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Confira o Olhar Digital Plus [+] na íntegra – 18/05/2019

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Cinema e cerveja: o ambicioso plano da Petra, patrocinadora do Belas Artes

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Sai um dos maiores bancos do Brasil, entra uma pouco conhecida e ambiciosa cervejaria. Maio começou com o anúncio de que a cerveja Petra, do grupo Petrópolis, seria a responsável por patrocinar pelos próximos cinco anos o funcionamento do cinema Belas Artes, em São Paulo, que corria o risco de fechar as portas após o fim do patrocínio do banco estatal Caixa.

Enquanto um dos últimos cinemas de rua da capital ganha apoio para continuar com seu catálogo de filmes alternativos e de várias nacionalidades, a Petra vê no investimento no agora Petra Belas Artes um movimento estratégico para alavancar o marketing de sua nova aposta, a Petra Origem, uma cerveja pilsen puro malte.

Sete meses depois de lançada, a Petra Origem tem 1% do mercado de cervejas brasileiro e 7% do mercado de puro malte, segundo dados da consultoria Nielsen informados pelo grupo Petrópolis a EXAME. O objetivo, segundo Eliana Cassandre, gerente de marketing do grupo Petrópolis, é chegar a 2% do mercado total até dezembro.

A Petra tem outras versões mais premium e que são parte pequena do portfólio do grupo Petrópolis (dono da Itaipava), mas a Origem, que começou no Nordeste e agora expande as operações para o resto do Brasil, será o carro-chefe da marca nos próximos anos. No Nordeste, onde a Petra chegou primeiro, a participação no mercado de puro malte é de 15%, segundo a empresa.

 

 

Nesse movimento, o público do Belas Artes é exatamente o perfil que a Petra busca atingir. “Queremos ficar perto desse público que é cinéfilo mas também cervejeiro, formador de opinião”, diz Cassandre.

Além dos direitos ao nome do cinema, a Petra também venderá cervejas e o energético TNT no espaço e planeja, para o futuro, eventos com as bebidas. A programação do cinema, que existe deste 1956 e é voltado a títulos independentes, não terá interferência do novo patrocinador — hoje, o dono é o empresário André Sturm, que também cuida da curadoria. “Queremos mostrar que cerveja e cinema também têm tudo a ver”, diz Cassandre.

De certa forma, a Petra inaugura uma nova página no marketing de cervejas, acostumadas a patrocinar eventos esportivos ou, no máximo, festivais de música e carnaval. Não à toa, o Belas Artes havia sido patrocinado anteriormente por bancos, como a Caixa e o HSBC (a poucos quarteirões do Belas Artes, é possível ver também, na rua Augusta, o cinema do Itaú Cultural, patrocinado pelo banco de mesmo nome).

Um mercado em expansão

A Petra chega para brigar no mercado de puro malte e de cervejas consideradas mais premium, como Original e Serramalte, ambas da Ambev, e a holandesa Heineken. A Skol, que se encaixa com Itaipava e Brahma na categoria de cervejas mais populares, também lançou neste ano sua versão puro malte.

Analistas ouvidos por EXAME acreditam que a Petra chega ao mercado em um momento propício, quando o consumidor brasileiro está disposto a experimentar novos sabores e apostar em cervejas vistas como de melhor qualidade. No mercado nacional de cervejas, de 12,3 bilhões de litros e 149 bilhões de reais por ano, a liderança é da Skol (27% do mercado), seguida por Brahma (17%), Antarctica (11%), e, por fim, Itaipava (9%), segundo dados de 2018 da consultoria Euromonitor.

O grupo Petrópolis, embora tenha também a Itaipava premium, aposta na Petra como diferencial, com o slogan “cerveja como cerveja deve ser”. O que, para Alan Kuhar, professor de administração e publicidade na ESPM e que trabalhou por anos no mercado de bebidas, é uma boa estratégia. “A Petra, para funcionar, precisa se descolar da Itaipava”, diz.

