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Quanto ganha um Ortopedista?

Quanto ganha um Ortopedista?

Descubra quanto ganha um profissional. Guia de Carreiras Wiy Solutions Criação de Loja Virtual

Quanto ganha um Ortopedista?

 

Quanto ganha um Ortopedista?

Você sabe quanto ganha um Ortopedista? Conheça mais sobre a carreira o mercado de trabalho e a média salarial deste profissional!

ortopedista

O Ortopedista é o médico especializado em cuidar de enfermidades lesões e deformidades de ossos tendões músculos articulações e ligamentos do corpo humano.

Entre os profissionais mais bem pagos da área médica os ortopedistas têm um faturamento médio mensal acima de R$ 13 mil podendo ultrapassar os R$ 18 mil em alguns casos.

Com um amplo campo de atuação e um mercado sempre aquecido o Ortopedista tem uma variedade de especializações à sua disposição: desde a cirurgia de mão até a medicina esportiva.

Conheça em detalhes quanto ganha um ortopedista no Brasil e onde identificar as melhores oportunidades de trabalho nesta área!

Salário Mínimo Profissional do Ortopedista

A Lei nº 3.999 de 15 de dezembro de 1961 estabelece o piso salarial dos ortopedistas (e de todos os profissionais médicos) em três salários mínimos por uma jornada de 20 horas semanais.

Há no entanto duas iniciativas em andamento para aumentar esta remuneração mínima:

  1. O Projeto de Lei (2750/2011) em tramitação na Câmara dos Deputados tenta mudar valor do salário mínimo de médicos para em R$ 9 mil com reajustes anuais.
  1. A Federação Nacional dos Médicos (Fenam) pretende estabelecer um piso de R$ 11.675 por 20 horas semanais de trabalho. Atualmente este valor é usado apenas como referência para orientar acordos e negociações coletivas da categoria pelos sindicatos e tentar diminuir as desigualdades salariais dos médicos nas diversas regiões do País.

Salário Médio de um Ortopedista

A Pesquisa Salarial e de Benefícios Online da Catho indica que o salário médio do médico ortopedista no Brasil é de R$ 13.885.

Para os ortopedistas que atuam também como cirurgiões o valor é ainda mais alto com média de R$ 18.244.

O Banco Nacional de Empregos (BNE) revela que os salários variam entre R$ 3.060 e R$ 7.470 para ortopedistas que trabalham em pequenas empresas.

Outra informação importante a respeito dos salários dos ortopedistas é que a maioria trabalha em mais de um local com plantões e atendimentos domiciliares. Isso significa que boa parte desses profissionais tem diferentes fontes de renda além dos salários médios. Ou seja: os rendimentos reais podem ser bem maiores do que os apresentados aqui.

Outras Oportunidades para Ortopedistas

O serviço público é um dos maiores contratantes de médicos no Brasil e existem bons salários para ortopedistas neste setor especialmente em áreas com maior carência de assistência médica de urgência.

Um levantamento do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) revela que as maiores remunerações para médicos terapêuticos no Brasil (incluem-se nesta categoria os ortopedistas) estão justamente em estados como Maranhão e Sergipe. Algumas localidades do interior do Maranhão chegam a oferecer salários de até R$ 35 mil para ortopedistas.

Para ortopedistas em formação ou em início de carreira os poderes municipais estaduais e federal oferecem vagas com salários iniciais na faixa dos R$ 10 mil.

Veja algumas oportunidades oferecidas pelo serviço público brasileiro:

  • Programa Mais Médicos do Governo Federal: R$ 10.000 para ortopedistas dispostos a trabalhar em cidades do interior do País com maior vulnerabilidade social.
  • Prefeitura de São Paulo: R$ 10.000 por 40 horas semanais.
  • Governo do Estado de São Paulo: R$ 14.700 por um regime de 40 horas semanais.

Para quem deseja se especializar em Ortopedia e Traumatologia o programa de Residência Médica do Governo Federal oferece uma bolsa no valor de R$ 2.976 por mês. As vagas são anunciadas no início de cada ano e em média são distribuídas mais de 6.000 bolsas em todo os País.

Concursos Públicos para Ortopedistas

Ortopedistas que optarem por uma carreira pública encontram uma boa variedade de concursos principalmente nas cidades da região Sudeste. Os salários mudam de acordo com a carga horária e o porte do município.

Veja alguns exemplos:

  • Prefeitura de Divinópolis (MG): R$ 2.291 (20 horas semanais)
  • Ambulatório Médico de Especialidades (AME) de Rio Claro (SP): R$ 12.935 (40 horas semanais)
  • Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (SP): R$ 6.577 (24 horas semanais)
  • Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (SP): R$ 4.325 (20 horas semanais)
  • Fundação de Desenvolvimento da Unicamp (SP): R$ 6.272 (22 horas semanais)

Sobre a Carreira do Ortopedista

A Ortopedia e Traumatologia está entre as dez especialidades médicas mais procuradas no Brasil e entre as três mais bem remuneradas da área.

