento encaminhado à mineradora e divulgado neste domingo, 27, são citados danos ambientais, sociais e humanos imensuráveis para a área em Brumadinho, na região metropolitana de Belo Horizonte, onde houve na sexta-feira, 25, o derramamento de lama dos detritos da mina do Córrego do Feijão.

O plano de ação deverá contar com um profissional especializado do Comando da Operação de Resgate (CBM-MG e Defesa Civil). E a companhia precisará dispor de “equipe técnica qualificada, preferencialmente habilitada em manejo ecológico” ao realizar o trabalho de busca, resgate e cuidados dos animais.

A Vale terá de disponibilizar ainda apoio aéreo. O sobrevoo da área terá de ser feito “na menor altitude recomendada para que seja possível a visualização dos animais” e tudo deve estar registrado em filmagens. A empresa terá de enviar relatórios diários sobre as ações detalhando a quantidade de animais recolhidos.

Constituição

O Ministério Público informou que, ao acionar a companhia, considerou, entre outros pontos, o artigo 225 da Constituição Federal de 1988 que trata da proteção do meio ambiente.

Esclareceu ainda que a recusa, retardamento ou a omissão por parte companhia “constitui crime, punido com pena de reclusão de um a três anos, mais multa de dez até mil Obrigações do Tesouro Nacional (OTN)”.

A reportagem tentou, sem sucesso, contato com a Vale para saber de sua posição sobre o resgate de animais na área.



Source link

'Divino amor', de Gabriel Mascaro, arranca elogios após sessão em Sundance

0



RIO – Poético e crítico ao governo de Jair Bolsonaro. É assim que a crítica internacional está encarando o longa brasileiro “Divino amor”, de Gabriel Mascaro, exibido na última sexta-feira em competição da mostra dramática internacional, no Festival…



Source link

Papa pede solução "justa e pacífica" para Venezuela

0



Panamá – O papa Francisco pediu, neste domingo, uma “solução justa e pacífica” diante da “grave situação” da Venezuela e da rejeição internacional crescente ao governo de Nicolás Maduro, após a autoproclamação do líder do Parlamento como presidente…



Source link

Brumadinho aplicará multa de R$ 100 milhões à Vale, diz prefeito

0


Brumadinho – O prefeito de Brumadinho (MG), Avimar de Melo Barcelos (PV), informou neste domingo, 27, que vai multar a Vale em R$ 100 milhões. Ele comunicou a decisão ao presidente da Vale, Fabio Schvartsman, com quem esteve na tarde deste domingo. Segundo o prefeito, Schvartsman garantiu ao prefeito que a empresa daria toda a atenção às vítimas e à cidade. “Mas vai ajudar como?”, indagou.

O prefeito também disse que vai exigir da Vale que pague a todos os seus funcionários, mesmo que não estavam trabalhando no momento, além de todo o apoio aos familiares das vítimas.

“Esperávamos que a Vale tivesse aprendido uma lição com o que aconteceu em Mariana e deixaram acontecer isso com o nosso município”, disse Barcelos. Segundo ele, a prefeitura não tem nenhuma responsabilidade com o rompimento da barragem.

“Foi responsabilidade da Vale. Uma empresa tão grande como a Vale, que vai deixar o restaurante abaixo da barragem? O plano de contenção é responsabilidade da Vale e do Estado”, afirmou.



Source link

Há três anos, relatório do Senado atestou graves deficiências na fiscalização de barragens em Minas

0



BRASÍLIA – Relatório produzido pelo Senado em 2016, após o rompimento da barragem de Fundão, em Mariana, no interior de Minas Gerais, registrou uma grave deficiência na estrutura de fiscalização dos reservatórios de mineradoras no estado. Segundo…



Source link

O voto de desempate no MDB do Senado Mapa de votos de Renan Calheiros e Simone

0



O MDB decidirá na próxima terça-feira (29) se o candidato do partido na disputa à presidência do Senado será Renan Calheiros (AL) ou Simone Tebet (MS). No mapa de votos dos dois, há um senador que deve desempatar: Confúcio Moura (RO). Tanto Renan,…



Source link

Como evitar novos Marianas e Brumadinhos? A resposta está na tecnologia

0


Na sexta-feira (25), o município mineiro de Brumadinho vivenciou uma tragédia que remonta à ocorrida há três anos. Em outro município mineiro a cerca de 162 quilômetros de distância, chamado Mariana, o rompimento da barragem de Fundão, responsabilidade de mineradora Samarco, deixou 19 mortos. Agora, em Brumadinho, uma barragem de rejeitos de minério da gigante Vale, que co controla a Samarco com a anglo-australiana BHP Billiton, rompeu e a lama invadiu a região, deixando 37 mortos até o momento.

Mais uma barragem corre o risco de romper neste momento, desta vez de água. Cerca de 24 mil pessoas estão sendo evacuadas pelos bombeiros das áreas sob risco, segundo o porta-voz do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais, tenente Pedro Aihara. As áreas Parque da Cachoeira, Pires, Centro de Brumadinho e Bairro Novo Progresso estão sob alerta de risco.

A Vale teve 11 bilhões de reais congelados, com o objetivo de compensar os prejuízos e danos ambientais provocados pelo rompimento da barragem. Além do bloqueio de bens, a última medida judicial determina que a empresa deve assumir a responsabilidade da assistência às vítimas e seus parentes. A mineradora está cadastrando interessados em prestar apoio aos atingidos pelo rompimento da barragem em Brumadinho e recebe dados de sobreviventes encontrados, reporte de desaparecidos e solicitação de apoio emergencial (abrigo, água, cesta básica, roupa, medicamento, transporte etc) e reparação.