Kuhar avalia que a Itaipava, quarta maior do mercado, não fisga o consumidor pela afetividade, mas somente pelo preço. Ao patrocinar o Belas Artes e se posicionar como marca mais premium, a Petra pode ter chance de fazer o caminho contrário. Talvez não o suficiente para chegar aos 2% de participação no mercado de cervejas brasileiro que deseja, ou nem mesmo para roubar mercado de concorrentes mais estabelecidas no setor premium, como a Heineken.

Até mesmo no sabor, com gosto mais suave, a Petra se aproxima mais de Original ou mesmo de Budweiser, ambas da Ambev e vistas como mais premium, do que de Heineken, mais amarga.

 

 

Para o lançamento no ano passado, o grupo Petrópolis investiu na Petra 30 milhões de reais. No intuito de casar a marca com eventos culturais, a empresa deve continuar abrindo a carteira: a Petra será a cerveja oficial do Shell Open Air (festival de cinema a céu aberto, que acontece no Rio e em São Paulo) neste ano. No carnaval, foram 3 milhões de reais em patrocínios, focados sobretudo em Salvador, na Bahia.

A seu favor, a Petra tem a já estabelecida logística do Grupo Petrópolis, que, além de Itaipava, é dono de cervejas como Crystal, Lokal e Black Princess e marcas como o energético TNT e o refrigerante It. O grupo, que é do Rio de Janeiro, tem sete fábricas pelo Brasil.

Mas até que encher um balde de Petra nos bares paulistanos seja visto como tão cool quanto frequentar o Belas Artes, haverá muito trabalho a fazer.



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Huawei P30 Pro x Galaxy S10+ x Pixel 3: qual top de linha tem o melhor sistema de câmeras? Confira!

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Nos dias de hoje, as câmeras dos smartphones topo de linha estão tão avançadas, que vale perguntar se compramos um celular com uma ótima câmera ou vice-versa.

A cada ano, as fabricantes incluem recursos cada vez mais profissionais, incluindo um bom software e lentes. Inclusive, muitas deles fazem parcerias com fabricantes tradicionalíssimas do setor, como a alemã Leica e a sueca Hasselblad.  E entre os últimos aparelhos que mais se destacaram neste quesito, temos o Galaxy S10+ e o Huawei P30 Pro, ambos recém-lançados no no mercado brasileiro, além do Google Pixel 3, que ainda não deu as caras por aqui.  

E ao analisar o sistema de câmeras desses pequenos “monstrinhos”, fica a pergunta: qual deles tem o melhor desempenho? Para descobrir isso, o Olhar Digital testou exaustivamente as câmeras dos três modelos, em diversas modalidades, mas, nas mesmas condições. E para esse tira-teima, chamamos os fotógrafos Cesar Schaeffer e Márcio Nunes, que analisaram onde cada um deles se destaca.

Mas, IMPORTANTE: antes de você saber a resposta, é essencial frisar que os três aparelhos testados são garantia de ter uma ótima foto, até mesmo com qualidade profissional. O que nós queremos mostrar é quem tem o melhor conjunto da obra e em quais condições eles se destacam mais.

 

Qual o critério adotado

Para conseguir comparar as câmeras dos telefones, Schaeffer e Nunes tiraram uma foto no mesmo local com cada um, estando sujeitos as mesmas condições. As fotos foram analisadas em um computador e não passaram por nenhum tratamento em programas de imagem, sendo assim, você verá o resultado real que cada celular oferece.

Abaixo, você pode conferir por tópicos as fotos de cada telefone e os comentários dos fotógrafos sobre cada uma delas, para saber no que cada aparelho se destacou. Em todos os tópicos a sequência de fotos – da esquerda para direita – segue esta ordem de aparelhos: Huawei P30 Pro, Galaxy S10 + e Pixel 3.

Dito isso, vamos lá? 

IMPORTANTE (2): Para ver as imagens com a qualidade original, clique nelas para acessar o seu álbum correspondente.

Condições normais

Assim como o nome deste primeiro tópico sugere, aqui foi avaliado como os aparelhos se saem em fotos normais, em dia e sem algo específico em foco. Nelas, é possível avaliar fotos tiradas durante o dia com mais de um elemento para ser mostrado.