Dentre as tantas especialidades possíveis para um ortopedista destacamos algumas das mais conhecidas:

  • Medicina Esportiva
  • Cirurgia de Mão
  • Pé e Tornozelo
  • Coluna
  • Ombro e Cotovelo
  • Quadril
  • Joelho
  • Ortopedia Pediátrica
  • Reabilitação

Um dado curioso sobre esta especialidade é que se trata de uma área dominada por homens! Eles correspondem a quase 95% dos 11 mil especialistas em atividade no Brasil atualmente.

Para se ter uma ideia mais clara desse panorama são 9.954 ortopedistas homens e apenas 540 mulheres. As informações são de um estudo intitulado “Demografia Médica no Brasil” elaborado pelo Conselho Federal de Medicina e o Conselho Regional de Medicina de São Paulo.

As maiores carências por esses profissionais encontram-se em estados da Região Norte como Amapá Roraima e Acre. No outro oposto estados das regiões Sudeste e Sul como São Paulo Minas Gerais Rio de Janeiro Paraná e Rio Grande do Sul concentram as maiores quantidades de ortopedistas do Brasil.

Um dos campos de atuação mais importantes para o ortopedista é a Medicina Esportiva que vem se profissionalizando no Brasil nos últimos anos acompanhando o crescimento do setor esportivo nas mais diversas modalidades.

Embora esteja entre as dez especialidades médicas com maior número de profissionais a grande maioria dos ortopedistas encontra trabalho com facilidade seja em hospitais públicos ou privados clínicas ambulatórios postos de saúde ou em consultórios particulares.

Como se tornar um Ortopedista

Para se tornar Ortopedista é preciso concluir um curso de Medicina reconhecido pelo MEC com seis anos de duração e na sequência passar por uma Residência Médica ou Especialização de três anos em Ortopedia e Traumatologia.

O curso de Medicina está entre os mais concorridos do Brasil e pode ser encontrado nas principais universidades públicas e privadas do País.

Veja algumas universidades reconhecidas pelo MEC que oferecem o curso de Medicina:

Universidades Privadas:

Universidades Públicas:

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1º passo: trace um mini planejamento

O primeiro passo, após definir o que pretende com o novo negócio, é traçar um mini planejamento respondendo a três perguntas fundamentais: O que você vai vender? Para quem você vai vender? De quem você vai comprar?

Perceba que as questões falam, respectivamente, sobre os seus produtos, seu público e seus fornecedores, pilares fundamentais que a partir de agora terão que ser estudados a fundo caso você queira mesmo montar um negócio de sucesso.

Nichos de mercado
Muitos empreendedores entram no mundo do e-commerce já com uma ideia bem clara sobre o que vão vender: por exemplo, eles são apaixonados por moda, então decidem montar um negócio de roupas e acessórios; ou gostam de frequentar a academia, então passam a vender artigos de moda fitness.

Caso você ainda não tenha certeza sobre o que vender na internet, é recomendável que comece pesquisando relatórios como o Webshoppers, divulgado pela Ebit. Lá você terá acesso a informações sobre os mercados que estão crescendo, além de outras informações bastante úteis sobre o mercado de e-commerce brasileiro.

Audiência
Uma vez definido o seu nicho de mercado, avalie com toda a atenção os clientes: sem eles a sua empresa não existirá. Não se esqueça de ser bem específico na hora de delimitar um público-alvo: querer vender “tudo para todos” é uma das maiores razões pelas quais tantas operações quebrem já nos primeiros meses.

Fornecedores
Reserve algumas horas para pesquisar o fornecimento de produtos — você pode fazer isso de maneira bem simples, utilizando o Google.

Relacione o seu mercado a termos como “fornecedores”, “distribuidores”, “fabricantes”, “confecções” etc. Organize os principais resultados em planilhas, e depois entre em contato com cada um.

Logo nos primeiros contatos, procure falar de “igual para igual” com o fornecedor. Mostre que, embora você esteja começando do “zero”, você sabe o que quer e está planejando-se para dar certo e crescer nesse mercado. Use muito a palavra “parceria”: é isso o que um fornecedor procura.

2º Passo: crie uma estrutura

Agora que você já conhece os três pilares fundamentais do seu negócio um pouco mais a fundo, chegou a hora de criar a estrutura do e-commerce, ou seja, o mínimo necessário para fazer a engrenagem funcionar.

Mas por que o mínimo? Como falamos no começo do texto, a maior parte dos pequenos empreendedores não têm muitos recursos financeiros no começo, então é preciso otimizar, focando todos os esforços somente nas ações que trazem o máximo de resultado.

Dentro dessa metodologia, sua estrutura consistirá, basicamente, em dois canais: um para gerar audiência e outro para concluir as vendas.

Canal de Audiência
Um canal de audiência é o meio pelo qual você irá encontrar, atender e interagir com os seus potenciais clientes. Uma fanpage no Facebook ou um perfil no Instagram, por exemplo, são canais de audiência.

Você não necessariamente vende seus produtos por meio deles, mas são de extrema importância para que potenciais clientes passem a conhecê-lo.