“Somos vítimas da Vale. Ainda há muito trabalho pela frente. Vou contribuir para que Brumadinho não seja enrolado pelas mineradoras como somos em Mariana”, disse Duarte Júnior, prefeito de Mariana, que está em Brumadinho para prestar solidariedade.

Mas, para os técnicos, o financeiro e o humanitário não bastam para prevenir outros desastres como os de Mariana e Brumadinho. É preciso ter tecnologias atualizadas.

Segundo Eugênio Singer, especialista em engenharia ambiental e diretor brasileiro da consultoria Ramboll, a maioria dos desastres podem ser evitados quando não há uma movimentação natural atípica, dos choques de placas tectônicas às erupções vulcânicas e tsunamis.

“Existem sistemas de monitoramento de riscos geotécnicos avançados, com equipamentos de gestão da integridade das barragens como acelerômetros, inclinômetros e satélites radares, por exemplo”, diz Singer.

Um caso a relembrar é o da Petrobras. Entre os anos 2000 e 2001, a petrolífera sofreu grandes desastres: o vazamento de óleo de Baía de Guanabara, outro vazamento na Repar [Refinaria Presidente Getúlio Vargas] e a explosão da plataforma P-36. A empresa investiu quatro bilhões de dólares para rever o gerenciamento de processos de segurança, gerando o programa de contingência Pegaso.

As barragens de Fundão e Santarém, presentes no desastre de Mariana, também implantaram equipamentos após a tragédia ambiental. “Essas tecnologias podem tornar-se obrigatórias. A gestão de integridade geotécnica de barragem tem de ser implantada e aprimorada.”

Ajudaria no caso de Brumadinho, especialmente para identificar seus arredores. Suas barragens eram de baixo risco, em termos de métodos de construção e monitoramento, mas havia alto potencial de impacto diante do meio ambiente existente ao redor do fluxo de água: comunidades, escolas, hospitais, sistemas de abastecimento de água, depósitos e produtos químicos e perigosos e empreendimentos industriais, por exemplo.

Para Singer, é fundamental que a Vale resgate as vítimas e pessoas involuntariamente desalojadas; crie um sistema emergencial de indenização, com um cadastro participativo; aprimore seu sistema de comunicação, de infraestrutura logística de acesso e de governança, com participação das comunidades; reveja todo sistema de alerta, pois existem mais barragens em risco; elabore um plano de reassentamento rápido com verbas já mobilizadas; e, depois, prepare um plano emergencial para os impactos e danos da lama ao fluxo de água até a hidrelétrica, em um trajeto de 220 quilômetros.

A necessidade de aprimoramento de sistemas é reforçada por Rodrigo Jorge Moraes, doutor em direito ambiental e professor da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). O especialista declarou anteriormente que o novo rompimento de barragem após três anos do desastre de Mariana demonstra que não houve significativa melhora nos protocolos de crise e redução de riscos deste tipo de episódio.

“Esse evento mostrou novamente não só o despreparo da empresa responsável, mas também do poder público em agir rapidamente em momentos de crise ambiental, informação e deslocamento da população.”

A Agência Nacional de Águas (ANA) detectou, nos últimos três anos, um total de 54 barragens de água do país com problemas na infraestrutura. Esse volume equivale a mais da metade do total das 104 barragens que a agência fiscaliza. Hoje, segundo a ANA, há apenas seis funcionários do órgão em todo o país para executar esse trabalho de fiscalização.

E a Justiça?

Para Moraes, a tragédia de Brumadinho responsabilizará a empresa e seus representantes nas esferas administrativa, civil e criminal quanto às leis 6938/81, da Política Nacional do Meio Ambiente, e 9605/9, a Lei de Crimes Ambientais. A especialista em Direito Ambiental Letícia Yumi Marques, porém, explicou anteriormente que o foco principal da legislação é a reparação de danos à natureza e não a prisão dos responsáveis. “Réu preso não repara o meio ambiente”, afirmou.

Após o rompimento da barragem de Brumadinho, o senador Randolfe Rodrigues (Rede) acertou com a ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva a apresentação, na próxima segunda-feira, 28, de um projeto de lei para tornar hediondos “crimes ambientais, quando afetem gravemente ecossistemas e coloquem em risco a vida humana”.

A Superintendência da Policia Federal em Minas Gerais abriu inquérito para “apurar circunstâncias” do acidente. A Vale informou ainda não saber o que provocou o rompimento da barragem.

Se a resposta dificilmente virá da punição, é preciso que venha de uma maior regulação do setor, o que inclui obrigatoriedades tecnológicas. O governo federal poderá mudar as regras de licenciamento ambiental e fiscalização das barragens. “Parece que algo está falhando nesse licenciamento”, disse o general Augusto Heleno, ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República. De acordo com o ministro, o governo fará novas auditorias para vistoriar barragens classificadas como “de risco.”

Com informações complementares da Agência Brasil e Agência Estado.



Source link

Eduardo Paes é internado em hospital de SP

0



SÃO PAULO – O ex-prefeito do Rio Eduardo Paes (DEM) deu entrada na manhã deste domingo no Hospital Albert Einstein, em São Paulo. De acordo com a assessoria de imprensa do hospital, Paes foi fazer “exames de prevenção”. Suspeita-se que o ex-prefeito…



Source link

- Advertisement -

Novidades

Qual a Melhor Plataforma para um Site?
👉 Baixe o E-book Grátis!

Quer ganhar R$ 3.520,00 por mês?
👉 Descubra como AQUI

Quer aprender receitas deliciosas?
👉 Baixe o E-book Grátis!