Reprodução

Huawei P30 Pro – Nesta foto, é possível notar que o Huawei P30 Pro se perde um pouco na saturação e no contraste, deixando eles com níveis elevados. Isto, na prática, faz que alguns elementos mais escuros do cenário acabem perdendo a definição ou até sumindo da foto, como a parte da garagem e do portão. Devido a este ajuste aplicado sozinho pelo aparelho, algumas cores de roupas, por exemplo, também ficaram diferentes do que era visto.

Galaxy S10+ – A foto tirada pelo Galaxy S10+ segue exatamente o lado oposto do Huawei. O aparelho da Samsung conseguiu equilibrar os níveis de contraste e deixou as cores e o cenário o mais próximo possível da realidade.

Pixel 3 – Já o Pixel 3 também conseguiu tirar uma boa foto, mas ele errou um pouco na saturação. Note que de acordo com a foto acima, algumas cores estão ligeiramente diferentes. Outros detalhes, como a folha de árvores em alguns pontos também perdem os seus detalhes.

Quem levou a melhor: Samsung Galaxy S10+

Fotos de artes ou com muitas cores

Os celulares além de tirar fotos de pessoas e locais, é claro, também são bastante utilizados para tirar fotos de obras de arte, como pinturas. Veja no exemplo abaixo como se comportaram os celulares ao tirar a foto de um muro com uma pintura repleta de cores.

Reprodução

Huawei P30 Pro – Mais uma vez, assim como no tópico anterior, o aparelho da Huawei acaba pecando na saturação, apesar de acertar no contraste. Na prática, isto faz com que a foto tente sair perfeita, mas na verdade, você está vendo ela sem detalhes, uma vez que ele realça até contornos. Note, que no coração, não é possível encontrar as mesmas imperfeições vistas no S10 + e principalmente no Pixel 3.

Galaxy S10+ – Para este quesito o Galaxy S10+ acabou errando na exposição a ser usada pela lente, o que deixa a iluminação da foto diferente do momento em que ela foi tirada, o que acaba deixando ela com cores não correspondentes ao que era visto. Ainda assim, a foto manteve alguns detalhes a mais do que é visto no Huawei P30 Pro.

Pixel 3 – Diferente dos seus concorrentes, não há muito o que ser dito para o Pixel 3 aqui. Ao processar a imagem, por conta de sua IA, o aparelho do Google conseguiu um maior equilíbrio em todos os aspectos, sem deixar os detalhes de lado.

Quem levou a melhor: Pixel 3

Zoom

Com este nome bem sugestivo, é claro, aqui é avaliado como saem as fotos quando os zooms das câmeras estão sendo utilizados.

Reprodução

Huawei P30 Pro – O aparelho da marca chinesa, neste quesito, não decepcionou. Além de ter um zoom maior do que os seus concorrentes, mesmo ao ampliar as fotos os detalhes não acabam sendo perdidos. Entretanto, é preciso dizer que, mais uma vez o P30 Pro acabou demonstrando cores diferentes do cenário de verdade.

S10+ – Quando o zoom está sendo utilizado, note que o aparelho da Samsung não tenta corrigir muitos aspectos da foto. Além disto, ela acaba saindo um tanto borrada, dando a impressão que está “tremida”. E, também é preciso dizer que, ao ampliá-la ela perde bastante os detalhes e se mostra digitalizada.

Pixel 3 – Neste quesito o Pixel 3 apresenta um resultado bem parecido ao do Galaxy S10+ com a diferença que ele tenta corrigir um pouco as imperfeições. Ainda assim, os detalhes da foto acabam não sendo realçado e a sua qualidade ao ser ampliada é bem comprometida.

Quem levou a melhor: Huawei P30 Pro

Tons de preto

Dependendo do ambiente que você quer tirar uma foto, pode ser que ele tenha muitos tons de preto. Este quesito é importante de ser avaliado, pois, muitas vezes os aparelhos acabam se perdendo neles.