Canal de Conclusão de Vendas
Já o canal de vendas, por sua vez, é aquele onde o cliente conseguirá comprar os produtos que foram vistos na fanpage, por exemplo. É justamente nessa fase que muitos dos pequenos empreendedores começam a se confundir um pouco.

Apesar de existirem diversos canais de conclusão de vendas, nós tendemos a pensar que a contratação de uma plataforma é a melhor alternativa. Mas não é, por um motivo muito simples: ao contratar uma plataforma, você estará elevando o negócio a outro nível.

A partir daí, terá que começar a configurar o layout do site, fazer parcerias com intermediadores de pagamento, montar banners, etc.

Tudo isso sem nem ao menos ter colocado os seus produtos no mercado… Afinal, será que os clientes vão mesmo querer comprar de você? Já imaginou montar toda a estrutura de uma loja virtual para, no final, descobrir que o mercado simplesmente não correspondeu às suas expectativas?

É por isso que sempre recomendo aos meus alunos que comecem em canais de venda mais simples, como o Mercado Livre ou o Elo7, por exemplo. Tudo já está pronto por lá, basta cadastrar os produtos e vender.

3º Passo: gere valor para a sua audiência

E se um negócio já tem o seu canal de audiência e canal de vendas, cabe a você criar mecanismos para ligar esses dois pontos: os usuários precisam visualizar os produtos em um, para comprá-los em outro. Nesse caso, o que faz a diferença é o quanto você estudou sobre o seu público, e o quanto você entende sobre ele.

Só assim será possível gerar conteúdo de valor e, consequentemente, aumentar a sua visibilidade sem precisar gastar “rios” de dinheiro.

Vamos imaginar, por exemplo, que você esteja vendendo móveis para escritório. Quais são as dúvidas mais comuns entre os clientes? Do que você poderia falar para despertar o interesse dessas pessoas?

Faça posts sobre “Os 7 erros mais comuns na hora de decorar um escritório” ou “As “3 Dicas simples de arquitetura para triplicar a produtividade do seu escritório”.

Descubra o que os usuários querem saber, e ofereça esse conteúdo a eles. Promova posts, teste anúncios em diferentes formatos e plataformas. Somente assim conseguirá identificar o que funciona melhor para a audiência do seu negócio.

4º Passo: invista no atendimento

Depois que as primeiras vendas já estiverem sendo feitas, é hora de pensar no atendimento. Por onde os seus clientes procuram o seu e-commerce? Em quais canais você está? Como você anda trabalhando a recorrência do negócio para que antigos clientes voltem a comprar? Quais as estratégias de fidelização?

Todas as questões acima têm uma base fundamental: o atendimento. Pense e repense seu atendimento. Apesar de ser ignorado por grande parte dos empreendedores, um bom atendimento pode ser peça fundamental para o sucesso do seu e-commerce.

5º Passo: encontre o caminho das vendas

Como qualquer negócio, um comércio eletrônico precisa dar lucro. Sendo assim, antes de passar para a próxima etapa, onde falaremos sobre “colocar combustível na máquina” e fazer suas engrenagens girarem cada vez mais rápidas, você precisa encontrar aquilo que chamo de caminho das vendas.

Você se lembra dos produtos que foram relacionados em seu mini planejamento? Pois é, chegou a hora de colocá-los à prova! Até porque, como dizem por aí, o papel aceita tudo, não é mesmo?

Um empreendedor sabe que encontrou o caminho das vendas quando está vendendo recorrentemente pelo menos um de seus produtos… Esse será o ponto de virada onde você, intuitivamente, vai perceber que as coisas estão realmente começando a dar certo.

Se essa sustentabilidade ainda não foi encontrada, existe algum problema com a sua oferta. Revise fatores decisivos como preço, qualidade, variedade, público-alvo etc.

6º Passo: alavanque o negócio

Por fim, perceba que você já tem toda a engrenagem do negócio funcionando: o canal de audiência atrai clientes, o canal de vendas converte, você vem ganhando mais experiência em business, o caixa da empresa já não está vazio… Mas como jogar mais combustível para que essa “roda” gire cada vez mais rápido?

Chegou a hora de se sentar, reavaliar propósitos e enxergar nitidamente para onde a empresa está caminhando. Para acelerar o seu crescimento, talvez tenha chegado o momento de — agora sim — montar um site, contratar um ajudante, investir mais pesado em marketing.

Diversas ações podem ser tomadas. É hora de parar e ver o que deu certo até esse momento, e avaliar o que pode ser modificado para alcançar resultados ainda mais expressivos.

Lembre-se: mesmo as maiores empresas começaram do zero um dia, então não tenha medo de sonhar grande. Trace metas, planeje, execute, estude o que deu certo e não tenha medo de mudar o que não funcionou… Esse é o ciclo.

Empenha-se para crescer apenas um pouco (0,5%) todos os dias, e você ficará impressionado com o que esse pouco poderá significar ao longo de alguns anos.

Por que ter uma loja virtual? ○ O Investimento é menor que o de uma loja física. ○ Sua loja não tem um limite de localização. ○ Seus clientes podem.

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