Reprodução

Huawei P30 Pro – Quando exposto a muito tons de preto, o Huawei P30 Pro acaba se perdendo no ajuste de exposição. É possível notar que o fundo, que é preto, acaba numa tonalidade completamente diferente das outras fotos e as bordas delas acabam brancas, como se estivesse com uma vinheta.

S10+ – Para este quesito, o Galaxy S10 se saiu muito bem, demonstrando bastante fidelidade ao que era visto, sem realçar detalhes.

Pixel 3 – Aqui, o Pixel 3 foi bem eficaz mantendo os tons de preto, mas diferente do Galaxy S10+, ele tentou realçar alguns detalhes. Assim, a imagem dele não ficou muito real, dando a impressão de estar editada por causa da compensação das outras cores, mas que neste caso acabou conseguindo um melhor equilíbrio.

Quem levou a melhor: Pixel 3

Tons de pele

Ao tirar fotos onde as pessoas estão em foco é importante ver como os celulares se mantém fiéis aos seus tons de pele, já que as vezes eles erram na compensação.

Reprodução

Huawei P30 Pro – O mesmo problema que o P30 Pro mostrou em outros pontos já ressaltados nesta matéria, mais uma vez ocorrem aqui. Ele erra na hora do ajuste da saturação e deixa a pele da pessoa bem mais clara do que é. Outro detalhe a ser visto, também, é o céu, que ficou praticamente branco por causa desta compensação.

Galaxy S10+ – Neste quesito, mais uma vez o Galaxy S10+ se saiu bem. Ele conseguiu manter o tom da pelo fiel a realidade e, ainda assim, não deixou os detalhes das fotos sumirem.

Pixel 3 – Para o tom de pele, o Pixel 3 até conseguiu se manter bem próxima da realidade, mas ele elevou a sua saturação e contraste. Assim, alguns outros elementos da foto acabaram com cores mais vivas do que realmente possuem.

Quem levou a melhor: Galaxy S10 +

Ultrawide

Neste quesito apenas dois dos aparelhos testados pelo Olhar Digital possuíam esta função. Então, aqui o Pixel 3 não concorre, sendo que ele tem outro recurso interessante no lugar para tirar fotos em 360º, mas que não está aqui.

Reprodução

Huawei P30 Pro – Para este tipo de foto, o aparelho chinês conseguiu obter cores bem fiéis a sua foto, além de acertar no balanço de branco. Além deste detalhe, também é preciso dizer que a sua lente ainda mantém a foto com um aspecto real, diferente do S10+ como é visto abaixo.

Galaxy S10+ – O S10+, neste caso, seguiu o caminho inverso do P30 Pro. A imagem não ficou com uma boa iluminação e devido a sua proporção, ela parece achatada, além de ficar um tanto quanto estranha devido a sua lente.

Quem levou a melhor: Huawei P30 Pro

Selfie

Neste ponto, é claro, aqui são avaliadas as fotos tiradas com a câmera frontal do aparelho. Infelizmente, no caso do Galaxy S10+, o modo retrato acabou ativado na tela, mas para compensar, nela foi avaliado apenas o primeiro plano da foto.

Reprodução

Huawei P30 Pro e Pixel 3 – Para este quesito ambos os aparelhos estão na mesma explicação, uma vez que surpreendentemente o resultado de suas imagens foram praticamente os mesmos. Ambos aparelhos acertaram tanto em contraste quanto em saturação, mantendo boas cores.

Galaxy S10+ – Aqui, o Galaxy S10+ apresentou uma leve diferença nas cores da camisa, mas nada que fugisse muito a realidade. Em compensação, ele ainda manteve mais detalhes da foto, mesmo ao ser ampliada.

Quem levou a melhor: Empate – Aqui, não teve como definir um vencedor, enquanto os Huawei P30 Pro e o Pixel 3 acabam com ótimas cores, o Galaxy S10 + compensa bastante nos detalhes.

Modo retrato

O modo retrato ficou muito popular quando os celulares passaram a contar com mais de uma câmera traseira ou frontal, onde um objeto fica em foco e outros elementos da foto são borrados.

Reprodução

Huawei P30 – Neste quesito, o Huawei P30 Pro conseguiu a foto mais bonita, atingindo uma boa fidelidade dos tons de cores com o modo retrato ativo. Entretanto o efeito bokeh praticamente não aparece, ou seja, os outros elementos da foto não saem borrados como deveriam.

Galaxy S10+ – Já o aparelho da Samsung, por sua vez, consegue aplicar bem o efeito bokeh, mas perde em contraste e no equilíbrio das cores.

Pixel 3 – Quanto ao aparelho do Google, ele também se perde um pouco no contraste, mas aplica um bom efeito boukeh e não perde tanto em cores.

Quem levou a melhor: Pixel 3

Modo noturno

Assim como o nome sugere, é claro, aqui a função foi utilizada para tirar fotos a noite e são avaliados os mais diversos elementos como a fidelidade de cores, por exemplo.

Reprodução

Huawei P30 Pro – Ele coloca uma saturação baixa e um contraste alto em certos pontos. Por causa deste ajuste, a imagem não fica tão boa e acaba pecando nos detalhes.

Galaxy S10+ – Já o aparelho da Samsung, consegue ter um equilíbrio maior entre saturação e contraste em um ambiente escuro. Desta forma, as cores aparecem da forma mais fiel possível ao que foi captado.

Pixel 3 – O aparelho do Google consegue acertar bem na saturação da foto, mas ele deixa o contraste bastante elevado. Desta forma, alguns tons de preto se sobressaem mais do que deveriam.
Quem levou a melhor: Galaxy S10+

Quem levou a melhor: Galaxy S10+ 

Resultado final

O Samsung Galaxy S10+ foi o vencedor da disputa. O atual top de linha da Samsung demostrou ter um conjunto da obra mais equilibrado e que mais conseguiu acertar em diversos pontos. No entanto, ele foi seguido de perto pelo Pixel 3. Por fim, o Huawei P30 Pro não fez feio e se destacou em outros pontos, apesar de errar algumas vezes nas cores, algo que ocorre por conta do seu processamento de imagem.

De qualquer forma, como dissemos antes, são três dispositivos espetaculares no quesito câmera e que mandam muitíssimo bem para quem curte fotos. Ainda que o S10+ tenha se dado melhor na disputa – e temos de considerar também as preferências pessoais dos usuários na hora de ajustar os recursos – qualquer um dos três aparelhos está muito bem escolhido, independente da sua opção. 



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Caixa anuncia plano de demissão voluntária para cortar 3,5 mil vagas

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Brasília – O presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, anunciou ontem um programa de demissão voluntária estimulada (PDVE) para desligar até 3.500 empregados. De acordo com a instituição financeira, 28 mil funcionários são elegíveis e podem aderir ao plano. A Caixa tem hoje 96.361 mil funcionários, dos quais 84.952 são empregados e 11.409 são estagiários ou aprendizes.

A iniciativa do banco público mira colaboradores que estão na matriz, em Brasília, e em escritórios regionais em todo o País. Empregados que atuam na rede de agências do campo não estão contemplados. O banco tem 4.170 agências e postos de atendimento em todo o País.

O prazo de adesão será entre segunda-feira e o início de junho. Para atrair empregados, a Caixa vai oferecer 9,7 salários, limitados a R$ 480 mil. Esse pagamento será realizado em uma parcela única, sem incidência de imposto de renda e de encargos sociais, junto com as verbas rescisórias.

Os empregados que se aposentarem até o fim deste ano e que aderirem ao programa terão direito a permanecer no plano de saúde do banco. Já os funcionários que saírem poderão ter cobertura por 24 meses, sem possibilidade de prorrogação.

É o primeiro programa de demissão lançado na gestão de Pedro Guimarães, que assumiu o comando do banco no início do ano com foco em “governança e redução de custos”.

Cortes

Nos últimos dois anos e meio, a Caixa realizou três programas de demissão voluntária. Mais de mais de 10 mil funcionários aderiram, gerando uma economia anual de R$ 2 bilhões. Como reflexo dos programas anteriores, a Caixa gastou 3,6% menos com pessoal no ano passado, ou R$ 21,635 bilhões. Somente em 2018, 2.228 empregados deixaram a empresa.

Guimarães pretende cortar R$ 3,5 bilhões em compras no banco. Nos primeiros 20 dias no cargo, ele trocou todos os vice-presidentes, 38 dos 40 diretores e 74% dos 84 superintendentes regionais.

Outra ação na linha de redução de custos anunciada na última quinta-feira, durante transmissão com o presidente Jair Bolsonaro na internet, foi a devolução de parte dos edifícios públicos que a Caixa ocupa. Em Brasília, serão devolvidos dez prédios, de um total de 15, até o fim deste ano.

Em contrapartida, a Caixa pretende chamar parte das 6 mil pessoas aprovadas em concurso público de 2014. Os funcionários serão contratados pelo regime CLT, sem regime de estabilidade.



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Destaques do Olhar Digital Plus [+]

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O enorme problema do lixo eletrônico. À medida que fabricamos mais e mais produtos smartphones, computadores e dispositivos eletrônicos, aumenta o desafio quando chega a hora de aposentar todos esses equipamentos. Em alguns lugares do mundo, a situação já assumiu ares de tragédia. Nós preparamos um passeio por vários pontos do planeta para mostrar como a questão do lixo eletrônico está sendo enfrentada nas diferentes regiões e, é claro, também no Brasil.

Os armários inteligentes estão chegando ao nosso país. A ideia que foi transformada em solução pela Amazon há alguns anos, começa a aparecer aqui e ali no Brasil, facilitando a vida dos consumidores. Especialmente para aqueles que vivem em grandes cidades.

Muita gente já conhece a sigla IPTV. A tecnologia que coloca a internet a serviço das transmissões televisivas se transformou em sinônimo de pirataria no Brasil, com as famosas caixinhas se espalhando por banquinhas de camelôs e até lojas. Aliás, com a evolução da tecnologia, já tem um monte de piratas que até dispensam a caixinha física e resolvem tudo com aplicativos. Nós fizemos um raio-x da tecnologia IPTV para que você entenda porque ela não é sinônimo de pirataria, e é uma das evoluções mais interessantes de áudio e vídeo dos últimos tempos.

O Olhar Digital Plus está à sua espera no Olhar Digital.com.br neste sábado, a partir das 7 da noite. Não perca!



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Cinema e cerveja: o ambicioso plano da Petra, patrocinadora do Belas Artes

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Sai um dos maiores bancos do Brasil, entra uma pouco conhecida e ambiciosa cervejaria. Maio começou com o anúncio de que a cerveja Petra, do grupo Petrópolis, seria a responsável por patrocinar pelos próximos cinco anos o funcionamento do cinema Belas Artes, em São Paulo, que corria o risco de fechar as portas após o fim do patrocínio do banco estatal Caixa.

Enquanto um dos últimos cinemas de rua da capital ganha apoio para continuar com seu catálogo de filmes alternativos e de várias nacionalidades, a Petra vê no investimento no agora Petra Belas Artes um movimento estratégico para alavancar o marketing de sua nova aposta, a Petra Origem, uma cerveja pilsen puro malte.

Sete meses depois de lançada, a Petra Origem tem 1% do mercado de cervejas brasileiro e 7% do mercado de puro malte, segundo dados da consultoria Nielsen informados pelo grupo Petrópolis a EXAME. O objetivo, segundo Eliana Cassandre, diretora de comunicação da Petra, é chegar a 2% do mercado total até dezembro.

A Petra tem outras versões mais premium e que são parte pequena do portfólio do grupo Petrópolis (dono da Itaipava), mas a Origem, que começou no Nordeste e agora expande as operações para o resto do Brasil, será o carro-chefe da marca nos próximos anos. No Nordeste, onde a Petra chegou primeiro, a participação no mercado de puro malte é de 15%, segundo a empresa.

 

 

Nesse movimento, o público do Belas Artes é exatamente o perfil que a Petra busca atingir. “Queremos ficar perto desse público que é cinéfilo mas também cervejeiro, formador de opinião”, diz Cassandre.

Além dos direitos ao nome do cinema, a Petra também venderá cervejas e o energético TNT no espaço e planeja, para o futuro, eventos com as bebidas. A programação do cinema, que existe deste 1956 e é voltado a títulos independentes, não terá interferência do novo patrocinador — hoje, o dono é o empresário André Sturm, que também cuida da curadoria. “Queremos mostrar que cerveja e cinema também têm tudo a ver”, diz Cassandre.

De certa forma, a Petra inaugura uma nova página no marketing de cervejas, acostumadas a patrocinar eventos esportivos ou, no máximo, festivais de música e carnaval. Não à toa, o Belas Artes havia sido patrocinado anteriormente por bancos, como a Caixa e o HSBC (a poucos quarteirões do Belas Artes, é possível ver também, na rua Augusta, o cinema do Itaú Cultural, patrocinado pelo banco de mesmo nome).

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A Petra chega para brigar no mercado de puro malte e de cervejas consideradas mais premium, como Original e Serramalte, ambas da Ambev, e a holandesa Heineken. A Skol, que se encaixa com a Itaipava e a Brahma na categoria de cervejas mais populares, também lançou neste ano sua versão puro malte.

Analistas ouvidos por EXAME acreditam que a Petra chega ao mercado em um momento propício, quando o consumidor brasileiro está disposto a experimentar novos sabores e apostar em cervejas vistas como de melhor qualidade. No mercado nacional de cervejas, de 12,3 bilhões de litros e 149 bilhões de reais por ano, a liderança é da Skol (27% do mercado), seguida por Brahma (17%), Antarctica (11%), e, por fim, Itaipava (9%), segundo dados de 2018 da consultoria Euromonitor.

O grupo Petrópolis, embora tenha também a Itaipava premium, aposta na Petra como diferencial, com o slogan “cerveja como cerveja deve ser”. O que, para Alan Kuhar, professor de administração e publicidade na ESPM e que trabalhou por anos no mercado de bebidas, é uma boa estratégia. “A Petra, para funcionar, precisa se descolar da Itaipava”, diz.

Kuhar avalia que a Itaipava, quarta maior do mercado, não fisga o consumidor pela afetividade, mas somente pelo preço. Ao patrocinar o Belas Artes e se posicionar como marca mais premium, a Petra pode ter chance de fazer o caminho contrário. Talvez não o suficiente para chegar aos 2% de participação no mercado de cervejas brasileiro que deseja, ou nem mesmo para roubar mercado de concorrentes mais estabelecidas no setor premium, como a Heineken.

Até mesmo no sabor, com gosto mais suave, a Petra se aproxima mais de Original ou mesmo de Budweiser, ambas da Ambev e vistas como mais premium, do que de Heineken, mais amarga.

 

 

Para o lançamento no ano passado, o grupo Petrópolis investiu na Petra 30 milhões de reais. No intuito de casar a marca com eventos culturais, a empresa deve continuar abrindo a carteira: a Petra será a cerveja oficial do Shell Open Air (festival de cinema a céu aberto, que acontece no Rio e em São Paulo) neste ano. No carnaval, foram 3 milhões de reais em patrocínios, focados sobretudo em Salvador, na Bahia.

A seu favor, a Petra tem a já estabelecida logística do Grupo Petrópolis, que, além de Itaipava, é dono de cervejas como Crystal, Lokal e Black Princess e marcas como o energético TNT e o refrigerante It. O grupo, natural do Rio de Janeiro, tem sete fábricas pelo Brasil.

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Os melhores apps da semana

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A Google Play é a loja oficial para se obter aplicativos e jogos no Android, ela recebe novidades diariamente de desenvolvedores de diversas partes do mundo. Com tantas opções em destaque na sua tela inicial, você já deve ter ficado em dúvida sobre que vale a pena ser baixado e mantido instalado em seu celular. Preparamos uma lista no OLHARDIGITAL.COM.BR, com os aplicativos que entraram na loja está semana. Confira!



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